AUGUSTO PESSÔA - CONTADOR DE HISTÓRIAS - (BRASIL)

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Ator, Cenógrafo, Figurinista, Arte Educador Dramaturgo e Contador de Histórias. Bacharelado em Artes Cênicas (Habilitação em Interpretação e Habilitação em Cenografia) pela UNI-RIO - Universidade do Rio de Janeiro.

A PANQUECA FUGITIVA, O RESMUNGÃO E OUTROS CONTOS NÓRDICOS

A PANQUECA FUGITIVA, O RESMUNGÃO E OUTROS CONTOS NÓRDICOS

HISTÓRIAS DE NATAL

HISTÓRIAS DE NATAL
livro de contos populares adaptados e ilustrados por Augusto Pessõa - Ed. Escrita Fina (2010)

HISTÓRIAS DE BRUXAS - livro

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terça-feira, 20 de janeiro de 2009

CONTO POPULAR - Malasartes e o Coronel Sabido

MALASARTES E O CORONEL SABIDO
Adaptação de Augusto Pessôa

Vindo de outras bandas, Malasartes chegou numa pequena cidade. E era uma cidade tão pequena que só tinha uma rua com casas de um lado e de outro. O Pedro reparou que no meio da única rua tinha uma porteira. Uma porteira que dividia a cidade no meio. E ainda um homem gordo sentado numa cadeira de balanço do lado da porteira. O Malasartes estranhou aquilo. Foi até uma venda para escutar as conversas do povo do lugar. E o povo estava revoltado. Um camarada indignado bateu com força no balcão da venda:
- É um absurdo! Colocar uma porteira no meio da cidade!
- É pra pagar pedágio. – explicou um outro mais calmo.
- E quem é esse coronel pra cobrar pedágio do povo? Quem ele pensa que é?
- Você diz isso porque o Coronel não está aqui!
O Malasartes se aproximou e quis saber mais sobre o assunto:
- Dá licença? Mas porque que ele cobra pedágio?
E o mais calmo respondeu:
- O coronel é um homem muito poderoso e rico. Aqui ninguém se fia com ele, não. Ele diz que é o dono da cidade e pode cobrar pedágio. E pronto!
- E o pedágio é caro?
- É. Mais você só paga se não responder as perguntas dele.
- Como assim? – quis saber o Pedro. E o mais calmo continuou:
- Ele faz três perguntas. E se você responder certinho não precisa pagar o pedágio. O coronel diz que faz isso por bondade. Quer que o povo fique mais instruído.
- E as perguntas são difíceis?
- Eita!! Põe difícil nisso! Ninguém consegue responder as perguntas desse coronel. Ele é muito sabido!
- E como é que ele faz isso de cobrar pedágio? Ele é que toma conta?
- Ele mesmo! Fica na porteira sentado numa cadeira de balanço com uma mesa do lado e uma caixa em cima cheia de dinheiro do pedágio.
Malasartes pensou logo em ganhar algum com aquilo e disse alto para todo mundo ouvir:
- Pois olhe, eu aposto com vocês que eu vou responder as perguntas desse coronel, ganhar o dinheiro da caixa dele e ainda acabar com o pedágio!
Foi um alvoroço danado. Todo mundo quis apostar. O que mais animou o pessoal foi à proposta de acabar o pedágio. Ninguém agüentava mais aquilo. Tinha gente que não ia para casa há mais de um mês. Se um estranho conseguisse resolver, ótimo, sonharam alguns. E se não desse certo, o azar era dele, pensaram outros. O povo logo juntou o dinheiro e deixou na mão do dono da venda. Depois, aquele camarada mais calmo, perguntou como é que o Malasartes ia fazer aquilo. E o Pedro respondeu:
- Isso você vai ver na hora. Eu só preciso que me arrumem uma roupa de padre.
Arrumaram rapidamente uma roupa de padre. Malasartes colocou a batina por cima de sua roupa e foi para a porteira. E o povo todo foi atrás. Quando o malandro chegou na porteira viu o coronel gordo sentado na cadeira de balanço e aquela caixa cheia de dinheiro em cima da mesa. O coronel, quando viu o Malasartes vestido de padre, exclamou:
- Eita, que eu nunca vi um sacerdote tão amarelo e tão esfarrapado assim!
E o Pedro começou a falar com voz de padre:
- Boas tardes, meu filho! Que Deus esteja convosco!
- Boa tarde, padre! O que o senhor deseja?
- Desejo passar para o outro lado. Continuar o caminho da rua.
- O senhor, pelo visto, é novo por essas bandas. Mas eu explico: nessa cidade para passar para o outro lado tem que pagar pedágio.
- Mas, meu filho, eu sou um padre.
E o coronel rosnou:
- E daí? Pode ser padre, bispo ou coroinha! Aqui só passa pagando pedágio! Mas... como sou um homem bondoso e prezo pela cultura desse povo, permito que qualquer um passe sem pagar. Desde que responda a três perguntas que eu fizer.
- E que perguntas são essas?
O povo todo se espichou para ouvir as perguntas. E o coronel começou:
- Primeira pergunta: onde é o meio do mundo?
O povo todo olhou para o Malasartes que estava tranqüilo e respondeu:
- Mas essa é muito fácil. O meio do mundo é em qualquer lugar. Já que o mundo é redondo como uma bola. Qualquer lugar é o meio.
O coronel fez cara de espanto e o povo deu vivas. Mas o gordão metido a sabido se enfezou:
- Axe! Silêncio! Que eu não quero ouvir barulho! – e voltando-se para o Pedro - Essa o senhor respondeu, mas vamos a segunda pergunta: qual à distância entre o céu e a terra?
O povo todo olhou para o Malasartes que continuava tranqüilo. O Pedro, vestido de padre, coçou a cabeça e perguntou ao coronel:
- Em qualquer medida?
Na medida que o senhor quiser.
- Pois eu não quero metro, nem quilometro! Vou medir em virada de olho que é mais do meu agrado! E nessa medida a distância entre o céu e a terra é uma única virada de olho. Pra cima ou pra baixo. Fica ao gosto do freguês.
O coronel ficou de boca aberta. Não podia acreditar naquilo. Mas era homem teimoso e continuou:
- Estou vendo que o senhor padre é um homem muito inteligente. Foi o primeiro a chegar na terceira pergunta, mas dessa o senhor não escapa e lá vai ela...
O povo todo se espichou mais. Ficou na ponta do pé como se isso ajudasse a ouvir melhor. E o coronel foi falando:
- Nesse lugar antes tinha um lago. Um lago grande que a seca fez sumir. E eu quero saber do senhor o seguinte: quanta água cabia nesse lago?
O povo todo olhou apavorado para o Malasartes. E o amarelo, que parecia mais tranqüilo ainda, perguntou ao coronel:
- Esse lago era muito grande?
- Muito, seu padre!
- Dava pra tomar banho?
- Com toda a certeza.
- Pois então esse lago era do tamanho da caneca de meu finado pai. Meu pai tinha uma caneca tão grande... mas tão grande... que dava pra toda família tomar banho nela. E olha, que só de irmãos eu tinha pra mais de vinte. Fora primo, tio e avô. Pois é essa a resposta: cabia nesse lago tanta água quanto cabia na caneca de meu finado pai!
O coronel bateu na mesa com tanta força que o dinheiro chegou a pular junto com o povo todo. O homem, vermelho de raiva, esbravejou:
- Isso é resposta que se dê? Eu nunca vi essa caneca de seu pai!
- Acredito. Mas eu também nunca vi esse tal lago do senhor. Mas garanto que na caneca de meu pai cabia tanta água quanto no lago. E como sou um homem bondoso, igual ao senhor, permito que mande construir uma caneca tão grande quanto à do meu finado pai e coloque nela toda água que cabia no lago.
O coronel, sem saber o que responder e com a boca torta de raiva, abriu lentamente a porteira. O povo deu vivas e o Malasartes pediu silêncio:
- Ô gente! O coronel já não disse que era pra fazer silêncio! Que teimosia!
E voltando-se para o gordo coronel, falou assim:
- Desculpe a interferência desse povo que é muito ignorante, mas eu quero saber: acertei as perguntas?
- De certa forma. – rosnou o coronel. E o Pedro propôs:
- Olha, para o senhor não ficar chateado eu vou mostrar que sou um bondoso e generoso, igual ao senhor. Proponho uma aposta!
O coronel cerrou as sobrancelhas e perguntou:
- Como é isso?
- Uma aposta: se eu perder eu pago o triplo do pedágio. Mas se eu ganhar: o senhor me dá o dinheiro que tem nessa caixa e acaba de vez com esse pedágio. Topa?
O coronel desconfiado mexeu na caixa do dinheiro, olhou de banda para o Malasartes e perguntou:
- E que aposta é essa?
- Eu tenho que adivinhar o quê o senhor está pensando e provar que o senhor está errado! Se eu acertar, eu ganho. Mas se eu errar, quem ganha é o senhor. Topa?
O coronel deu uma gargalhada mostrando todos os dentes, inclusive os de ouro, e respondeu:
- É claro que eu topo. Um padre amarelo e esfarrapado pode até adivinhar os meus pensamentos, mas nunca vai provar que eu estou errado. Pode tentar.
O povo todo ficou paralisado. O Malasartes fez um silêncio, coçou o queixo e apontou para o coronel dizendo:
- O senhor está pensando que eu sou um padre amarelo, esfarrapado e sabido, não é?
O coronel riu de lado.
- Essa é fácil! Mas agora prove que eu estou errado!
O Malasartes também riu de lado.
- Essa também é fácil, seu coronel: eu não sou padre. Não sou mesmo. Essa roupa eu peguei emprestada. O povo todo sabe disso.
O malandro disse isso e tirou a batina de padre ficando com sua roupa normal. O coronel, de boca aberta, esbugalhou os olhos. E o Malasartes perguntou:
- E então, seu coronel: ganhei a aposta?
O coronel bateu na mesa e levantou. Foi saindo espumando de raiva e esbravejando assim:
- Amarelo desgraçado! Essa é a pior raça que tem!
O povo todo começou a gritar. As pessoas derrubaram a porteira e depois fizeram a maior festa. O Malasartes juntou o dinheiro da caixa com o da aposta na venda e foi se embora viver novas aventuras.
Essa história acabou.
Mas outra vai começar!
Qual é a arte boa?
Qual é a arte má?
Que Pedro é Malasartes.
Isto ninguém vai negar...
Quem souber conte outra.
Pode continuar.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009


A Arte de Contar Histórias
O ato de se contar histórias é uma prática ancestral, através da qual foi possível a transmissão de ensinamentos de geração a geração, mantendo a tradição dos povos que não tinham como fazer um registro de sua história. Assim sendo, o contador representava a memória viva e dinâmica de seu povo, suas descobertas, seus medos, suas explicações sobre sua origem e seu destino, e todos os seus feitos e fatos históricos.
O resgate da técnica dos contadores de histórias transporta o ouvinte para os mundos esquecidos ou desconhecidos de sua imaginação. Quem ouve, assim como quem lê, também participa reconstruindo internamente a história com suas próprias emoções, sensações e visão de mundo.
A arte de contar histórias, atualmente, é vista como um caminho tanto para ampliar a consciência sobre o ser e o estar no mundo, quanto para despertar o prazer de ler – acredita-se que , quando uma pessoa ouve uma história e com ela se identifica, procura ter acesso ao livro que a registra ou a outros livros com narrativas do mesmo gênero ou do mesmo autor. No entanto, para que isso aconteça, é necessário que o contador escolha textos que o cativem, a fim de que possa contá-los com emoção e verdade, oferecendo-os como um presente para a platéia.
Dessa forma, contar histórias é compartilhá-las; trata-se de uma prática intimista, em que o contador precisa encontrar o olhar de seu público para exercer sua arte.
O contador difere do ator quanto ao fato de não representar uma personagem; ele é, antes, um narrador, dando voz e expressão gestual às personagens que, porventura, façam parte da narrativa. Contar histórias leva a criação e a reflexão, buscando uma maior sensibilidade para que possamos pensar melhor sobre o país e o mundo.

A RÃ E O BOI - VÍDEO

A RÃ E O BOI - VÍDEO
Apresentação de Augusto Pessôa no Simpósio Internacional de Contadores de Histórias SESC RJ 2010. Clique na imagem e assista a história

A MENINA QUE FAZIA AZEITE DE DENDÊ

A MENINA QUE FAZIA AZEITE DE DENDÊ
Clique na imagem e assista a hitória

UMA APOSTA (VÍDEO)

UMA APOSTA (VÍDEO)
Conto de Artur Azevedo. CLIQUE NA IMAGEM E VEJA O VÍDEO

LIVROS LEGAIS

  • GRAMÁTICA DA FANTASIA de Gianni Rodari - Summus Editorial.
  • GUARDADOS DO CORAÇÃO – Memorial para Contadores de Histórias de Francisco Gregório Filho - Editora Amais.
  • FÁBULAS ITALIANAS de Ítalo Calvino - Editora Companhia das Letras
  • DICIONÁRIO DE FOLCLORE BRASILEIRO de Câmara Cascudo - Editora Itatiaia
  • VASOS SAGRADOS de Maria Inez do Espírito Santo - Ed Rocco
  • MEUS CONTOS AFRICANOS - seleção de Nelson Mandela - Ed Martins
  • LENDAS BRASILEIRAS de Camara Cascudo - Ediouro
  • CONTOS TRADICIONAIS DO BRASIL de Camara Cascudo - Ed Itatiaia
  • CONTOS POPULARES DO BRASIL de Silvio Romero - Ed Itatiaia

A MOURA TORTA

A MOURA TORTA
Clique na imagem e assista a um trecho do espetáculo

MARIA BORRALHEIRA (VÍDEO)

MARIA BORRALHEIRA (VÍDEO)
Peça teatral baseada no conto popular MARIA BORRALHEIRA com Augusto Pessôa e Rodrigo Lima. Direção Rubens Lima Junior. Clique na foto e assista a um trecho da peça.

FELIZES PARA SEMPRE (RESENHA)

FELIZES PARA SEMPRE (RESENHA)
Clique na imagem e veja a resenha do livro FELIZES PARA SEMPRE

QUANDO OS BICHOS AINDA FALAVAM

QUANDO OS BICHOS AINDA FALAVAM
Apresentação no Simpósio Internacional de Contadores de Histórias SESC RJ 2009

A MENINA QUE VIROU CORUJA (VÍDEO)

A MENINA QUE VIROU CORUJA (VÍDEO)
Conto Africano. Clique na imagem e assista ahistória

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)
Apresentação do Coral da Ciser - Joinville (2009). Cliuqe na imagem e assista a um trecho do espetáculo

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)
Apresentação do Coral da Ciser - Joinville (2009). Clique na imagem e assista a um trecho do espetáculo.

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)
Apresentação do Coral da Ciser - Joinville (2009). Clique na imagem e assita a um trecho do espetáculo

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES - SONHO DE MENINA

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES - SONHO DE MENINA
Apresentação no SESC Niterói - nov 2009 - Clique na imagem e assista a apresentação.

O MARIDO FIEL - VÍDEO

O MARIDO FIEL - VÍDEO
Conto de Nelson Rodrigues - adaptação e narração de Augusto Pessôa. Clique na imagem e assista a história.

O JABUTI E A FRUTA (VÍDEO)

O JABUTI E A FRUTA (VÍDEO)
conto popular adaptado por Augusto Pessôa. CLIQUE NA IMAGEM E ASSISTA AO VÍDEO

VOU BUSCAR O MEU AMOR (VÍDEO)

VOU BUSCAR O MEU AMOR (VÍDEO)
Cena do espetáculo A MOURA TORTA. Clique na foto e veja a cena

A MOURA TORTA

A MOURA TORTA
Clique na imagem e assista a um trecho do espetáculo em cartaz no teatro do Jockey - Gávea

JABUTI

JABUTI
Apresentação no Simpósio Internacional de contadores de Histórias - SESC RJ 2009. Clique na imagem e assista a um trecho da apresentação

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES - abertura da peça (VÍDEO)

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES - abertura da peça  (VÍDEO)
Apresentação no SESC Niterói - nov 2009 - Clique na imagem e assista a apresentação

A NOITE QUE A LUA SUMIU DO CÉU (VÍDEO)

A NOITE QUE A LUA SUMIU DO CÉU (VÍDEO)
Clique na imagem e veja um clipe do espetáculo

A DAMA DO LOTAÇÃO (VÍDEO)

A DAMA DO LOTAÇÃO (VÍDEO)
conto de Nelson Rodrigues. Adaptação e narração de Augusto Pessôa

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES (VÍDEO)

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES (VÍDEO)
Peça baseada no conto popular O REI DOENTE DO MAL DE AMORES (2003). Clique na foto e veja um trecho do espetáculo.

TOC, TOC, TOC, TOC (VÍDEO)

TOC, TOC, TOC, TOC (VÍDEO)
Conto de Arur Azevedo. CLIQUE NA IMAGEM E VEJA O VÍDEO

MALASARTES E O HOMEM ENGANADO DUAS VEZES (VÍDEO)

MALASARTES E O HOMEM ENGANADO DUAS VEZES (VÍDEO)
Contação de Histórias. Clique na imagem e assista a contação.

MENINA FACEIRA

MENINA FACEIRA
Apresentação de Augusto Pessôa e Rodrigo Lima no Instituto Moreira Salles - set 2009. Clique na imagem e veja a apresentação.

HISTÓRIA DE ANTANHO (VÍDEO)

HISTÓRIA DE ANTANHO (VÍDEO)
NA CASA DE SEU PEDRÃO. Apresentação de Augusto Pessôa e Rodrigo Lima no SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE CONTADORES DE HISTÓRIAS - SESC RJ (2008). Clique na imagem e veja a apresentação

MÚSICA - NA FEIRA DO TEM TEM (VÍDEO)

MÚSICA - NA FEIRA DO TEM TEM (VÍDEO)
O Rei Doente do Mal de Amores - apresentação no SESC Niterói 2009. Clique na imagem e assista a cena.

PARA SEMPRE FIEL (VÍDEO)

PARA SEMPRE FIEL (VÍDEO)
Conto de Nelson Rodrigues - adaptação e narração de Augusto Pessôa

SUSPIROS VÃO E VEM (VÍDEO)

SUSPIROS VÃO E VEM (VÍDEO)
Apresentação do espetáculo O REI DOENTE DO MALDE AMORES no SESC Niterói 2009. Clique na imagem e assista a apresentação

MALASARTES! (VÍDEO)

MALASARTES! (VÍDEO)
Peça baseada nas histórias de Pedro Malasartes. Clique na foto e veja um trecho do espetáculo

O JABUTI E A FRUTA

O JABUTI E A FRUTA
Apresentação no Simpósio Internacional de Contadores de Histórias - SESC RJ 2009. Clique na imagem e assista a história

A MOURA TORTA

A MOURA TORTA
Crítica do espetáculo publicada no JORNAL DO BRASIL

MARIA BORRALHEIRA - CRÍTICA (IMAGEM)

MARIA BORRALHEIRA - CRÍTICA (IMAGEM)
Clique na imagem e leia a crítica sobre o espetáculo

MALASARTES - CRÍTICA (IMAGEM)

MALASARTES - CRÍTICA (IMAGEM)
Clique na imagem e leia a crítica do espetáculo.

CRÍTICA DO ESPETÁCULO O REI DOENTE DO MAL DE AMORES

CRÍTICA DO ESPETÁCULO O REI DOENTE DO MAL DE AMORES

MALASARTES - Histórias de Um Camarada Chamado Pedro

MALASARTES - Histórias de Um Camarada Chamado Pedro
Livro de Augusto Pessôa publicado pela Editora ROCCO (2007)

FELIZES PARA SEMPRE

FELIZES PARA SEMPRE
Livro com adaptações de Augusto Pessôa - Editora ROCCO (2003)

CONTOS DE HUMOR

CONTOS DE HUMOR
Contos de Artur Azevedo - organização Augusto Pessôa - Editora ROCCO (2008)

CONTANDO HISTÓRIAS NA ABL

CONTANDO HISTÓRIAS NA ABL
CONTANDO HISTÓRIAS NA BIBLIOTECA DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS