AUGUSTO PESSÔA - CONTADOR DE HISTÓRIAS - (BRASIL)

Minha foto
Ator, Cenógrafo, Figurinista, Arte Educador Dramaturgo e Contador de Histórias. Bacharelado em Artes Cênicas (Habilitação em Interpretação e Habilitação em Cenografia) pela UNI-RIO - Universidade do Rio de Janeiro.

A PANQUECA FUGITIVA, O RESMUNGÃO E OUTROS CONTOS NÓRDICOS

A PANQUECA FUGITIVA, O RESMUNGÃO E OUTROS CONTOS NÓRDICOS

HISTÓRIAS DE NATAL

HISTÓRIAS DE NATAL
livro de contos populares adaptados e ilustrados por Augusto Pessõa - Ed. Escrita Fina (2010)

HISTÓRIAS DE BRUXAS - livro

HISTÓRIAS DE BRUXAS - livro
Clique na imagem para conhecer o livro e a Editora LIVROS ILIMITADOS. Você pode adquir um exemplar do livro de Augusto Pessôa e conhecer outras publicações da editora.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

A PRINCESA DO SONO SEM FIM

Há muito tempo atrás. Num reino distante morava uma rainha muito malvada. A danada tinha a sina de lobisomem. Comia gente! Uma coisa horrível!!
O príncipe seu filho era um moço bom e valente. O rapaz vivia triste com essa sina de sua mãe. Sua única alegria era ir conversar com um velho, muito velhinho, que morava longe do palácio, perto de uma floresta sombria.
O velhinho armava uma rede na varanda para o príncipe descansar e o rapaz passava horas e horas ouvindo as histórias do velho amigo.
Um dia, o príncipe estava lá deitado e viu no alto das árvores um pano vermelho. Parecia uma bandeira. Ele perguntou o que era aquilo e o velho contou:
- Aquilo é um palácio encantado. Meu avô contou a meu pai, que contou pra mim. E a história é assim:
Era um reino, onde o rei e a rainha vivam tristes porque não tinham filhos. Eles sonhavam com um herdeiro e a Rainha pedia com tanta vontade... e fazia tantas promessas... que um dia conseguiu. Ficou grávida e nasceu uma menina bonita como o sol. Todo o dia tinha festa no palácio por causa do nascimento da princesinha. Para o batizado o rei convidou todas as fadas que moravam por perto. Só não convidou a fada velha porque ninguém sabia onde ela morava. Alguns até achavam que ela já tinha morrido. As fadas vieram todas e já estavam na mesa do banquete quando a fada velha apareceu resmungando muito. Soltava fogo pelas ventas de tanta raiva por não ter sido convidada. A fada mais nova reparou na zanga da fada velha e mais do que depressa se escondeu atrás de uma cortina. Depois do banquete as fadas deram os seus presentes. Fadaram boas sinas e dons maravilhosos para a princesinha. Cada uma dizia a coisa mais bonita do mundo:
- Eu te fado que sejas linda como a luz do sol. – disse a fada azul.
- Eu te fado que sejas boa como o amor de mãe! – disse a fada rosa
- Eu te fado que sejas rica como um tesouro! – disse a fada dourada.
- Eu te fado com a sabedoria dos mais sábios! – disse a fada amarela.
E assim foram todas dizendo belezas e o rei ficava cada vez mais feliz, ao lado da rainha que tinha a princesinha nos braços. Quando todas as fadas que estavam na mesa deram os seus presentes, a fada velha se levantou e com a fala cheia de mágoa disse:
Não sei porque tão boas sinas para a princesinha já que ela nem vai aproveitar!
Ninguém entendeu o que ela queria dizer. E erguendo os braços a fada velha deu a sina:
- Ouçam bem, todos vocês: a princesa crescerá em graça e formosura! Amada por todos que a cercam! Mas... até a idade de dezesseis anos! Quando completar a décima sexta primavera ela picará o dedo no fuso de uma roca de fiar e morrerá. Sem remédio para isso!
Disse o que disse e desapareceu. As fadas, que já tinham fadado e não podiam desmanchar o que a fada velha tinha feito, choravam sem consolo. Foi então que a fada mais nova saiu do seu esconderijo e disse:
Não posso desmanchar o que foi fadado porque não tenho poderes para isso. Mas, como ainda não dei meu presente, posso tentar ajudar.
E erguendo os braços a jovem fada agitou a sua varinha dizendo:
Fado que a princesinha não morra quando o fuso lhe ferir o dedo! Que fique dormindo por cem anos! Vai dormir até ser acordada pelo beijo de um lindo príncipe! Um beijo de amor!
Mesmo assim, a festa perdeu a graça e acabou. O rei proibiu, sob pena de morte, que alguém fiasse com o fuso naquele reino. Por precaução, quando a princesinha fez quinze anos, foram todos para um outro palácio. Um castelo mais escondido que o rei possuía. Ao chegar no grande palácio, a menina andava, para cima e para baixo. Curiosa como só ela. E lá num quarto no alto da torre, encontrou uma criada que estava fiando. Na verdade era a fada velha disfarçada. A princesinha nunca tinha visto aquilo e quis fazer igual. Assim que a menina pegou no fuso, ele saltou de sua mão e furou seu dedo. A princesinha caiu para trás, como morta. A fada velha deu uma terrível gargalhada e sumiu numa cortina de fumaça. Todos correram e deitaram a menina numa cama. A fada mais nova veio voando e bateu a varinha de condão no alto do palácio. Todo mundo que estava dentro pegou no sono profundo. Os músicos ficaram com os instrumentos na boca e a cozinheira ficou dormindo na frente do fogão onde uma galinha estava sendo assada. Até o fogo adormeceu. A fada mais nova fez um novo gesto com a varinha e uma densa floresta surgiu em volta do castelo para proteger os que dormiam ali. Só o rei e a rainha não adormeceram. Eles beijaram sua filha, abençoaram e foram embora, com a fada, para o seu reino. Rezavam todos os dias para que o encanto tivesse fim. Mas a terrível sina não se quebrou, o rei e a rainha morreram e o reinado deles acabou. Só ficou o palácio dentro dessa floresta, com a princesa dormindo o seu sono mágico e centenário. E assim termina essa triste história, disse o velho, que é verdadeira do inicio ao fim.
O príncipe ficou curioso em saber se a história que o velho contou era verdadeira mesmo. No dia seguinte, bem cedo, pegou um facão afiado e foi para floresta. Chegou e meteu o facão, abrindo caminho, porque a mata era fechada. Ia abrindo e entrando, e assim trabalhando, foi andando, até que deu com o palácio coberto de cipós, sem nenhum rumor, parecendo morto. O príncipe entrou pela porta principal e foi vendo: soldados, músicos, damas, senhores, até os bichos, Tudo parado, dormindo a sono solto.
Ele subiu por uma escada e passou por salas cheias de gente roncando. Até que entrou num quarto onde viu uma cama protegida por um lindo dossel. O príncipe puxou a cortina do dossel e viu a moça mais bonita do mundo, profundamente adormecida. O rapaz ficou completamente apaixonado. Nunca tinha visto uma jovem tão linda. Ele aproximou-se devagar e beijou a princesa. A jovem abriu os olhos e disse:
- Oh, príncipe! Como demoraste em vir!
O palácio estremeceu e todo mundo acordou. O príncipe ouviu as cornetas tocando, bichos berrando, gargalhadas, gritos, música, enfim... barulho de gente viva.
Veio um mordomo muito bem vestido anunciar que o jantar estava à mesa e o príncipe comeu a galinha que estava sendo assada há cem anos.
Ficou aí como num céu aberto e os dois casaram sem perder tempo.
Os dias voavam e o casal era muito feliz.
Mas o príncipe escondia um segredo: sua mãe que tinha sina de lobisomem. O rapaz ia ao palácio da rainha para dar ordens e voltava para o castelo de sua amada. Sempre dizia que estava caçando e não queria que ninguém o acompanhasse.
No fim de um ano a princesa teve um filho. Um menino lindo a quem deram o nome de Belo-Dia. E no outro ano nasceu uma menina, que foi chamada de Bela-Aurora.
Mas o reino entrou em guerra e o príncipe tinha que seguir com as suas tropas. Como não queria deixar a mulher e os filhos sozinhos, resolveu levar todos para o palácio da rainha. Foi na frente e contou toda a história para sua mãe. A rainha fez uma cara estranha e ficou imaginando as piores coisas.
Antes de partir, o príncipe dividiu o palácio em duas partes A Rainha ficaria num lado e a princesa com os filhos no outro. O rapaz chamou um velho mordomo, que era seu amigo, e pediu que vigiasse sua família e tivesse muito cuidado com a rainha.
Assim que o príncipe montou a cavalo e viajou, a malvada rainha começou a ter vontade de comer gente. Ficou mesmo bruta e, como o desejo não passava, chamou o velho mordomo. Mandou que lhe servisse Belo-Dia, com bom molho e batatas coradas, para o almoço do dia seguinte.
O velho só faltou morrer. Pensou.... pensou.... e procurou a princesa. Contou tudo e a moça ficou desesperada. O velho mordomo levou Belo-Dia para sua casinha, longe do palácio e escondeu-o. Na manhã do outro dia matou uma lebre, preparou e serviu a malvada rainha. A danada comeu lambendo os beiços.
Dias depois veio o desejo e ela queria comer Bela-Aurora. Queria a menina assada e temperada com melado. O velho levou a menina para casa e assou uma gata. A rainha comeu chupando os dedos de felicidade.
Dois dias depois exigiu que a princesa fosse refogada em molho de tomate e cebola para o jantar. O velho mordomo levou a princesa para sua casa, juntou-a aos filhos e matou uma ovelha. A rainha comeu saboreando.
Os dias iam passando e a rainha só pensava em comer gente. Saia pelas ruas do reino para caçar como uma desesperada. Uma noite, foi para bem longe do palácio e viu uma casinha escondida na mata. A malvada se aproximou e ficou escutando. Ouviu a voz da princesa e a de seus netos conversando dentro da casa. Eles falavam sobre o príncipe e da saudade que tinham dele. Mas a rainha malvada não tinha coração, nem pena para isso. Percebeu logo que aquela era a casa do velho mordomo e resolveu se vingar. Mandou prender a nora, os netos e o velho. Depois ordenou que se fizesse uma fogueira enorme para queimar aqueles que a desobedeceram. Os guardas, sem outra alternativa, amarram os quatro infelizes num tronco em cima da fogueira. A rainha ficou na varanda assistindo a tudo. Numa gargalhada ela mandou os guardas botarem fogo na lenha. Quando as chamas começavam a crescer ouviu-se uma corneta e barulho de cavalos que se aproximavam. Era o príncipe que voltava vitorioso das guerras. O rapaz estava morto de saudades da mulher e dos filhos e vinha com seus soldados no maior galope. Chegando na praça e vendo aquela cena terrível, o príncipe pulou de seu cavalo, puxou a espada e libertou a princesa, os filhos e o seu velho amigo. Bufando de raiva, o jovem guerreiro gritou perguntando quem se atrevera a maltratar aqueles que ele mais amava no mundo.
A rainha com medo da ira do príncipe saltou da varanda para a fogueira. Morreu, queimada, estorricada, virada cinza e pó. Foi soprada para sempre pelo vento.
O príncipe foi para o palácio abraçado com a princesa e carregando nos ombros Belo-Dia e Bela-Aurora. Convidou seu velho amigo para continuar morando com eles e todos foram felizes como Deus com os anjos. Felizes para sempre.
A Princesa do Sono Sem Fim – Adaptação de Augusto Pessôa

3 comentários:

Rodrigo Krawczuk disse...

Olá Augusto como vai?

Gostei do seu conto, inclusive eu vi que ele está em um livro. Eu gostaria muito de saber o nome desse livro, você saberia me dizer?

Abs.

Rodrigo Krawczuk disse...

Olá Augusto como vai?

Gostei do seu conto, inclusive eu vi que ele está em um livro. Eu gostaria muito de saber o nome desse livro, você saberia me dizer?

Abs.

Augusto Pessôa disse...

Rodrigo, essa história você encontra em vários livros. Acho que está no livro Contos Tradicionais do Brasil do Câmara Cascudo. Abs.

A RÃ E O BOI - VÍDEO

A RÃ E O BOI - VÍDEO
Apresentação de Augusto Pessôa no Simpósio Internacional de Contadores de Histórias SESC RJ 2010. Clique na imagem e assista a história

A MENINA QUE FAZIA AZEITE DE DENDÊ

A MENINA QUE FAZIA AZEITE DE DENDÊ
Clique na imagem e assista a hitória

UMA APOSTA (VÍDEO)

UMA APOSTA (VÍDEO)
Conto de Artur Azevedo. CLIQUE NA IMAGEM E VEJA O VÍDEO

LIVROS LEGAIS

  • GRAMÁTICA DA FANTASIA de Gianni Rodari - Summus Editorial.
  • GUARDADOS DO CORAÇÃO – Memorial para Contadores de Histórias de Francisco Gregório Filho - Editora Amais.
  • FÁBULAS ITALIANAS de Ítalo Calvino - Editora Companhia das Letras
  • DICIONÁRIO DE FOLCLORE BRASILEIRO de Câmara Cascudo - Editora Itatiaia
  • VASOS SAGRADOS de Maria Inez do Espírito Santo - Ed Rocco
  • MEUS CONTOS AFRICANOS - seleção de Nelson Mandela - Ed Martins
  • LENDAS BRASILEIRAS de Camara Cascudo - Ediouro
  • CONTOS TRADICIONAIS DO BRASIL de Camara Cascudo - Ed Itatiaia
  • CONTOS POPULARES DO BRASIL de Silvio Romero - Ed Itatiaia

A MOURA TORTA

A MOURA TORTA
Clique na imagem e assista a um trecho do espetáculo

MARIA BORRALHEIRA (VÍDEO)

MARIA BORRALHEIRA (VÍDEO)
Peça teatral baseada no conto popular MARIA BORRALHEIRA com Augusto Pessôa e Rodrigo Lima. Direção Rubens Lima Junior. Clique na foto e assista a um trecho da peça.

FELIZES PARA SEMPRE (RESENHA)

FELIZES PARA SEMPRE (RESENHA)
Clique na imagem e veja a resenha do livro FELIZES PARA SEMPRE

QUANDO OS BICHOS AINDA FALAVAM

QUANDO OS BICHOS AINDA FALAVAM
Apresentação no Simpósio Internacional de Contadores de Histórias SESC RJ 2009

A MENINA QUE VIROU CORUJA (VÍDEO)

A MENINA QUE VIROU CORUJA (VÍDEO)
Conto Africano. Clique na imagem e assista ahistória

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)
Apresentação do Coral da Ciser - Joinville (2009). Cliuqe na imagem e assista a um trecho do espetáculo

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)
Apresentação do Coral da Ciser - Joinville (2009). Clique na imagem e assista a um trecho do espetáculo.

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)
Apresentação do Coral da Ciser - Joinville (2009). Clique na imagem e assita a um trecho do espetáculo

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES - SONHO DE MENINA

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES - SONHO DE MENINA
Apresentação no SESC Niterói - nov 2009 - Clique na imagem e assista a apresentação.

O MARIDO FIEL - VÍDEO

O MARIDO FIEL - VÍDEO
Conto de Nelson Rodrigues - adaptação e narração de Augusto Pessôa. Clique na imagem e assista a história.

O JABUTI E A FRUTA (VÍDEO)

O JABUTI E A FRUTA (VÍDEO)
conto popular adaptado por Augusto Pessôa. CLIQUE NA IMAGEM E ASSISTA AO VÍDEO

VOU BUSCAR O MEU AMOR (VÍDEO)

VOU BUSCAR O MEU AMOR (VÍDEO)
Cena do espetáculo A MOURA TORTA. Clique na foto e veja a cena

A MOURA TORTA

A MOURA TORTA
Clique na imagem e assista a um trecho do espetáculo em cartaz no teatro do Jockey - Gávea

JABUTI

JABUTI
Apresentação no Simpósio Internacional de contadores de Histórias - SESC RJ 2009. Clique na imagem e assista a um trecho da apresentação

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES - abertura da peça (VÍDEO)

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES - abertura da peça  (VÍDEO)
Apresentação no SESC Niterói - nov 2009 - Clique na imagem e assista a apresentação

A NOITE QUE A LUA SUMIU DO CÉU (VÍDEO)

A NOITE QUE A LUA SUMIU DO CÉU (VÍDEO)
Clique na imagem e veja um clipe do espetáculo

A DAMA DO LOTAÇÃO (VÍDEO)

A DAMA DO LOTAÇÃO (VÍDEO)
conto de Nelson Rodrigues. Adaptação e narração de Augusto Pessôa

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES (VÍDEO)

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES (VÍDEO)
Peça baseada no conto popular O REI DOENTE DO MAL DE AMORES (2003). Clique na foto e veja um trecho do espetáculo.

TOC, TOC, TOC, TOC (VÍDEO)

TOC, TOC, TOC, TOC (VÍDEO)
Conto de Arur Azevedo. CLIQUE NA IMAGEM E VEJA O VÍDEO

MALASARTES E O HOMEM ENGANADO DUAS VEZES (VÍDEO)

MALASARTES E O HOMEM ENGANADO DUAS VEZES (VÍDEO)
Contação de Histórias. Clique na imagem e assista a contação.

MENINA FACEIRA

MENINA FACEIRA
Apresentação de Augusto Pessôa e Rodrigo Lima no Instituto Moreira Salles - set 2009. Clique na imagem e veja a apresentação.

HISTÓRIA DE ANTANHO (VÍDEO)

HISTÓRIA DE ANTANHO (VÍDEO)
NA CASA DE SEU PEDRÃO. Apresentação de Augusto Pessôa e Rodrigo Lima no SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE CONTADORES DE HISTÓRIAS - SESC RJ (2008). Clique na imagem e veja a apresentação

MÚSICA - NA FEIRA DO TEM TEM (VÍDEO)

MÚSICA - NA FEIRA DO TEM TEM (VÍDEO)
O Rei Doente do Mal de Amores - apresentação no SESC Niterói 2009. Clique na imagem e assista a cena.

PARA SEMPRE FIEL (VÍDEO)

PARA SEMPRE FIEL (VÍDEO)
Conto de Nelson Rodrigues - adaptação e narração de Augusto Pessôa

SUSPIROS VÃO E VEM (VÍDEO)

SUSPIROS VÃO E VEM (VÍDEO)
Apresentação do espetáculo O REI DOENTE DO MALDE AMORES no SESC Niterói 2009. Clique na imagem e assista a apresentação

MALASARTES! (VÍDEO)

MALASARTES! (VÍDEO)
Peça baseada nas histórias de Pedro Malasartes. Clique na foto e veja um trecho do espetáculo

O JABUTI E A FRUTA

O JABUTI E A FRUTA
Apresentação no Simpósio Internacional de Contadores de Histórias - SESC RJ 2009. Clique na imagem e assista a história

A MOURA TORTA

A MOURA TORTA
Crítica do espetáculo publicada no JORNAL DO BRASIL

MARIA BORRALHEIRA - CRÍTICA (IMAGEM)

MARIA BORRALHEIRA - CRÍTICA (IMAGEM)
Clique na imagem e leia a crítica sobre o espetáculo

MALASARTES - CRÍTICA (IMAGEM)

MALASARTES - CRÍTICA (IMAGEM)
Clique na imagem e leia a crítica do espetáculo.

CRÍTICA DO ESPETÁCULO O REI DOENTE DO MAL DE AMORES

CRÍTICA DO ESPETÁCULO O REI DOENTE DO MAL DE AMORES

MALASARTES - Histórias de Um Camarada Chamado Pedro

MALASARTES - Histórias de Um Camarada Chamado Pedro
Livro de Augusto Pessôa publicado pela Editora ROCCO (2007)

FELIZES PARA SEMPRE

FELIZES PARA SEMPRE
Livro com adaptações de Augusto Pessôa - Editora ROCCO (2003)

CONTOS DE HUMOR

CONTOS DE HUMOR
Contos de Artur Azevedo - organização Augusto Pessôa - Editora ROCCO (2008)

CONTANDO HISTÓRIAS NA ABL

CONTANDO HISTÓRIAS NA ABL
CONTANDO HISTÓRIAS NA BIBLIOTECA DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS