AUGUSTO PESSÔA - CONTADOR DE HISTÓRIAS - (BRASIL)

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Ator, Cenógrafo, Figurinista, Arte Educador Dramaturgo e Contador de Histórias. Bacharelado em Artes Cênicas (Habilitação em Interpretação e Habilitação em Cenografia) pela UNI-RIO - Universidade do Rio de Janeiro.

A PANQUECA FUGITIVA, O RESMUNGÃO E OUTROS CONTOS NÓRDICOS

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HISTÓRIAS DE NATAL

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livro de contos populares adaptados e ilustrados por Augusto Pessõa - Ed. Escrita Fina (2010)

HISTÓRIAS DE BRUXAS - livro

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sábado, 22 de agosto de 2009

CONTO POPULAR - Manuel da Bengala

MANUEL DA BENGALA
Há muito tempo atrás, num reino distante, era dia de grande alegria. Nasceu o filho do Rei. O Rei estava feliz e deu para seu filho o nome de Manuel. Mas logo o Rei ficou preocupado. Manuel crescia com rapidez incrível e tinha uma fome enorme. Com três dias de nascido, já comia um boi inteiro. O Rei estava assustado e mandou chamar os sábios para dar uma solução. Só que os sábios disseram ao Rei que o melhor era se livrar de Manuel. Com aquela fome tão grande poderia ser a ruína do reino. O Rei não queria se livrar de seu filho. Mandou-o então, para casa de um Barão seu amigo. Manuel, que de tanto crescer já parecia um rapazinho, aceitou ir para a casa do Barão. Mas pediu ao pai uma bengala de prata maciça. O Rei lhe deu a bengala e Manuel passou a ser conhecido como: Manuel da Bengala.
Na verdade, a casa do Barão era uma fazenda. Um canavial enorme. De perder de vista. Era época do início do corte da cana. O Barão aceitou Manuel na fazenda, mas disse que ele teria que trabalhar. Manuel, que também tinha uma força tremenda, pediu ao Barão uma foice. O Barão lhe deu a foice. Manuel pegou o instrumento e...ZAPT!! ZAPT!!! ZAPT!!! Em meia hora cortou toda a cana-de-açúcar do canavial. O Barão ficou besta. Aquilo era trabalho para mais de um mês. E Manuel o fez em meia hora. O nobre resolveu então, fazer uma ceia em homenagem a Manuel. Mandou matar três porcos e oito galinhas. Só que Manuel comeu tudo e pediu mais. Aquilo não deu nem para tapar o buraco do dente. O Barão ficou assustado, mas mandou matar mais três bois, quatro porcos e vinte galinhas. Que Manuel comeu tudo sozinho. O nobre ficou desesperado e mandou Manuel de volta ao Rei. Com aquela fome tão grande, o rapaz seria sua ruína.
O Rei recebeu Manuel de volta, mas teve logo que mandá-lo embora pelo mundo. Manuel aceitou ir pelo mundo, mas pediu ao pai uma carroça. Subiu na carroça e foi andando. Andou... andou... andou... até que passou por um campo muito bonito onde um homem capinava. Quando o homem do campo viu Manuel, achou engraçado aquele menino que mais parecia um homem, e perguntou:
- Oh menino, que mais parece um homem, como é teu nome? Pra onde você vai?
- Eu sou Manuel da Bengala. E vou pelo mundo!!
- Posso ir contigo?
- Vamos!!
Manuel perguntou como era o nome do homem do campo e ele respondeu que se chamava Arranca Serra. E os dois seguiram viagem. Andaram... andaram... andaram... até que passaram por um grande rio onde um homem pescava. Quando o homem do rio viu Manuel, achou engraçado aquele menino que mais parecia um homem, e perguntou:
- Oh menino, que mais parece um homem, como é teu nome? Para onde você vai?
- Eu sou Manuel da Bengala. E vou pelo mundo!!
- Posso ir contigo?
- Vamos!!
Manuel perguntou como era o nome do homem do rio e ele respondeu que se chamava Passavau. Os três seguiram viagem. Decidiram que cada dia um sairia para arrumar comida para os outros. O primeiro foi o Arranca Serra. Pegou uma arma e saiu procurando. Procura daqui... procura dali... e nada. Até que encontrou um garotinho que tinha uma cara gozada, um chapeuzinho de ferro na cabeça e um cachimbo na boca.
- Oh moço, me dá fogo pr'o meu cachimbo?
- Sai pra lá, menino. Eu estou caçando!!
- Dá fogo pr'o meu cachimbo, moço!
- Não tem fogo nenhum aqui, menino. Vai embora.
- Se o senhor “dé” fogo pr'o meu cachimbo eu lhe digo onde tem uma princesa prisioneira.
- Não quero saber de princesa, menino.
O garotinho pegou o cachimbo e...TUM!!! na cabeça de Arranca Serra. Que caiu para trás como morto. Mas não estava morto, só desmaiado. Quando acordou não viu mais o garotinho. Voltou ao encontro dos dois amigos e contou o que acontecera. Passavau e Manuel riram a valer. Passavau pegou a arma e foi caçar. Procura daqui... procura dali... e nada. Até que encontrou um garotinho com a cara gozada, um chapeuzinho de ferro na cabeça e um cachimbo na boca.
- Oh moço, me dá fogo pr'o meu cachimbo?
- Garoto, já ouvi falar em você, me deixa em paz.
- Dá fogo pr'o meu cachimbo, moço!
- Não tem fogo nenhum, garoto. Vai embora.
- Se o senhor “dé” fogo pr'o meu cachimbo, eu lhe digo onde tem uma princesa prisioneira.
- Não quero saber de princesa, garoto, me deixa em paz.
O garotinho pegou o cachimbo e... TUM!!! na cabeça de Passavau. Que caiu para trás como morto. Mas também não estava morto, só desmaiado. Quando acordou não viu mais o garotinho. Voltou ao encontro dos dois amigos. E Manuel riu a valer.
- Mas vocês... dois homens desse tamanho com medo de um garotinho.
Manuel pegou sua bengala e foi caçar. Procura daqui... Procura dali... e nada. Até que aparece o garotinho. Chapeuzinho de ferro na cabeça e cachimbo na boca.
- Oh moço, me dá fogo pr'o meu cachimbo?
- Garoto, me deixa em paz.
- Dá fogo pr'o meu cachimbo, moço!
- Não tem fogo nenhum, garoto. Eu quero caçar!
- Se o senhor “dé” fogo pr'o meu cachimbo, eu lhe digo onde tem uma princesa prisioneira.
- Quero lá saber de princesa, garoto, me deixa!
O garotinho pegou o cachimbo e...TUM!!! na cabeça de Manuel. Só que Manuel era cabeça dura. Pegou sua bengala e...TUM!!! na cabeça do garotinho. E eles começaram uma briga. Era...TUM! TUM! TUM! TUM! Até que Manuel foi mais ágil e roubou o chapeuzinho do garoto.
- Me dá meu chapeuzinho!
- Não “dô”!
- Me dá meu chapeuzinho!!
- Não “dô”!!
- Me dá meu chapeuzinho!!!
- Só lhe dou se você me disser onde está a princesa prisioneira!
- “Tá” bom!!!
O garotinho foi na frente, Manuel atrás. E atrás deles, sem que eles percebessem, o Passavau e o Arranca Serra que tinham seguido Manuel para ver como ele iria se arranjar. Ao chegar numa grande pedra, o garotinho fez um gesto mágico e a pedra se abriu. Passou o garotinho, passou Manuel e a pedra se fechou deixando para trás o Passavau e o Arranca Serra. O garotinho e Manuel andaram muito por uma gruta. Era uma gruta enorme. Até que avistaram um belíssimo castelo. Um castelo todo branco. Eles entraram no castelo que era ricamente decorado. Andaram por salas e salões, até chegarem numa pequena sala. Lá estava uma linda jovem que chorava. Era a princesa. Manuel ficou encantado com a beleza da moça. A princesa também ficou impressionada com aquele menino que mais parecia um homem. A princesa deu para Manuel um lenço branco. E o garotinho falou:
- Pronto, aí esta a princesa. Agora me dê meu chapeuzinho.
- Só dou depois que você preparar uma ceia para nós.
- “Tá” bom!!!
O garotinho saiu para preparar a ceia e a princesa ficou com Manuel. A moça contou sua história: estava ali presa pelo garotinho. Que não era garotinho coisa nenhuma, e sim um bruxo disfarçado. Ela só poderia sair dali, se alguém ficasse em seu lugar. Manuel prometeu ajudar e a princesa deu para ele um lenço azul.
A ceia ficou pronta. Manuel e a princesa sentaram e comeram. A moça tinha tanto apetite quanto Manuel. Terminada a ceia, o garotinho apareceu.
- Agora me dê meu chapeuzinho.
- Só dou se você libertar a princesa. Eu ficarei no lugar dela.
- “Tá” bom!!!
O garotinho fez um gesto mágico. A princesa jogou para Manuel um lenço vermelho e desapareceu. Aparecendo de novo, lá, depois da pedra. Junto com Passavau e Arranca Serra. No castelo o garotinho insistia:
- Agora me dê meu chapeuzinho.
- Você quer seu chapeuzinho?
- Quero!!
- Mas eu não dou.
Dizendo isso, Manuel jogou o chapeuzinho no chão. Pegou sua bengala e com toda força bateu no chapeuzinho... TUM!!! Foi chapeuzinho pra tudo que é lado. O garotinho começou a crescer... crescer... e se transformou num terrível bruxo. Logo que se transformou, começou a derreter... derreter... e se desmanchou no chão. O castelo começou a cair na cabeça de Manuel. O rapaz saiu correndo, mas a gruta também estava desmoronando. Manuel corria para se salvar. E a gruta despencando sobre sua cabeça. Quando chegou na pedra, ela estava fechada. O garotinho não existia mais e não tinha ninguém para abrir a pedra. O rapaz pegou sua bengala e com toda força que tinha...TUM!!! Foi pedra para tudo que é lado. E Manuel saiu...UFA!!! Mas onde está a princesa? O Passavau e o Arranca Serra sabendo da história da princesa, a levaram de volta para seu reino. Chegando lá, disseram ser os salvadores da jovem. Exigiam para um a mão da princesa, para outro uma grande fortuna. O Rei, pai da princesa, ficou tão feliz que nem ouviu os lamentos da filha. A moça só chorava dizendo que aqueles não eram seus salvadores. Mas o Rei estava tão feliz que nem ouvia. E Manuel, lá onde estava, não entendia nada. Pegou o lenço branco e pediu:
- Lenço, voa... voa e vai ao encontro da mulher que eu amo...
E o lenço se transformou num pombo e voou. Voou... voou... até que pousou no colo da princesa e se transformou novamente em lenço. A jovem pegou o lenço e mostrou ao pai.
- Olha meu pai, este lenço é do homem que me ama!!
E Manuel, lá onde estava, pegou o lenço azul e pediu:
- Lenço, voa... voa e vai ao encontro da mulher que me ama...
O lenço se transformou num pássaro azul e voou. Voou... voou até que pousou no colo da princesa e se transformou novamente em lenço. A jovem pegou o lenço e mostrou ao pai.
- Olha meu pai, este lenço é do homem que eu amo!!!
Manuel pegou o lenço vermelho e pediu:
- Lenço, voa... voa e me leva para os braços do meu amor...
O lenço cresceu... cresceu... envolveu Manuel e saiu voando. Voou... voou... até que chegou ao castelo da princesa. Manuel abraçou sua amada e a moça disse ao Rei:
- Olha meu pai, este é que me salvou. É o homem que eu amo.
O Rei viu verdade no que era dito pela filha. Expulsou Passavau e Arranca Serra do reino para que eles nunca mais voltassem. E fez um grande banquete que durou doze dias. Manuel e a princesa casaram-se e viveram felizes para sempre.
Adaptação de Augusto Pessôa do conto popular
"MANUEL DA BENGALA"

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