AUGUSTO PESSÔA - CONTADOR DE HISTÓRIAS - (BRASIL)

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Ator, Cenógrafo, Figurinista, Arte Educador Dramaturgo e Contador de Histórias. Bacharelado em Artes Cênicas (Habilitação em Interpretação e Habilitação em Cenografia) pela UNI-RIO - Universidade do Rio de Janeiro.

A PANQUECA FUGITIVA, O RESMUNGÃO E OUTROS CONTOS NÓRDICOS

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HISTÓRIAS DE NATAL

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livro de contos populares adaptados e ilustrados por Augusto Pessõa - Ed. Escrita Fina (2010)

HISTÓRIAS DE BRUXAS - livro

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sábado, 19 de setembro de 2009

A BELA E A FERA - conto popular


Há muito tempo atrás, num reino distante, morava um mercador com suas três filhas. Três moças lindas. Muito bonitas mesmo. Infelizmente, as duas mais velhas não aliavam bondade à beleza. Eram rancorosas, invejosas, maledicentes. Mas a mais nova, ah... a mais nova... era boa como um anjo. Tanto por dentro como por fora. Por isso todos a chamavam de a Bela.
Certa vez, o mercador precisou fazer uma longa viagem de negócios. As filhas mais velhas pediram presentes: queriam as jóias mais caras, as sedas mais raras, os perfumes mais inebriantes. O mercador perguntou a Bela, que era sua filha do coração, o que ela desejava. A moça, que estava satisfeita com tudo que tinha, não sabia o que pedir. O pai insistiu. E Bela, que tinha entre as mãos uma flor, pediu uma rosa. A rosa mais bonita que ele pudesse encontrar. Apenas uma rosa.
O mercador partiu. Resolveu seus negócios e começou sua viagem de volta para casa. Pensava só em sua família e nem percebeu que seu cavalo ia por uma estrada que ele não conhecia. A estrada era cercada de arbustos. À medida que o mercador avançava na estrada os arbusto iam estreitando a passagem como querendo impedir a passagem do mercador. Mas o cavaleiro insistia. De repente, uma tempestade se armou. Raios e trovões pareciam cair na cabeça do pobre homem. O vento soprava querendo levar o mundo. Nesse desespero o mercador só pensava em sua família. Principalmente na sua filha mais querida. E sem perceber, murmurou:
- Bela... Ah, Bela...
A tempestade se dissipou. O caminho abriu. A uma certa distância o mercador avistou um castelo iluminado e resolveu pedir pousada. Entrou, mas não viu ninguém. Levou seu animal para estrebaria pensando em dormir por lá mesmo. Mas lá também não encontrou ninguém. Voltou e entrou no castelo.
- Oh de casa! Tem alguém aí?
Ninguém respondeu. O castelo era ricamente decorado. Com lustres de cristal que pareciam feitos de sonho. O homem andou por salas e salões, mas não encontrou ninguém. Até chegar a uma grande sala onde tinha uma mesa comprida com uma ceia posta para uma pessoa. O mercador que estava com fome sentou-se e comeu. Os pratos eram trocados como que por mágica. Depois de alimentado, o homem foi ao andar superior por uma escada de mármore toda decorada em ouro. Entrou em vários quartos a procura de alguém, mas nada! Até que chegou a um quarto onde uma cama enfeitada por um belíssimo dossel parecia convidá-lo a dormir. O mercador tirou sua roupa, deitou-se e dormiu. No dia seguinte acordou sobressaltado. O nobre, dono do castelo, podia vê-lo ali e não gostar. Ou talvez algum criado. Resolveu vestir-se. Mas qual não foi sua surpresa ao encontrar, ao invés de suas roupas, um casaco de veludo, uma camisa de seda e botas de pelica. O mercador vestiu-se. Procurou ainda por alguém, mas não encontrou. Foi a estrebaria, e lá estava seu cavalo. Selado e pronto para a viagem. Montou e foi saindo. Mas ao passar pelo jardim do palácio, viu uma deslumbrante roseira. E no meio da roseira uma rosa. Magnífica! Era a rosa! A rosa de bela. O mercador desmontou e com muito cuidado colheu a rosa. Mas da haste partida começou a pingar sangue. O homem se assustou, mas ficou tremendo de medo ao ouvir uma voz. Uma voz que parecia vir das mais profundas cavernas:
- Ladrão! É essa a paga que me dá pela hospitalidade que dei?
O mercador virou-se e viu: o mais terrível monstro que já poderia ter visto. O corpo era de homem, mas a cabeça era de javali. Dois dentes pontudos saiam da boca como chifres. As mãos pareciam patas de urso com garras compridas.
- Vai morrer, por essa falta que fez!!
O mercador só pensava em sua família. Tinha negócios para deslindar que somente ele poderia resolver. Se isso não acontecesse, sua família ficaria na miséria. O mercador pediu ao mostro três semanas. Três semanas para resolver seus negócios. Depois ele voltaria para morrer. A fera olhou bem nos olhos do mercador e viu verdade no que ele dizia.
- Vai ter suas três semanas! Ao cabo delas deverá voltar aqui, ou trazer alguém para morrer em seu lugar!
O mercador foi embora muito triste. Ao chegar em casa, as filhas mais velhas vieram correndo pegar seus presentes. E ficaram decepcionadas ao ver que o pai não trazia nada para elas. E com muito inveja ao ver nas mãos do mercador a rosa da caçula. Bela achou seu pai estranho e perguntou o que tinha acontecido. Mas o mercador alegou cansaço. A jovem não acreditou, mas evitou insistir temendo incomodar o pai.
As três semanas se passaram. O mercador resolveu seus negócios. Chamou as filhas e contou o que acontecera no castelo do monstro. As mais velhas se desesperaram:
- Vamos ficar na miséria!!! Vamos morrer de fome!!!
Bela só pensava em seu pai. E se ofereceu para morrer em seu lugar. As mais velhas aceitaram de imediato:
- E claro que ela tem que morrer!! Por causa dela... por causa dessa maldita flor é que tudo está acontecendo!!!
Mas o mercador não concordou. Bela foi ao seu quarto para rezar, a fim de encontrar um jeito de resolver o problema. Quando, de repente, sentiu sono. Um sono muito grande e logo dormiu. No seu sono sonhou. Uma voz dizia que ela encontraria um anel que a levaria para onde ela quisesse. Ao acordar, Bela encontrou o anel sobre o travesseiro. Escreveu uma carta a seu pai contado o que faria. Colocou o anel e pediu:
- Anel de condão, pelo condão que Deus te deu, eu quero ir ao encontro do meu destino!
Fechou os olhos. Quando abriu estava na grande sala. Onde tinha uma comprida mesa com uma ceia posta para dois convidados. Bela sentou-se. Sentia muito medo, mas tentava espantar esse sentimento com a certeza de que estava ali para morrer por seu pai. De repente, ela ouviu um ranger de porta e passos entrando na sala. Era o Monstro que trazia nas mãos um ramo de flores.
- Não tema! Nada lhe acontecerá enquanto estiver aqui!
O Monstro estendeu o ramo para Bela. A jovem pegou as flores, mas sentia muito medo.
- Sinto que tem medo de mim. Mas eu amo-te... amo-te tanto!
Aquelas palavras entraram nos ouvidos de Bela e ela teve mais medo que da morte. O Monstro virou-se e ia saindo, quando Bela perguntou quem seria o outro convidado a sentar-se à mesa.
- Esse lugar era para mim. Mas como sei que minha figura lhe causa repulsa, vou sair. E só voltarei se assim desejar.
Bela pediu que o Monstro sentasse e comesse com ela. E a moça ficou encantada com a delicadeza da Fera, que praticamente lhe dava comida na boca.
Os dias de Bela no castelo do Monstro foram os mais felizes possíveis. A Fera lhe cobria de presentes e delicadezas. Mas Bela começou a sentir um aperto no peito. Era a saudade. Saudade de sua família, de seu pai. Pediu ao Monstro para deixá-la partir. A Fera não queria deixar, mas deu para Bela um espelho mágico. Por esse espelho ela poderia ver tudo que quisesse. A moça pegou o espelho e pediu para ver seu pai. E qual não foi sua tristeza, ao ver seu pai muito doente, quase a morte. Bela suplicou ao Monstro que a deixasse partir.
- Pode ir, mas volte daqui a sete dias. Se não voltar quem irá perecer sou eu.
Bela colocou o anel e pediu:
- Anel de condão, pelo condão que Deus te deu, eu quero ir ao encontro de meu pai!
Fechou os olhos. Quando abriu estava no quarto do pai. O mercador ao ver a filha ficou praticamente curado. As irmãs mais velhas ficaram espantadas ao verem Bela. Elas acreditavam que a moça estava morta. E sentiram muita inveja ao ver os riquíssimos trajes da irmã. Bela contou todos os seus dias de alegria no castelo do monstro. As irmãs resolveram então, roubar o anel de Bela para que ela não pudesse voltar ao castelo. Num momento que Bela cuidava de seu pai e tinha tirado o anel para isso, as irmãs entraram correndo no quarto. Inventando uma urgência tiraram Bela do quarto e roubaram o anel.
Sete dias se passaram. Oito... Dez... Bela não encontrava o anel e não sabia como voltar ao castelo do monstro. Uma noite sonhou. A mesma voz dizia que a Fera estava morrendo e que suas irmãs tinham roubado o anel. Ao acordar, Bela correu ao quarto das irmãs.
- Manas!! Manas!! Imaginem, perdi meu anel! E aquele que encontrar morrerá daqui a uma semana!!
As irmãs devolveram depressa o anel dizendo que tinham acabado de encontrá-lo. Bela colocou o anel e pediu:
- Anel de condão, pelo condão que Deus te deu, eu quero ir ao encontro do meu destino!!
Fechou os olhos. Quando abriu, estava nos jardins do palácio. Procurou pela Fera, mas não encontrava. Até que, viu o Monstro caído perto da roseira. Mal respirava. Bela sentiu um aperto no peito. Mas não era a saudade da família. Era diferente. Era amor. Bela amava o Monstro. A moça aproximou-se. Tomou a cabeça da Fera nos braços. Beijou-o e uma de suas lágrimas molhou o rosto da Fera que estava morrendo. De repente uma luz tomou conta de todo o jardim, de todo o castelo, de toda região. A Fera transformou-se num lindo príncipe. O mais formoso que poderia existir. Os arbustos transformaram-se em soldados e criados. E a roseira transformou-se numa fada. O príncipe contou a Bela que tinha sido enfeitiçado por uma bruxa. A fada continuou a história, dizendo que estava ali para ajudar, mas não tinha poder suficiente para acabar com o encanto. Bela reconheceu a voz da fada. Era a mesma voz dos seus sonhos. A fada fez um gesto mágico e trouxe a família de Bela para o palácio. Mas... teve o cuidado de transformar as irmãs de Bela em estátuas de mármore, até que a maldade saísse de seus corações. Bela então, casou-se com príncipe e eles viveram felizes para sempre.
Adaptação de Augusto Pessôa do conto popular "A BELA E A FERA"

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