AUGUSTO PESSÔA - CONTADOR DE HISTÓRIAS - (BRASIL)

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Ator, Cenógrafo, Figurinista, Arte Educador Dramaturgo e Contador de Histórias. Bacharelado em Artes Cênicas (Habilitação em Interpretação e Habilitação em Cenografia) pela UNI-RIO - Universidade do Rio de Janeiro.

A PANQUECA FUGITIVA, O RESMUNGÃO E OUTROS CONTOS NÓRDICOS

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HISTÓRIAS DE NATAL

HISTÓRIAS DE NATAL
livro de contos populares adaptados e ilustrados por Augusto Pessõa - Ed. Escrita Fina (2010)

HISTÓRIAS DE BRUXAS - livro

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sábado, 14 de novembro de 2009

O CHAPELINHO VERMELHO

Uma senhora viúva tinha uma filha de dez anos, que se chamava Laura que era a sua alegria. Sempre que se aproximava o dia do aniversário da menina, a mãe a levava para a cidade e escolhia um presente bem bonito para a filha. Quando fez onze anos, Laura quis muito um guarda-chuva vermelho que viu na vitrine de uma loja. A mãe comprou e deu de presente para a filha.
Laura gostava muito de um vizinho que tinha a sua idade. Todo mundo dizia que eles eram namorados. Sempre que saia de casa para encontrar com o menino, ela levava o guarda-chuva. O pessoal da vizinhança começou a chamá-la de Chapelinho Vermelho.
Uma vez a mãe de Laura preparou um bolo e pediu que a filha levasse até a casa de sua vovó. A casa ficava na beira da floresta. A viúva recomendou a filha que fosse pelo caminho sem se desviar, porque na floresta tinha um grande perigo. Laura tomou o bolo e de início atendeu a recomendação da mãe. Mas logo viu uma borboleta azul que era uma beleza e correu atrás dela. A borboleta voou para a floresta e Chapelinho Vermelho foi atrás até um recanto onde se deparou com um vulto estranho. Era um lobo que logo se aproximou, perguntando o que Laura fazia ali. A menina respondeu que levava um bolo para a sua avó e vendo uma borboleta, seguiu-a até aquele lugar. O lobo pensou: “Essa menina é que é um bolo bom de comer”. E falou para Chapelinho:
- Diga uma coisa menina: sua avó mora só?
E a menina prontamente respondeu:
- Sim, senhor!
- E você quando lá chegar como faz para ela abrir a porta?
- Eu bato e ela pergunta: - Quem está ai? Respondo: - É Chapelinho Vermelho, sua neta, que vem trazendo um bolo que a mamãe mandou. Vovó diz então: A chave está por baixo da porta, presa ao cordão cuja ponta se vê de fora. Eu abro a porta e entro, porque minha vovó tem dificuldade de levantar da cama. Agora o senhor me dê licença que tenho que seguir no meu caminho...
E o lobo falou:
- Mas não vá por aí que o caminho é muito feio! Vá por esse outro que vai encontrar borboletas mais bonitas!
O lobo apontou um outro caminho, bem mais comprido, que a menina seguiu sem pestanejar. O lobo partiu pela floresta como uma flecha, até chegar a casa da avó de Laura. O bicho bateu na porta. E de dentro veio aquela voz fraquinha de velhinha:
- Quem está ai?
O lobo, imitando a voz de Laura, respondeu:
É Chapelinho Vermelho, sua neta, que vem trazendo um bolo que a mamãe mandou!
A chave está por baixo da porta, presa ao cordão cuja ponta se vê de fora, minha neta!
O lobo entrou e engoliu a pobre da velha inteirinha! Satisfeito, vestiu as roupas da avó e deitou na cama cobrindo-se o melhor que pôde. Passou um tempo e Chapelinho Vermelho chegou. Depois das perguntas e respostas costumeiras, entrou, ignorando tudo que tinha passado com a velha, não tendo, entretanto fechado, por esquecimento, a porta da rua.
Ao entrar, pôs o bolo em cima de um móvel e notando que a avó estava toda enrolada na cama, perguntou:
- Vovó, você parece que está com muito frio?
O lobo disfarçou mais uma vez a voz:
- Muito frio, minha neta.
- Vovó, por que é que você está com as orelhas tão compridas?
- É para te ouvir bem, minha neta!
- E por que esses olhos tão grandes?
- É para te ver melhor, minha neta!
- E por que, vovó, essa boca tão grande?
- É para te devorar!!
E o lobo pulou em cima de Laura e a engoliu inteira, como tinha feito com a velha avó. Depois deitou na cama e dormiu com aquele barrigão enorme para cima.
Perto dali morava um caçador. Passando por perto da casa, quase sempre via a avó da menina na janela e com ela conversava. Mas naquela tarde olhou e não viu a boa senhora. Ficou intrigado e foi ver o que estava acontecendo. Encontrou a porta aberta e entrou. Deu de cara com o lobo deitado na cama com o barrigão pra cima. O caçador viu logo o que tinha acontecido. Pegou o seu facão e abriu a barriga do lobo. E de dentro da barriga saíram Laura e a avó. Vivinhas! Só com um pouco de falta de ar. O caçador colocou umas pedras pesadas na barriga do lobo e costurou. Depois acordou o lobo com um susto. O bicho tentou sair correndo, mas não conseguia por causa das pedras. Foi se arrastando até um riacho. Caiu nas águas e se afogou.
Chapelinho Vermelho e o caçador levaram a boa senhora que ficou desde então morando com a filha e a neta. Depois que soube da história toda, o vizinho de Laura falou pra menina:
- Você ficou mais bonita depois que o lobo te comeu!
E todos viveram felizes por muitos e muitos anos.

Adaptação de Augusto Pessôa do conto popular “CHAPELINHO VERMELHO”

JOÃO E MARIA

Diz que era uma vez um lenhador muito pobre, vivendo com a mulher e os dois filhos numa casinha no meio das floresta. As crianças se chamavam João e Maria. Apesar do lenhador ser muito trabalhador a família passava fome. Numa noite, depois da ceia, a mulher disse que não tinha coisa alguma que comer na manhã do outro dia. O homem começou a pensar e acabou dizendo:
- Não vale a pena eu estar com meus filhos junto comigo para que morram de fome! É melhor deixar os dois na mata. Pode ser que encontrem uma alma caridosa e Deus tenha pena deles!
A mulher não disse sim nem não.
João ouviu a conversa do pai e compreendeu tudo. Pela manhã o lenhador mandou que os dois filhos se vestissem e o acompanhassem para pegar lenha. João levou o bolso cheio de pedrinhas brancas do terreiro da casa. Iam andando, andando, e aqui e acolá o menino punha uma pedrinha de sinal. Perto do meio-dia o lenhador parou e disse:
- Fiquem aqui descansando que eu vou procurar mel. Quando ouvirem um assobio alto, sou eu! Vocês devem ir atrás do assobio! Entenderam?
O homem disse o que disse e sumiu na mata escura. João e Maria esperaram por muito tempo e nada de ouvir o assobio alto. Finalmente o menino disse que estava ouvindo qualquer coisa parecida com que o pai dissera. Foram procurar e não encontraram nada.
- Estamos perdidos!
Disse Maria já começando a chorar. Mas João respondeu:
- Vamos voltar pra casa!
Botaram o pé no caminho, olhando as pedrinhas e lá para tantas da noite chegaram em casa. O lenhador e sua mulher estavam jantando porque um devedor pagou a conta e eles tinham dinheiro para vários dias. Os pais ficaram felizes com a volta dos filhos e foram dormir.
Quando o dinheiro acabou e a fome apareceu, o lenhador voltou a ter a idéia de deixar os dois filhos no meio da mata. João não pode apanhar as pedrinhas brancas porque a porta estava fechada e a chave tirada. Guardou o pão que recebeu para a marcha e, quando amanheceu, os três seguiram viagem. João ia ficando atrás e espalhava pedacinhos de pão. Os passarinhos comeram as migalhas de pão. Perto do meio dia aconteceu a mesma coisa como da vez passada. O lenhador foi pegar mel e quando os filhos o procuraram não encontraram nada. O menino quis voltar, mas não viu mais os pedacinhos de pão. Ficou triste, mas não perdeu a coragem.
Andaram que andaram. Quando ia escurecendo, João subiu numa árvore enorme. Lá de cima viu, ao longe, uma fumacinha. Desceu mais que depressa, e foi na direção levando a irmã.
Encontraram uma casa muito bonita. Chegando para mais perto as duas crianças viram que a casinha era feita de bolo e as janelas de açúcar. Joãozinho quebrou um pedaço e entregou a Maria e pegou outro. De dentro da casa uma voz perguntou:
- Quem está bulindo aí'?
As crianças tentaram se esconder, mas apareceu uma velha.
- Ah! São vocês, meus netinhos? Tão bonitinhos e magrinhos! Entrem. . .
Era uma velha muito feia e seca. Parecia uma vassoura vestida. As crianças entraram e a velha, que era uma feiticeira, deu um jantar gostoso e depois levou os dois para um quarto onde tinha de um tudo. As crianças dormiram. De manhã bem cedo a velha pegou João e colocou dentro de uma gaiola. Voltou e acordou Maria.
- Acorda, preguiçosa!! Você vai trabalhar pra mim!
A menina ficou trabalhando e a velha alimentava os dois. Ela queria engordar as crianças para fazer um assado e comer. O garoto era esperto e percebeu o que a velha queria. Arrumou dois rabinhos de lagartixa. Deu um para Maria e ficou com o outro. Todas as vezes que a velha dava comida e perguntava como eles estavam, as crianças respondiam:
- Vamos bem!
- Mostre o dedinho! - pediu a feiticeira.
As crianças mostravam os rabinhos de lagartixa e a velha, que era meio cega, apalpava e dizia:
- Tão magrinhos! Tem que comer mais, meus netinhos!
O tempo foi passando e as crianças engordando. Mas Maria, que era meio tonta, perdeu o rabo da lagartixa e quando a velha pediu que mostrassem o dedinho, a menina mostrou o mindinho. A velha apalpou e lambeu os beiços:
- Estão no ponto! Ainda bem! Vamos preparar uma fogueira para dançar!
Assim mesmo foi. A velha soltou João da gaiola e acendeu uma fogueira que dava para assar dois bois. Depois chamou os meninos e falou:
- Dancem em volta da fogueira, meus netinhos!
João respondeu:
- Vovó, a gente não sabe dançar! Dança pra gente ver!
A bruxa reclamou:
- Mas vocês não sabem fazer nada!!
A velha começou a dançar. Os meninos a empurraram. A velha caiu dentro da fogueira. Ela começou a gritar como uma desesperada:
- Água, meus netinhos! Tragam água!!
- Azeite, senhora avó! - respondiam eles.
E a velha dentro da fogueira... espocou!
De repente os passarinhos entraram dentro da casa e levaram João e Maria para um quarto. No quarto encontraram muitas riquezas: roupas, pedras preciosas e muita comida e bebida.
Encheram umas malas com o tesouro e os passarinhos conduziram os dois para a casa dos pais. O lenhador, muito arrependido, ficou quase doido de contente, e abraçou os filhos chorando. A mãe nem falavam de tanta alegria. Ficaram todos ricos e felizes. E acabou a história.

Adaptação de Augusto Pessôa

A RÃ E O BOI - VÍDEO

A RÃ E O BOI - VÍDEO
Apresentação de Augusto Pessôa no Simpósio Internacional de Contadores de Histórias SESC RJ 2010. Clique na imagem e assista a história

A MENINA QUE FAZIA AZEITE DE DENDÊ

A MENINA QUE FAZIA AZEITE DE DENDÊ
Clique na imagem e assista a hitória

UMA APOSTA (VÍDEO)

UMA APOSTA (VÍDEO)
Conto de Artur Azevedo. CLIQUE NA IMAGEM E VEJA O VÍDEO

LIVROS LEGAIS

  • GRAMÁTICA DA FANTASIA de Gianni Rodari - Summus Editorial.
  • GUARDADOS DO CORAÇÃO – Memorial para Contadores de Histórias de Francisco Gregório Filho - Editora Amais.
  • FÁBULAS ITALIANAS de Ítalo Calvino - Editora Companhia das Letras
  • DICIONÁRIO DE FOLCLORE BRASILEIRO de Câmara Cascudo - Editora Itatiaia
  • VASOS SAGRADOS de Maria Inez do Espírito Santo - Ed Rocco
  • MEUS CONTOS AFRICANOS - seleção de Nelson Mandela - Ed Martins
  • LENDAS BRASILEIRAS de Camara Cascudo - Ediouro
  • CONTOS TRADICIONAIS DO BRASIL de Camara Cascudo - Ed Itatiaia
  • CONTOS POPULARES DO BRASIL de Silvio Romero - Ed Itatiaia

A MOURA TORTA

A MOURA TORTA
Clique na imagem e assista a um trecho do espetáculo

MARIA BORRALHEIRA (VÍDEO)

MARIA BORRALHEIRA (VÍDEO)
Peça teatral baseada no conto popular MARIA BORRALHEIRA com Augusto Pessôa e Rodrigo Lima. Direção Rubens Lima Junior. Clique na foto e assista a um trecho da peça.

FELIZES PARA SEMPRE (RESENHA)

FELIZES PARA SEMPRE (RESENHA)
Clique na imagem e veja a resenha do livro FELIZES PARA SEMPRE

QUANDO OS BICHOS AINDA FALAVAM

QUANDO OS BICHOS AINDA FALAVAM
Apresentação no Simpósio Internacional de Contadores de Histórias SESC RJ 2009

A MENINA QUE VIROU CORUJA (VÍDEO)

A MENINA QUE VIROU CORUJA (VÍDEO)
Conto Africano. Clique na imagem e assista ahistória

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)
Apresentação do Coral da Ciser - Joinville (2009). Cliuqe na imagem e assista a um trecho do espetáculo

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)
Apresentação do Coral da Ciser - Joinville (2009). Clique na imagem e assista a um trecho do espetáculo.

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)
Apresentação do Coral da Ciser - Joinville (2009). Clique na imagem e assita a um trecho do espetáculo

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES - SONHO DE MENINA

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES - SONHO DE MENINA
Apresentação no SESC Niterói - nov 2009 - Clique na imagem e assista a apresentação.

O MARIDO FIEL - VÍDEO

O MARIDO FIEL - VÍDEO
Conto de Nelson Rodrigues - adaptação e narração de Augusto Pessôa. Clique na imagem e assista a história.

O JABUTI E A FRUTA (VÍDEO)

O JABUTI E A FRUTA (VÍDEO)
conto popular adaptado por Augusto Pessôa. CLIQUE NA IMAGEM E ASSISTA AO VÍDEO

VOU BUSCAR O MEU AMOR (VÍDEO)

VOU BUSCAR O MEU AMOR (VÍDEO)
Cena do espetáculo A MOURA TORTA. Clique na foto e veja a cena

A MOURA TORTA

A MOURA TORTA
Clique na imagem e assista a um trecho do espetáculo em cartaz no teatro do Jockey - Gávea

JABUTI

JABUTI
Apresentação no Simpósio Internacional de contadores de Histórias - SESC RJ 2009. Clique na imagem e assista a um trecho da apresentação

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES - abertura da peça (VÍDEO)

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES - abertura da peça  (VÍDEO)
Apresentação no SESC Niterói - nov 2009 - Clique na imagem e assista a apresentação

A NOITE QUE A LUA SUMIU DO CÉU (VÍDEO)

A NOITE QUE A LUA SUMIU DO CÉU (VÍDEO)
Clique na imagem e veja um clipe do espetáculo

A DAMA DO LOTAÇÃO (VÍDEO)

A DAMA DO LOTAÇÃO (VÍDEO)
conto de Nelson Rodrigues. Adaptação e narração de Augusto Pessôa

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES (VÍDEO)

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES (VÍDEO)
Peça baseada no conto popular O REI DOENTE DO MAL DE AMORES (2003). Clique na foto e veja um trecho do espetáculo.

TOC, TOC, TOC, TOC (VÍDEO)

TOC, TOC, TOC, TOC (VÍDEO)
Conto de Arur Azevedo. CLIQUE NA IMAGEM E VEJA O VÍDEO

MALASARTES E O HOMEM ENGANADO DUAS VEZES (VÍDEO)

MALASARTES E O HOMEM ENGANADO DUAS VEZES (VÍDEO)
Contação de Histórias. Clique na imagem e assista a contação.

MENINA FACEIRA

MENINA FACEIRA
Apresentação de Augusto Pessôa e Rodrigo Lima no Instituto Moreira Salles - set 2009. Clique na imagem e veja a apresentação.

HISTÓRIA DE ANTANHO (VÍDEO)

HISTÓRIA DE ANTANHO (VÍDEO)
NA CASA DE SEU PEDRÃO. Apresentação de Augusto Pessôa e Rodrigo Lima no SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE CONTADORES DE HISTÓRIAS - SESC RJ (2008). Clique na imagem e veja a apresentação

MÚSICA - NA FEIRA DO TEM TEM (VÍDEO)

MÚSICA - NA FEIRA DO TEM TEM (VÍDEO)
O Rei Doente do Mal de Amores - apresentação no SESC Niterói 2009. Clique na imagem e assista a cena.

PARA SEMPRE FIEL (VÍDEO)

PARA SEMPRE FIEL (VÍDEO)
Conto de Nelson Rodrigues - adaptação e narração de Augusto Pessôa

SUSPIROS VÃO E VEM (VÍDEO)

SUSPIROS VÃO E VEM (VÍDEO)
Apresentação do espetáculo O REI DOENTE DO MALDE AMORES no SESC Niterói 2009. Clique na imagem e assista a apresentação

MALASARTES! (VÍDEO)

MALASARTES! (VÍDEO)
Peça baseada nas histórias de Pedro Malasartes. Clique na foto e veja um trecho do espetáculo

O JABUTI E A FRUTA

O JABUTI E A FRUTA
Apresentação no Simpósio Internacional de Contadores de Histórias - SESC RJ 2009. Clique na imagem e assista a história

A MOURA TORTA

A MOURA TORTA
Crítica do espetáculo publicada no JORNAL DO BRASIL

MARIA BORRALHEIRA - CRÍTICA (IMAGEM)

MARIA BORRALHEIRA - CRÍTICA (IMAGEM)
Clique na imagem e leia a crítica sobre o espetáculo

MALASARTES - CRÍTICA (IMAGEM)

MALASARTES - CRÍTICA (IMAGEM)
Clique na imagem e leia a crítica do espetáculo.

CRÍTICA DO ESPETÁCULO O REI DOENTE DO MAL DE AMORES

CRÍTICA DO ESPETÁCULO O REI DOENTE DO MAL DE AMORES

MALASARTES - Histórias de Um Camarada Chamado Pedro

MALASARTES - Histórias de Um Camarada Chamado Pedro
Livro de Augusto Pessôa publicado pela Editora ROCCO (2007)

FELIZES PARA SEMPRE

FELIZES PARA SEMPRE
Livro com adaptações de Augusto Pessôa - Editora ROCCO (2003)

CONTOS DE HUMOR

CONTOS DE HUMOR
Contos de Artur Azevedo - organização Augusto Pessôa - Editora ROCCO (2008)

CONTANDO HISTÓRIAS NA ABL

CONTANDO HISTÓRIAS NA ABL
CONTANDO HISTÓRIAS NA BIBLIOTECA DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS