AUGUSTO PESSÔA - CONTADOR DE HISTÓRIAS - (BRASIL)

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Ator, Cenógrafo, Figurinista, Arte Educador Dramaturgo e Contador de Histórias. Bacharelado em Artes Cênicas (Habilitação em Interpretação e Habilitação em Cenografia) pela UNI-RIO - Universidade do Rio de Janeiro.

A PANQUECA FUGITIVA, O RESMUNGÃO E OUTROS CONTOS NÓRDICOS

A PANQUECA FUGITIVA, O RESMUNGÃO E OUTROS CONTOS NÓRDICOS

HISTÓRIAS DE NATAL

HISTÓRIAS DE NATAL
livro de contos populares adaptados e ilustrados por Augusto Pessõa - Ed. Escrita Fina (2010)

HISTÓRIAS DE BRUXAS - livro

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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

O URUBU E O GAVIÃO - conto popular

Diz que o gavião estava voando de uma forma magnífica pelos céus. De um jeito que só ele sabe fazer quando viu lá embaixo o urubu. A ave preta estava muito triste e o garboso gavião se aproximou:
- O que houve, compadre urubu? Porque essa tristeza toda??
E o urubu no seu desalento foi falando:
- Ah, amigo gavião, e não é pra ficar triste? Tô com fome e não tenho nada pra comer!
E o gavião começou a zombar do urubu:
- Ora, que bobagem! Mas porque o amigo não faz como eu que sou forte e poderoso? Tem que sair voando por aí para encontrar comida!!
E o urubu explicou:
- Compadre, eu não sou como o senhor! Só como o bicho morto e frio! Só como se Deus permite!
E o gavião continuou a zombaria:
- Pois perde tempo esperando! Tem que fazer como eu que saio voando por aí e encontro caça viva e com sangue quente! Comer carne morta e fria? Que nojo!!
E o urubu resignado:
- Cada um como Deus fez!
O gavião se emplumou todo e respondeu:
- Pois fique por aí esperando sua comida que eu vou me fartar!
E o gavião saiu voando todo empolgado deixando o urubu quase morto de fome. O garboso caçador foi pelo céu e logo encontrou um bando de rolinhas. Mirou na mais gordinha delas e chispou no ataque. A rolinha era gorda, mas era esperta. Saiu fugindo na maior disparada. E o gavião atrás da rolinha e a pobre fugindo de seu caçador. Até que a avezinha viu uma árvore com um buraco bem no meio. A pequena bateu mais forte as asas e foi seguida pelo gavião. A rolinha passou direto pelo buraco, mas o gavião, que de tão acelerado não conseguiu desviar, entrou direto no buraco e, por ser maior, ficou preso. Todo machucado tentou se livrar daquela prisão, mas não conseguiu.
Lá onde estava, o urubu começou a pensar. Talvez o gavião tivesse razão. Ficando ali parado ele não conseguiria nada. Meio fraco, o coitado saiu voando. Ia assim, sem ter sucesso, até que passou pela árvore onde estava preso o gavião. O prisioneiro pediu desesperado:
- Compadre urubu, me ajude!
- Mas ajudar o senhor? O senhor que é tão forte e poderoso!
- Estou preso! Se o senhor me salvar a gente pode caçar junto!
- Compadre, como já lhe disse antes: só como o que Deus me dá! Morto e frio! Por isso... esfrie, compadre! Esfrie!
O urubu ficou voando por ali esperando a hora de se alimentar.

Adaptação de Augusto Pessôa de conto popular
narrado por José Raimundo dos Santos em Vitória da Conquista (BA)

CHICO PREGUIÇA - conto popular

Diz que tinha um rapaz chamado Chico. O povo da aldeia onde ele morava achava que ele devia ser um rapaz bonito, mas ninguém sabia. Porque o Chico era preguiçoso! Tinha preguiça de cortar o cabelo e andava com ele comprido. Tinha preguiça também de fazer a barba e andava com ela grande. A barba e o cabelo. Compridos e sujos, por que ele tinha preguiça de tomar banho. Tinha preguiça de trocar de roupa e andava lambudo e rasgado que dava pena de ver. Por isso o povo o chamava de Chico Preguiça. E a fama do Preguiça corria por toda aldeia e todo o reino.
O pai brigava com ele:
- Meu filho vá procurar o que fazer! Seus irmãos trabalham na pesca e você fica em casa sem fazer nada!
Mas o Chico Preguiça não tinha jeito. Um dia o pai brigou tanto com ele que o Chico foi com os irmãos para pesca. Os irmãos foram na frente e ele atrás arrastando o pé. Quando o Preguiça foi chegando na praia os irmãos já tinham saído para o mar. A praia era linda. O castelo do Rei ficava bem na beira da praia. E nesse dia a praia estava mais bonita ainda. A maré baixou e deixou a praia cheia de piscinas pequenas. O Chico foi andando na areia e passou bem embaixo de uma janela do castelo do Rei. Nessa janela estava a Princesa. A Princesa era linda que dava gosto de ver. Mas o que ela tinha de linda, tinha de implicante. Ela conhecia a fama do Preguiça. e começou a zombar dele:
- Oh, Preguiçoso! Oh, Chico Preguiça! Vai procurar o que fazer criatura!
O Chico não estava gostando daquela falação da Princesa, mas ela continuava a zombaria:
- Vai tomar um banho seu porco! Catinguento!
O Chico não estava gostando mesmo daquilo. Ele sentou do lado de uma das piscinas da praia e ficou olhando para aquele pedacinho de água. Justamente uma piscina que tinha um peixinho preso. O peixinho não percebeu que a maré estava baixando e ficou aprisionado na piscina. E a Princesa castigava na zombaria:
- Vai ficar aí sentado, Preguiça? Tem vergonha não? Preguiçoso! Nojento!
O Chico Preguiça já estava irritado com aquilo e deu um tapa na água pra mostrar a sua irritação. Deu o tapa justamente quando o peixinho ia passando e ele conseguiu pegar o peixe com a maior facilidade. Ficou olhando para aquele peixe sem saber o que fazer com ele. E a Princesa continuava:
- Larga esse peixe, Preguiça! Não vai fazer nada com ele mesmo!
O Chico estava com vontade de dar uma lição na Princesa quando aconteceu uma coisa tão estranha: o peixinho falou com o Chico Preguiça. E falou assim:
- Seu Chico, não me faça mal, não! Se o senhor me libertar e vou atender a qualquer pedido seu!
- E como há de ser isso? – perguntou o Chico.
- O senhor me liberta! Quando precisar de alguma coisa e só falar assim: Por Deus, pelo mar e por meu peixinho eu quero isso! E aí eu lhe atendo!
O Chico não acreditou muito naquilo, mas com ele não tinha nada a perder foi andando devagar até o mar pra libertar o peixinho. E a Princesa na janela do castelo continuava a zombaria:
- Seu porqueira! Deixe esse peixe em paz, criatura! Vai fazer o que no mar? Vai se afogar?
O Chico libertou o peixe no mar e resolveu testar para ver se era verdade falando assim:
- Por Deus, pelo mar e por meu Peixinho eu quero que a Princesa tenha um filho meu!
Foi ele falar isso, a Princesa logo sentiu uma coisa estranha... Uma coisa muito esquisita mesmo... Uma palpitação... Um enjôo... E começou a ter desejo. Chamou o Rei seu pai e pediu:
- Meu pai, eu estou enjoada, mas com muita vontade de comer uma coisa. Mas muita vontade mesmo. Quero comer melancia temperada com bastante cebola!
O Rei estranhou, mas mandou preparar o prato. Depois de comer, a Princesa continuava com desejo:
- Meu pai eu continuo enjoada, mas quero comer um sorvete. Eu estou com muita vontade de comer um sorvete! Mas eu quero sorvete de jiló!
E era cada pedido esquisito que o Rei desconfiou: a Princesa está com desejo? Com enjôo? Deve estar esperando criança. Mandou chamar os sábios da corte que fizeram os exames e constataram que a Princesa estava mesmo grávida. O Rei ficou furioso. Queria por que queria saber quem era o pai do filho da Princesa. E a jovem só chorava porque ela não sabia o que responder. A Princesa chorou tanto que o Rei se convenceu que sua filha não sabia quem era o pai da criança. Ele chamou novamente os sábios do reino e pediu que o ajudassem. Os sábios pensaram... pensaram... e assim falaram:
- Senhor Rei, o senhor deve esperar essa criança nascer! Depois que nascer, o senhor deve esperar que a criança comece a engatinhar. Quando já estiver engatinhando, o senhor deve convocar todos os homens do reino. Coloque a criança sentada no chão e vá formando os homens do reino em fila na frente do bebê. Quando a criança for engatinhando e se enroscar nas pernas de um dos homens, esse é o pai do filho de sua filha!
O Rei não gostou nada daquilo, mas... que jeito! Teve que esperar!
Passou um tempo e a Princesa teve um menino lindo. Passou mais um tempo e o menino começou a engatinhar. O Rei então convocou todos os homens do reino. Primeiro os nobres foram enfileirados diante do bebê e... Nada! A criança nem se mexia! Depois os guerreiros... Depois os sábios... Depois os ricos... Depois os pobres... Os miseráveis... Os mendigos... E nada! A criança nem se mexia! O Rei já estava desesperado:
- Não tem mais homem nesse reino?
E alguém lembrou do Chico Preguiça. E o Rei mandou buscarem o Preguiça. E foram os soldados até a casa do pai do Chico. O pai do Preguiça quando soube o que os guardas queriam com seu filho morreu de rir:
- Mas logo o meu Chico vai ser o pai do filho da Princesa! Um camarada que não sai de casa! Que não toma nem banho! O que a Princesa iria querer com ele?
O Chico, que estava no quarto e ouviu o pai falar, ficou pensando. O pai tinha razão. Ele era muito lambudo. E o Chico falou assim:
- Por Deus, pelo mar e por meu peixinho eu quero ficar limpo, cheiroso e arrumado!
E aconteceu: o Preguiça ficou cheiroso e limpo. O cabelo muito bem penteado e sedoso. A barba bem feita. O rosto tão bonito que chegava a brilhar. Dava gosto de ver. Vestido com um casaco de veludo, camisa de seda e botas de pelica. No dedo um anel com um diamante enorme. Assim o Chico apareceu diante dos guardas e de seu pai. O velho nem acreditou:
- Mas esse aí que é meu filho? Que belezura!
E o Chico foi para o castelo escoltado pelos guardas. O povo nem acreditava quando ele passava tão bonito e garboso. O Preguiça chegou no castelo e o colocaram diante da criança. E o bebê foi engatinhando... Foi engatinhando... E se enroscou nas pernas do Chico. O povo deu vivas! Foi aquela festa! Mas o Rei não achou a menor graça daquilo. Ele queria saber como o Chico tinha feito o filho na Princesa. E o Preguiça explicou:
- Senhor meu Rei, desejei que sua filha tivesse um filho meu e assim aconteceu!
O povo deu muita risada. Mas o Rei ficou furioso:
- Você está de brincadeira comigo, Preguiça? Não é assim que se faz um filho!
E o Chico explicou que quando ele desejava as coisas aconteciam, mas o Rei não queria acreditar. E o Preguiça teve uma idéia: mostrou o seu anel de diamante para todo mundo e disse:
- Pois eu vou desejar que esse meu anel vá parar no bolso do senhor meu Rei! – e falou baixinho para ninguém ouvir – Por Deus, pelo mar e por meu peixinho eu quero que meu anel vá para o bolso do Rei.
Foi ele falar isso e o Rei sentiu aquele peso no bolso. O Monarca meteu a mão e tirou do bolso o anel. Foi aquela festa! O Chico casou com a Princesa que ficou contente de casar com um moço tão bonito e garboso e eles foram felizes como Deus com os anjos. Felizes para sempre.
Adaptação de Augusto Pessôa

A RÃ E O BOI - VÍDEO

A RÃ E O BOI - VÍDEO
Apresentação de Augusto Pessôa no Simpósio Internacional de Contadores de Histórias SESC RJ 2010. Clique na imagem e assista a história

A MENINA QUE FAZIA AZEITE DE DENDÊ

A MENINA QUE FAZIA AZEITE DE DENDÊ
Clique na imagem e assista a hitória

UMA APOSTA (VÍDEO)

UMA APOSTA (VÍDEO)
Conto de Artur Azevedo. CLIQUE NA IMAGEM E VEJA O VÍDEO

LIVROS LEGAIS

  • GRAMÁTICA DA FANTASIA de Gianni Rodari - Summus Editorial.
  • GUARDADOS DO CORAÇÃO – Memorial para Contadores de Histórias de Francisco Gregório Filho - Editora Amais.
  • FÁBULAS ITALIANAS de Ítalo Calvino - Editora Companhia das Letras
  • DICIONÁRIO DE FOLCLORE BRASILEIRO de Câmara Cascudo - Editora Itatiaia
  • VASOS SAGRADOS de Maria Inez do Espírito Santo - Ed Rocco
  • MEUS CONTOS AFRICANOS - seleção de Nelson Mandela - Ed Martins
  • LENDAS BRASILEIRAS de Camara Cascudo - Ediouro
  • CONTOS TRADICIONAIS DO BRASIL de Camara Cascudo - Ed Itatiaia
  • CONTOS POPULARES DO BRASIL de Silvio Romero - Ed Itatiaia

A MOURA TORTA

A MOURA TORTA
Clique na imagem e assista a um trecho do espetáculo

MARIA BORRALHEIRA (VÍDEO)

MARIA BORRALHEIRA (VÍDEO)
Peça teatral baseada no conto popular MARIA BORRALHEIRA com Augusto Pessôa e Rodrigo Lima. Direção Rubens Lima Junior. Clique na foto e assista a um trecho da peça.

FELIZES PARA SEMPRE (RESENHA)

FELIZES PARA SEMPRE (RESENHA)
Clique na imagem e veja a resenha do livro FELIZES PARA SEMPRE

QUANDO OS BICHOS AINDA FALAVAM

QUANDO OS BICHOS AINDA FALAVAM
Apresentação no Simpósio Internacional de Contadores de Histórias SESC RJ 2009

A MENINA QUE VIROU CORUJA (VÍDEO)

A MENINA QUE VIROU CORUJA (VÍDEO)
Conto Africano. Clique na imagem e assista ahistória

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)
Apresentação do Coral da Ciser - Joinville (2009). Cliuqe na imagem e assista a um trecho do espetáculo

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)
Apresentação do Coral da Ciser - Joinville (2009). Clique na imagem e assista a um trecho do espetáculo.

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)
Apresentação do Coral da Ciser - Joinville (2009). Clique na imagem e assita a um trecho do espetáculo

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES - SONHO DE MENINA

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES - SONHO DE MENINA
Apresentação no SESC Niterói - nov 2009 - Clique na imagem e assista a apresentação.

O MARIDO FIEL - VÍDEO

O MARIDO FIEL - VÍDEO
Conto de Nelson Rodrigues - adaptação e narração de Augusto Pessôa. Clique na imagem e assista a história.

O JABUTI E A FRUTA (VÍDEO)

O JABUTI E A FRUTA (VÍDEO)
conto popular adaptado por Augusto Pessôa. CLIQUE NA IMAGEM E ASSISTA AO VÍDEO

VOU BUSCAR O MEU AMOR (VÍDEO)

VOU BUSCAR O MEU AMOR (VÍDEO)
Cena do espetáculo A MOURA TORTA. Clique na foto e veja a cena

A MOURA TORTA

A MOURA TORTA
Clique na imagem e assista a um trecho do espetáculo em cartaz no teatro do Jockey - Gávea

JABUTI

JABUTI
Apresentação no Simpósio Internacional de contadores de Histórias - SESC RJ 2009. Clique na imagem e assista a um trecho da apresentação

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES - abertura da peça (VÍDEO)

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES - abertura da peça  (VÍDEO)
Apresentação no SESC Niterói - nov 2009 - Clique na imagem e assista a apresentação

A NOITE QUE A LUA SUMIU DO CÉU (VÍDEO)

A NOITE QUE A LUA SUMIU DO CÉU (VÍDEO)
Clique na imagem e veja um clipe do espetáculo

A DAMA DO LOTAÇÃO (VÍDEO)

A DAMA DO LOTAÇÃO (VÍDEO)
conto de Nelson Rodrigues. Adaptação e narração de Augusto Pessôa

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES (VÍDEO)

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES (VÍDEO)
Peça baseada no conto popular O REI DOENTE DO MAL DE AMORES (2003). Clique na foto e veja um trecho do espetáculo.

TOC, TOC, TOC, TOC (VÍDEO)

TOC, TOC, TOC, TOC (VÍDEO)
Conto de Arur Azevedo. CLIQUE NA IMAGEM E VEJA O VÍDEO

MALASARTES E O HOMEM ENGANADO DUAS VEZES (VÍDEO)

MALASARTES E O HOMEM ENGANADO DUAS VEZES (VÍDEO)
Contação de Histórias. Clique na imagem e assista a contação.

MENINA FACEIRA

MENINA FACEIRA
Apresentação de Augusto Pessôa e Rodrigo Lima no Instituto Moreira Salles - set 2009. Clique na imagem e veja a apresentação.

HISTÓRIA DE ANTANHO (VÍDEO)

HISTÓRIA DE ANTANHO (VÍDEO)
NA CASA DE SEU PEDRÃO. Apresentação de Augusto Pessôa e Rodrigo Lima no SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE CONTADORES DE HISTÓRIAS - SESC RJ (2008). Clique na imagem e veja a apresentação

MÚSICA - NA FEIRA DO TEM TEM (VÍDEO)

MÚSICA - NA FEIRA DO TEM TEM (VÍDEO)
O Rei Doente do Mal de Amores - apresentação no SESC Niterói 2009. Clique na imagem e assista a cena.

PARA SEMPRE FIEL (VÍDEO)

PARA SEMPRE FIEL (VÍDEO)
Conto de Nelson Rodrigues - adaptação e narração de Augusto Pessôa

SUSPIROS VÃO E VEM (VÍDEO)

SUSPIROS VÃO E VEM (VÍDEO)
Apresentação do espetáculo O REI DOENTE DO MALDE AMORES no SESC Niterói 2009. Clique na imagem e assista a apresentação

MALASARTES! (VÍDEO)

MALASARTES! (VÍDEO)
Peça baseada nas histórias de Pedro Malasartes. Clique na foto e veja um trecho do espetáculo

O JABUTI E A FRUTA

O JABUTI E A FRUTA
Apresentação no Simpósio Internacional de Contadores de Histórias - SESC RJ 2009. Clique na imagem e assista a história

A MOURA TORTA

A MOURA TORTA
Crítica do espetáculo publicada no JORNAL DO BRASIL

MARIA BORRALHEIRA - CRÍTICA (IMAGEM)

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Clique na imagem e leia a crítica sobre o espetáculo

MALASARTES - CRÍTICA (IMAGEM)

MALASARTES - CRÍTICA (IMAGEM)
Clique na imagem e leia a crítica do espetáculo.

CRÍTICA DO ESPETÁCULO O REI DOENTE DO MAL DE AMORES

CRÍTICA DO ESPETÁCULO O REI DOENTE DO MAL DE AMORES

MALASARTES - Histórias de Um Camarada Chamado Pedro

MALASARTES - Histórias de Um Camarada Chamado Pedro
Livro de Augusto Pessôa publicado pela Editora ROCCO (2007)

FELIZES PARA SEMPRE

FELIZES PARA SEMPRE
Livro com adaptações de Augusto Pessôa - Editora ROCCO (2003)

CONTOS DE HUMOR

CONTOS DE HUMOR
Contos de Artur Azevedo - organização Augusto Pessôa - Editora ROCCO (2008)

CONTANDO HISTÓRIAS NA ABL

CONTANDO HISTÓRIAS NA ABL
CONTANDO HISTÓRIAS NA BIBLIOTECA DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS