AUGUSTO PESSÔA - CONTADOR DE HISTÓRIAS - (BRASIL)

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Ator, Cenógrafo, Figurinista, Arte Educador Dramaturgo e Contador de Histórias. Bacharelado em Artes Cênicas (Habilitação em Interpretação e Habilitação em Cenografia) pela UNI-RIO - Universidade do Rio de Janeiro.

A PANQUECA FUGITIVA, O RESMUNGÃO E OUTROS CONTOS NÓRDICOS

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HISTÓRIAS DE NATAL

HISTÓRIAS DE NATAL
livro de contos populares adaptados e ilustrados por Augusto Pessõa - Ed. Escrita Fina (2010)

HISTÓRIAS DE BRUXAS - livro

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sábado, 13 de março de 2010

SONHOS DA FAMÍLIA FELIZ

Por Orna Porat

As coisas que moldam nosso caráter são aquelas que guardamos na memória – ações e eventos vividos que se tornaram lembranças.
O que lembramos às vezes tem origem no desejo de lembrar de um colega. Mesmo eventos de que participamos alcançam nossa lembrança através da memória dos outros.
Nós os recolhemos da memória dos outros pelas histórias que nos contam.
Aqueles que são ricos de imaginação são capazes de lembrar até de fatos que nem experimentaram, mas que através da força da memória imaginativa tornaram-se uma experiência pessoal real e viva na memória.
No teatro reencontramos todas essas lembranças, as reais e as que são resultado da memória pessoal e coletiva.
Este é o poder do teatro – o poder de provocar a consciência, as associações, as emoções, os blocos de memória.
O teatro é uma das expressões artísticas mais importantes da vida cultural da sociedade, porque está presente em todas as esferas da vida humana.
No teatro para crianças, a plateia jovem encontra não só a realidade familiar, como também uma nova e ainda desconhecida. Ela absorve impressões renovadoras e descobre novas possibilidades – a formação de uma nova experiência de vida.
O teatro aprofunda e enriquece a sensibilidade infantil através do reencontro com um mundo familiar e próximo, seu conhecido.
O teatro abre os horizontes da criança, ajudando-a a voar nas asas da imaginação para mundos desconhecidos, distantes, estranhos e encantados.
A visita ao teatro cria nessa plateia jovem uma memória coletiva emocional e intelectual – vestígios de associações linguísticas, visuais e ideológicas.
No teatro, a criança revive não só lembranças e sonhos pessoais, mas também memórias e sonhos da família humana, de seus antepassados, de seu país, da raça humana toda!
O teatro infantil no nosso mundo multicultural tem um papel especial no desenvolvimento da base cultural comum que vai aproximar o próximo: através de seus valores universais pode passar a mensagem da beleza que há no ser humano e, através da atuação, expressar o segredo da alegria, da infância, do desejo e da esperança.

- A tradução da carta foi realizada por Heloisa Frederico, membro do Conselho de Administração do CBTIJ

O HOMEM DE AÇÚCAR - conto oriental

Era uma vez dois irmãos totalmente diferentes. O mais velho, Lao Da, era mau e ambicioso. Ficou com toda a fortuna que o pai deixara quando morreu. O mais novo, Lao Er, era honesto e sincero. Não ficou com nada da herança do pai. Mas ganhava o pão de cada dia, ajudando as pessoas em seus trabalhos.
Aconteceu que um dia, pediram a Lao Er para ir levar dois baldes de melaço a um vendedor ambulante que vivia do outro lado da montanha. Ia ele no meio da montanha, quando foi surpreendido por um forte temporal. O caminho estava escorregadio e Lao Er perdeu o equilíbrio e escorregou pela montanha juntamente com os dois balde de melaço. Ficou coberto de melaço. Antes que pudesse levantar, viu um grupo de duendes a sua volta. Os pequenos seres acharam que Lao Er era um homem feito de açúcar e resolveram que iriam devorar o pobre como quem come um doce.
- Este homem de açúcar é bem grande. - disse um dos duendes.
- Não podemos comer isso duma só vez. É melhor levar ele para casa.
Todos concordaram e levaram o homem para a sua caverna, colocaram ele sobre uma mesa de pedra e todos ficaram em volta dela para comerem o "doce".
Mas um dos duendes, que tinha um longo chifre na cabeça, disse:
- Bem, tragam o nosso talismã! Vamos primeiro almoçar, depois voltamos ao vale para nos divertirmos. E só mais tarde comeremos o doce!
Um pequenino duende trouxe um tambor e começou a tocar. Imediatamente muitos pratos com comidas deliciosas apareceram sobre a mesa. O cheiro era muito bom, mas Lao Er não se mexeu, com medo que os duendes vissem que ele era um homem e o matassem. Olhou para o tambor mágico e ficou prestando atenção para ver onde o pequenino duende o guardava.
Depois da refeição os duendes foram embora. Lao Er pegou o tambor mágico e correu para sua casa o mais depressa que as suas pernas permitiram.
É claro que Lao Er nunca mais precisou se preocupar com a comida, pois graças ao talismã ele sempre tinha a mesa farta. O tamborzinho mágico era realmente um tesouro. Tinha não só o poder de fazer aparecer comidas, mas tudo o que se desejasse. Mas Lao Er, que era honesto e trabalhador, limitou-se a pedir ao tambor mágico uma pequena quantia de dinheiro, o suficiente para comprar uma foice grande para ceifar, uma enxada e um martelo. E querendo viver com os frutos do seu trabalho, guardou o tambor num velho cofre.
Quando o seu irmão Lao Da soube disso ficou com uma tremenda inveja. Ele queria também um objeto mágico. Então, comprou dois baldes de melaço e foi para a montanha. No meio do caminho derramou os dois baldes na cabeça e ficou todo sujo pelo melaço. Deitou no chão e ficou esperando os duendes. Logo os pequeninos apareceram e quando o viram gritaram:
- O homem de açúcar que nós perdemos! Vamos carregar ele para a caverna. Depressa!
Lao Da ficou muito satisfeito ao ouvir isso. Daí a pouco ele teria em seu poder qualquer coisa mágica. Mas o duende de longo chifre disse:
- Da última vez o homem de açúcar fugiu com o nosso pequeno tambor, desta vez é melhor cozinhar ele primeiro e só depois pegaremos no nosso talismã para servir o jantar. Assim o homem de açúcar não poderá fugir e o nosso talismã continuará em nosso poder.
Os duendes colocaram Lao Da num grande caldeirão. Encheram de água, taparam, acenderam o fogo e começaram a cozinhar. Dentro daquela enorme panela, Lao Da não conseguia mais aguentar aquele calor. Levantou dum salto e saiu do caldeirão. Todos os duendes correram atrás de Lao Da. Queimado, com as suas roupas fumegantes, e além disso tremendo de medo, é claro que ele não conseguiu correr tão depressa. Os duendes agarraram o invejoso e levaram ele outra vez para a caverna.
- É preciso castigar esse vigarista! - declarou o duende do grande chifre. - Vamos fazer com que fique com um grande nariz, de modo que ele nunca mais se esquecerá de nós.
E falando isso, puxou pelo nariz de Lao Da e este ficou logo do tamanho de um pé. Depois, puxou mais seis vezes e cada vez que puxava, o nariz alongava mais um pé. Quando terminou, o nariz tinha sete pés de comprimento. Satisfeitos, os duendes botaram Lao Da para fora da caverna. O invejoso era obrigado a segurar o nariz com as suas mãos e foi assim que ele chegou a casa. A sua mulher quando o viu ficou desesperada. Lao Da contou toda a história. Ela ficou calada e depois disse:
- Não é preciso ficar tão desesperado, pois deve ter uma solução. Se os duendes puseram você nesse estado, eles também devem ter poderes para voltar ao normal. Vamos pedir a Lao Er que descubra como.
Ela correu até à casa de Lao Er, contou ao cunhado o que tinha acontecido e pediu ajuda chorando. O rapaz tinha muito bom coração e imediatamente correu para a montanha. Foi até a gruta e se escondeu. Os duendes tinham saído, mas logo chegaram. O duende com o chifre começou a farejar e disse:
- Cheira aqui a estranhos! Vamos procurar por todo o lado e vamos ver se não é alguém querendo roubar o nosso talismã!
Rapidamente eles se puseram a procurar por todos os lados. No seu esconderijo, Lao Er nem se mexia. Depois de um certo tempo, sem terem encontrado ninguém, os duendes sentaram à volta da mesa de pedra. Dessa vez tiraram um pequenino gongo de cobre. Um duende deu algumas pancadas. Dong! Dong! Dong! E, de repente, apareceram sobre a mesa as mais deliciosas comidas.
- O tambor nós perdemos - disse o duende de chifre – Mas temos esse gongo. Precisamos guardar melhor e não o deixar por aí. Temos de o levar sempre conosco.
Enquanto comiam, falaram sobre Lao Da e um dos pequeninos disse:
- Aquele desconhecido de ontem veio cá, com certeza para roubar o nosso talismã. Fizemos bem em alongar seu nariz. Vai aprender a lição. E ele não sabe que o seu mal tem remédio! E a única coisa que ele tem a fazer é bater no tambor que nos roubou, dizendo ao mesmo tempo: "Diminui!" E o nariz encolherá um pouco. Se bater mais vezes no tambor, pronunciando sempre: "Diminui!", o nariz voltará, pouco a pouco, ao seu tamanho normal...
- Calado! - interrompeu o duende de chifre. – Alguém pode ouvir!
Houve um completo silêncio por alguns momentos, mas como nenhum barulho se fez ouvir, continuaram a sua refeição. Depois que acabaram de jantar, saíram da caverna, aos saltos. Lao Er voltou para casa e contou para a cunhada tudo o que tinha ouvido.
- Vai buscar depressa o tambor mágico. O seu irmão precisa curar o nariz.
Lao Er levou o tambor mágico, colocou-o em frente do irmão, deu algumas pancadas e disse: - Diminui!
E o nariz diminuiu logo um pouco. Continuou a bater no tambor e a dizer:
- Diminui!
E o nariz diminuiu ainda mais um bocado. Lao Er continuando a bater, a dizer aquelas palavras e o nariz ia encolhendo pouco a pouco. Mas, de repente, a sua cunhada que estava fervendo de impaciência, disse:
- Assim nunca mais acaba! É muito devagar! Dá esse tambor pra mim!
Tirou o tambor das mãos de Lao Er e começou a bater com toda a fúria, dizendo:
- Diminui, diminui, diminui!
Ela falava o mais depressa que podia. O nariz de Lao Da diminuiu num abrir e fechar de olhos e, de repente, não tinha mais nariz! Ele entrou pela cabeça adentro. E também não havia mais tambor, a cunhada bateu com tanta força que a pele rasgou! E assim o mau e invejoso Lao Da passou a ser um homem sem nariz.

Conto Han

UM EMPREGO PARA MALASARTES

Diz que o Malasartes depois de enganar um fazendeiro ladino e gastar todo dinheiro que conseguiu, resolveu voltar pra casa. Mas um fato quase mudou seu destino. A mãe do nosso Pedro estava muito doente. Ela estava à beira da morte! A pobre senhora num último fôlego pediu: queria que o filho caçula arrumasse uma ocupação. Um trabalho decente como todo bom cristão. Fez o pedido e foi pra terra dos pés juntos... bateu os canecos... bateu as botas... vestiu paletó de madeira... morreu! Malasartes, então, decidiu arrumar uma ocupação. E foi batendo de porta em porta atrás de emprego. Depois de muito bater e receber muita porta na cara, o Pedro foi até uma fazenda e encontrou uma fazendeira. A mulher perguntou o que ele queria e o Pedro respondeu:

- Procuro um trabalho... uma ocupação... um serviço de bom cristão. Será que na sua fazenda não tem um lugar pra mim?
- Talvez tenha, mas preciso falar com meu marido! – e ela gritou – Marido!

Apareceu um homenzinho com a cara engraçada. A fazendeira explicou que o Malasartes queria um emprego. O fazendeiro perguntou o que ele sabia fazer e o Pedro respondeu:

- Faço qualquer coisa... qualquer ocupação... Sabe, foi um pedido da minha finada mãezinha que eu arrumasse um serviço, um trabalho de bom cristão! Será que o senhor tem um trabalho assim pra mim?
- Trabalho até que tem. Não muito, mas tem. Só não tem dinheiro pra pagar. Somos muito pobres...
- Trabalho por qualquer coisa. Até por um prato de comida!
- Então está bem! Você vai ganhar um bom prato de comida todos os dias!

E Malasartes passou a trabalhar na fazenda! E o patrão que disse que não tinha muito trabalho tratou de inventar um montão! O pobre do Pedro trabalhava sem cessar! O Patrão só pedindo. Queria isso, aquilo e “aquiloutro”! E o amarelo correndo de lado a lado. E o Patrão exigindo:

- Malasartes! Malasartes! Eu quero isso!
- Já vai, patrão!
- Agora eu quero aquilo!
- Tá aqui, patrão!
- Agora eu quero “aquiloutro”!
- Já vai, patrão! Tá aqui, patrão!
- Agora não quero mais! Demorou muito!

O nosso Pedro estava cansado de tanto trabalhar e quando ia pedir o seu prato de comida a patroa respondia:

- Ah, meu filho, não temos nada pra lhe dar... somos muito pobres... só tem esse pãozinho...

E dava para o pobre um pão duro, velho e seco. Que não dava nem pra morder. Assim seguia o Malasartes no seu emprego de bom cristão.
Mas até que chegou o dia que o Pedro trabalhou tanto que ficou com uma sede danada. Foi pedir água na casa e viu, por trás da porta, sua patroa limpando um monte de ouro que tirava de duas sacas cheias. E a mulher dizia assim enquanto esfregava as barras de ouro com um paninho:

- Ai, meu ourinho... meu ourinho vai ficar brilhando! Ai, meu ourinho... meu ourinho vai ficar limpinho! Que beleza! Deixa eu guardar pra ninguém pegar!

O Pedro Malasartes ficou furioso e falou com seus botões:

- Que safadeza!Que pouca vergonha! Esses dois se dizendo pobre e tendo esse monte de ouro na mão. E ainda me pagando com aquele pão velho, duro e seco. Minha finada mãezinha, a senhora vai me perdoar, mas esse negócio de serviço de bom cristão não é pra mim, não. Esses safados vão ver com quem tão lidando. Eu sou Pedro Malasartes!

E logo arquitetou um plano: chamou o patrão e disse que não queria mais esse negócio de buscar ISSO, AQUILO e “AQUILOUTRO”. Que preferia ter uma ocupação só! Preferia tomar conta só dos porcos. O patrão não gostou e resmungou:

- Você só quer tomar conta dos porcos?
- É, patrão! Faz mal?
- Bem não faz, mas mal também não chega a fazer! Você pode tomar conta só dos porcos, mas só vamos lhe dar a metade do pão!
- Vindo do senhor e da patroa está bem vindo.

E o Malasartes pegou a vara de porcos e foi para bem longe da fazenda. Achou um lugar bonito e ficou por ali com os porcos só esperando. Daí a pouco apareceu um rico fazendeiro que se encantou com os porcos:

- Que belezura de porcos!
- O senhor gostou? – perguntou o Pedro – Eu também gosto muito dos meus bichinhos!
- São seus?
- São meus desde que nasceram! – disse o Malasartes com a maior cara lavada – Eu adoro meus porquinhos!
- E o senhor não vende?
- Vender os meus porquinhos? Acho que não, doutor!
- Venda! Pago bom preço por eles!
- Mas eu vou sentir tanto a falta deles... só se eu ficasse com uma recordação...
- Que recordação? – se espantou o fazendeiro rico.
- O senhor quer os porquinhos para criar ou para matar?
- Para matar e vender a carne!
- Pois então eu vendo os porquinhos, mas sem o rabo. Vou ficar com os rabinhos de recordação!
- Como é que é?
- O senhor não vai vender as carnes... o rabinho não vai fazer falta! E eu fico com uma recordação dos meus bichinhos! Só vendo assim!

O Fazendeiro rico achou aquilo muito esquisito, mas topou fazer o negócio. Deu muito dinheiro para o Malasartes. O malandro pegou um canivetinho e cortou o rabinho de todos os porcos. O novo dono dos porcos foi embora e o amarelo enfiou os rabinhos num canteiro de terra e saiu correndo para fazenda chamando pelo patrão. E o homem apareceu espantado:

- Que foi, criatura?
- Os porquinhos! – disse o Malasartes quase sem fôlego.
- Que você fez com meus porquinhos?
- Os bichinhos tão se enterrando!
- Que é isso? Que besteira é essa?
- É verdade, patrão! Os bichinhos foram com as patinhas assim na terra... Roinc... Roinc... Roinc...Depois os focinhos... Roinc... Roinc... Roinc...E foram entrando na terra! Olha lá, patrão! Só estão os rabinhos de fora!

E o Malasartes apontou para o montinho com os rabinhos enfiados. O fazendeiro pôs as mãos na cabeça e gritou desesperado:

- Ai, que é verdade mesmo! O quê é que a gente faz, homem?
- Tem que desenterrar eles!
- Corre lá na casa e pede pra fazendeira uma pá!
- Só uma?
- Não. Pega logo duas!
- Duas. Tem certeza? São as duas?
- Tenho, homem de Deus, pega as duas!

O Malasartes saiu na maior carreira. Chegou na fazenda, tomou fôlego e chamou a fazendeira na maior calma. A Fazendeira apareceu com sua cara emburrada:

- Que é, homem de Deus?! Você quer mais comida?
- Não é isso não, patroa! É que o patrão mandou a senhora me dar as duas sacas de ouro!
- Como é que é? Você está é doido!
- Eu não sei de nada, Patroa. O Patrão que mandou...A senhora quer ver?

E o Malasartes gritou para o patrão de longe:

- São as duas, né? As duas!

E o fazendeiro sem saber de nada respondeu:

- É! As duas!

A Fazendeira nem acreditava no que estava vendo. Deu as sacas de ouro para o Malasartes e o malandro foi embora. O Fazendeiro e sua mulher nunca mais viram o ouro, nem os porcos, nem o Pedro Malasartes. E acabou a história!!

A RÃ E O BOI - VÍDEO

A RÃ E O BOI - VÍDEO
Apresentação de Augusto Pessôa no Simpósio Internacional de Contadores de Histórias SESC RJ 2010. Clique na imagem e assista a história

A MENINA QUE FAZIA AZEITE DE DENDÊ

A MENINA QUE FAZIA AZEITE DE DENDÊ
Clique na imagem e assista a hitória

UMA APOSTA (VÍDEO)

UMA APOSTA (VÍDEO)
Conto de Artur Azevedo. CLIQUE NA IMAGEM E VEJA O VÍDEO

LIVROS LEGAIS

  • GRAMÁTICA DA FANTASIA de Gianni Rodari - Summus Editorial.
  • GUARDADOS DO CORAÇÃO – Memorial para Contadores de Histórias de Francisco Gregório Filho - Editora Amais.
  • FÁBULAS ITALIANAS de Ítalo Calvino - Editora Companhia das Letras
  • DICIONÁRIO DE FOLCLORE BRASILEIRO de Câmara Cascudo - Editora Itatiaia
  • VASOS SAGRADOS de Maria Inez do Espírito Santo - Ed Rocco
  • MEUS CONTOS AFRICANOS - seleção de Nelson Mandela - Ed Martins
  • LENDAS BRASILEIRAS de Camara Cascudo - Ediouro
  • CONTOS TRADICIONAIS DO BRASIL de Camara Cascudo - Ed Itatiaia
  • CONTOS POPULARES DO BRASIL de Silvio Romero - Ed Itatiaia

A MOURA TORTA

A MOURA TORTA
Clique na imagem e assista a um trecho do espetáculo

MARIA BORRALHEIRA (VÍDEO)

MARIA BORRALHEIRA (VÍDEO)
Peça teatral baseada no conto popular MARIA BORRALHEIRA com Augusto Pessôa e Rodrigo Lima. Direção Rubens Lima Junior. Clique na foto e assista a um trecho da peça.

FELIZES PARA SEMPRE (RESENHA)

FELIZES PARA SEMPRE (RESENHA)
Clique na imagem e veja a resenha do livro FELIZES PARA SEMPRE

QUANDO OS BICHOS AINDA FALAVAM

QUANDO OS BICHOS AINDA FALAVAM
Apresentação no Simpósio Internacional de Contadores de Histórias SESC RJ 2009

A MENINA QUE VIROU CORUJA (VÍDEO)

A MENINA QUE VIROU CORUJA (VÍDEO)
Conto Africano. Clique na imagem e assista ahistória

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)
Apresentação do Coral da Ciser - Joinville (2009). Cliuqe na imagem e assista a um trecho do espetáculo

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)
Apresentação do Coral da Ciser - Joinville (2009). Clique na imagem e assista a um trecho do espetáculo.

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)
Apresentação do Coral da Ciser - Joinville (2009). Clique na imagem e assita a um trecho do espetáculo

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES - SONHO DE MENINA

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES - SONHO DE MENINA
Apresentação no SESC Niterói - nov 2009 - Clique na imagem e assista a apresentação.

O MARIDO FIEL - VÍDEO

O MARIDO FIEL - VÍDEO
Conto de Nelson Rodrigues - adaptação e narração de Augusto Pessôa. Clique na imagem e assista a história.

O JABUTI E A FRUTA (VÍDEO)

O JABUTI E A FRUTA (VÍDEO)
conto popular adaptado por Augusto Pessôa. CLIQUE NA IMAGEM E ASSISTA AO VÍDEO

VOU BUSCAR O MEU AMOR (VÍDEO)

VOU BUSCAR O MEU AMOR (VÍDEO)
Cena do espetáculo A MOURA TORTA. Clique na foto e veja a cena

A MOURA TORTA

A MOURA TORTA
Clique na imagem e assista a um trecho do espetáculo em cartaz no teatro do Jockey - Gávea

JABUTI

JABUTI
Apresentação no Simpósio Internacional de contadores de Histórias - SESC RJ 2009. Clique na imagem e assista a um trecho da apresentação

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES - abertura da peça (VÍDEO)

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES - abertura da peça  (VÍDEO)
Apresentação no SESC Niterói - nov 2009 - Clique na imagem e assista a apresentação

A NOITE QUE A LUA SUMIU DO CÉU (VÍDEO)

A NOITE QUE A LUA SUMIU DO CÉU (VÍDEO)
Clique na imagem e veja um clipe do espetáculo

A DAMA DO LOTAÇÃO (VÍDEO)

A DAMA DO LOTAÇÃO (VÍDEO)
conto de Nelson Rodrigues. Adaptação e narração de Augusto Pessôa

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES (VÍDEO)

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES (VÍDEO)
Peça baseada no conto popular O REI DOENTE DO MAL DE AMORES (2003). Clique na foto e veja um trecho do espetáculo.

TOC, TOC, TOC, TOC (VÍDEO)

TOC, TOC, TOC, TOC (VÍDEO)
Conto de Arur Azevedo. CLIQUE NA IMAGEM E VEJA O VÍDEO

MALASARTES E O HOMEM ENGANADO DUAS VEZES (VÍDEO)

MALASARTES E O HOMEM ENGANADO DUAS VEZES (VÍDEO)
Contação de Histórias. Clique na imagem e assista a contação.

MENINA FACEIRA

MENINA FACEIRA
Apresentação de Augusto Pessôa e Rodrigo Lima no Instituto Moreira Salles - set 2009. Clique na imagem e veja a apresentação.

HISTÓRIA DE ANTANHO (VÍDEO)

HISTÓRIA DE ANTANHO (VÍDEO)
NA CASA DE SEU PEDRÃO. Apresentação de Augusto Pessôa e Rodrigo Lima no SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE CONTADORES DE HISTÓRIAS - SESC RJ (2008). Clique na imagem e veja a apresentação

MÚSICA - NA FEIRA DO TEM TEM (VÍDEO)

MÚSICA - NA FEIRA DO TEM TEM (VÍDEO)
O Rei Doente do Mal de Amores - apresentação no SESC Niterói 2009. Clique na imagem e assista a cena.

PARA SEMPRE FIEL (VÍDEO)

PARA SEMPRE FIEL (VÍDEO)
Conto de Nelson Rodrigues - adaptação e narração de Augusto Pessôa

SUSPIROS VÃO E VEM (VÍDEO)

SUSPIROS VÃO E VEM (VÍDEO)
Apresentação do espetáculo O REI DOENTE DO MALDE AMORES no SESC Niterói 2009. Clique na imagem e assista a apresentação

MALASARTES! (VÍDEO)

MALASARTES! (VÍDEO)
Peça baseada nas histórias de Pedro Malasartes. Clique na foto e veja um trecho do espetáculo

O JABUTI E A FRUTA

O JABUTI E A FRUTA
Apresentação no Simpósio Internacional de Contadores de Histórias - SESC RJ 2009. Clique na imagem e assista a história

A MOURA TORTA

A MOURA TORTA
Crítica do espetáculo publicada no JORNAL DO BRASIL

MARIA BORRALHEIRA - CRÍTICA (IMAGEM)

MARIA BORRALHEIRA - CRÍTICA (IMAGEM)
Clique na imagem e leia a crítica sobre o espetáculo

MALASARTES - CRÍTICA (IMAGEM)

MALASARTES - CRÍTICA (IMAGEM)
Clique na imagem e leia a crítica do espetáculo.

CRÍTICA DO ESPETÁCULO O REI DOENTE DO MAL DE AMORES

CRÍTICA DO ESPETÁCULO O REI DOENTE DO MAL DE AMORES

MALASARTES - Histórias de Um Camarada Chamado Pedro

MALASARTES - Histórias de Um Camarada Chamado Pedro
Livro de Augusto Pessôa publicado pela Editora ROCCO (2007)

FELIZES PARA SEMPRE

FELIZES PARA SEMPRE
Livro com adaptações de Augusto Pessôa - Editora ROCCO (2003)

CONTOS DE HUMOR

CONTOS DE HUMOR
Contos de Artur Azevedo - organização Augusto Pessôa - Editora ROCCO (2008)

CONTANDO HISTÓRIAS NA ABL

CONTANDO HISTÓRIAS NA ABL
CONTANDO HISTÓRIAS NA BIBLIOTECA DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS