AUGUSTO PESSÔA - CONTADOR DE HISTÓRIAS - (BRASIL)

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Ator, Cenógrafo, Figurinista, Arte Educador Dramaturgo e Contador de Histórias. Bacharelado em Artes Cênicas (Habilitação em Interpretação e Habilitação em Cenografia) pela UNI-RIO - Universidade do Rio de Janeiro.

A PANQUECA FUGITIVA, O RESMUNGÃO E OUTROS CONTOS NÓRDICOS

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HISTÓRIAS DE NATAL

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livro de contos populares adaptados e ilustrados por Augusto Pessõa - Ed. Escrita Fina (2010)

HISTÓRIAS DE BRUXAS - livro

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sábado, 17 de julho de 2010

JUCA E A SERPENTE DO RIO (conto popular)

Há muito tempo atrás, numa aldeia distante, morava um rapaz chamado Juca. Ele morava com a mãe e era um rapaz muito bom. Mas era bobo. Qualquer um enganava o pobre com a maior facilidade. Pra conseguir comida o Juca pescava, mas o rio que tinha peixe ficava longe da sua casa. Muito longe mesmo. O Juca tinha até que dormir numa pousada para depois voltar pra casa. Mas o rapaz ia assim mesmo. Era assim que ele e mãe se alimentavam.
Um dia, ele estava lá pescando quando... sentiu um puxão na linha. Devia ser o primeiro peixe. O Juca puxou e veio um peixinho todo colorido. O rapaz ficou contente, mas depois tomou um susto, pois o peixe falou assim:

- Seu Juca, me solte que eu chamo a serpente do rio. Eu sou filho dela e, se o senhor me soltar, ela lhe dá três presentes!

O Juca não acreditou muito, mas resolveu soltar o peixinho e continuou pescando. De repente ele escutou um barulho estranho e saiu de dentro da água a Serpente do Rio. O Juca ficou morrendo de medo e a serpente falou assim:

- Não tenha medo, seu Juca! O senhor libertou meu filho e eu vim aqui lhe dar os presentes!

- Eu só quero um! – falou o Juca.

- Pois eu vou lhe dar o primeiro. Se o senhor ficar satisfeito, não vai precisar dos outros. Vou-lhe dar um vaso mágico. É só o senhor falar: “vaso, cadê meu ouro?” E aí, o senhor vira o vaso que o ouro vai aparecer na sua mão. Mas não conte isso pra ninguém!

- Nem pra minha mãe?
- Só pra sua mãe! Mais ninguém!

A Serpente disse isso e afundou nas águas. E do fundo das águas surgiu o vaso mágico. Era lindo! O Juca pegou o presente e falou:

- Vaso, cadê meu ouro?

E de dentro do vaso saiu muito ouro. O Juca ficou satisfeito. Esqueceu da pesca. Foi para pousada a fim de dormir para voltar no dia seguinte para casa e mostrar a novidade para a mãe.
O dono da pousada era um camarada muito esperto. Quando viu aquele vaso nas mãos do Juca, achou que aquilo podia valer alguma coisa e perguntou:

- Que vaso bonito, seu Juca! O quê que é isso?

- Ih, eu não posso contar pra ninguém!

- Mas pra mim, que sou seu amigo do peito, o senhor pode contar!

- Será?

- É claro! Eu sou seu amigo ou não sou?

- Pois então eu vou contar: ganhei esse vaso da Serpente do Rio. É só a gente falar: “vaso, cadê meu ouro?” Virar o vaso e o ouro aparece na mão da gente!

- Então é melhor guardar esse vaso bem guardado! Deixe comigo que eu guardo e amanhã devolvo para o senhor.

E o Juca assim fez. Entregou o vaso para o dono da pousada e foi dormir. Mas o homem trocou o vaso por outro igualzinho. No dia seguinte o Juca acordou, pegou o vaso e foi pra casa.
Quando chegou em casa, chamou a mãe e mostrou o presente:

- Mãe! Mãe!

- Que é, meu filho? Trouxe os peixes?

- Trouxe uma coisa muito melhor! Um vaso mágico! É só a gente falar: “Vaso, cadê meu ouro?” Virar o vaso e aparece um monte de ouro.

- E isso é possível, meu filho?

- Quer ver? – e o Juca tentou fazer – “Vaso, cadê meu ouro?”
O rapaz disse isso, mas não apareceu ouro nenhum. A mãe ficou chateada:

- Eu esperando um peixe pra gente comer e você vem com essa bobagem de vaso! Ah, por favor!

O Juca não entendeu nada e resolveu voltar lá no rio para pedir um novo presente. Chegou lá e chamou:

- Serpente do Rio! Serpente do Rio! Eu quero meu segundo presente!

De repente ele escutou aquele barulho estranho e saiu de dentro da água a Serpente do Rio. E a serpente falou assim:

- Quer mais um presente?

- Eu só quero mais um!

- Pois eu vou lhe dar essa caixa mágica. É só o senhor falar: “caixa, cadê minha comida?” E aí, o senhor abre a caixa e vai sair um monte de comida de dentro. Mas não conte isso pra ninguém!

- Nem pra minha mãe? – perguntou o Juca.

- Só pra sua mãe! Pra mais ninguém!

A Serpente disse isso e afundou nas águas. E do fundo das águas surgiu a caixa mágica. O Juca pegou o presente e falou:

- Caixa, cadê minha comida?

E abriu a caixa e lá de dentro ele tirou um monte de comida. O Juca ficou satisfeito. Foi para pousada a fim de dormir para voltar no dia seguinte para casa e mostrar a novidade para a mãe.
O dono da pousada quando viu aquela caixa nas mãos do Juca, achou que aquilo podia ser um novo presente mágico e perguntou:

- Que caixa bonita, seu Juca! O quê que é isso?

- Ih, eu não posso contar pra ninguém!

- Mas pra mim, que sou seu amigo do peito, o senhor pode contar!

- É, o senhor tem razão! Ganhei essa caixa da Serpente do Rio. É só a gente falar: “caixa, cadê minha comida?” Abrir a caixa e tirar muita comida de dentro!

- Então é melhor guardar essa caixa bem guardada! Deixe comigo que eu guardo e amanhã devolvo para o senhor.

E o Juca assim fez. Entregou a caixa para o dono da pousada e foi dormir. Mas o homem trocou a caixa por outra igualzinha. No dia seguinte o Juca acordou, pegou a caixa e foi pra casa. Quando chegou em casa, chamou a mãe e mostrou o presente:

- Mãe! Mãe!

- Que é, meu filho? Trouxe outra bobagem? Cadê os peixes, menino?

- Trouxe uma coisa muito melhor! Dessa vez a senhora não vai nem acreditar! Uma caixa mágica! É só a gente falar: “Caixa, cadê minha comida?” Abrir a caixa e tirar um monte de comida de dentro.

- E isso é possível, meu filho?
- Quer ver? – e o Juca tentou fazer – “Caixa, cadê minha comida?”

O rapaz disse isso e abriu a caixa. Mas a caixa estava vazia. A mãe ficou mais chateada:

- Eu esperando um peixe pra gente comer e você vem com essa bobagem de caixa! Ah, por favor!

O Juca não entendeu nada e resolveu voltar lá no rio para pedir o último presente. Chegou lá e chamou:

- Serpente do Rio! Serpente do Rio! Quero meu último presente!

Ele escutou o barulho estranho e saiu de dentro da água a Serpente do Rio. E a serpente falou assim:

- Mais um presente, senhor Juca? O senhor não está satisfeito com os outros que eu lhe dei?

- É que aqueles presentes só funcionam aqui com a senhora! Quando mostro pra minha mãe, eles param de funcionar!

- E o senhor contou sobre os presentes para mais alguém além de sua mãe?

- Só para o dono da pousada. Mas ele é meu amigo do peito!

- Sei. Mas eu não disse ao senhor que não contasse pra ninguém sobre os presentes? Só contasse pra sua mãe!
- Mas o dono da pousada é meu amigo do peito!

- Está bem, seu Juca. Eu vou lhe ajudar mesmo assim. Mas será a última vez. Vou lhe dar o último presente: um bastão mágico.

- E como isso vai me ajudar? – perguntou o Juca.

- Basta falar: “bastão, faça o seu trabalho.” E o bastão vai bater em quem falou.

- E isso vai me ajudar? Eu vou é tomar uma surra! – estranhou o Juca.

E a Serpente continuou:

- Para parar de bater é o só falar: “bastão, pare o trabalho”!

- E como é que esse bastão vai me ajudar? – insistiu o Juca.

E a Serpente respondeu:

- O senhor não vai experimentar o bastão aqui. Quando chegar na pousada, vai contar para o dono só a primeira parte: “bastão, faça o seu trabalho.” E vai dizer para ele que o trabalho do bastão e arrumar ouro. Diga isso a ele e veja se realmente ele é seu amigo do peito.

- Como assim? – perguntou o Juca.

E a Serpente continuou:

- Quando o bastão funcionar, pergunte ao dono da pousada o que aconteceu com os seus presentes e veja o que ele lhe responde. Entendeu?

O Juca entendeu. A serpente afundou nas águas. E do fundo das águas surgiu o bastão mágico. O Juca pegou o presente e foi para pousada. O dono quando viu aquele bastão nas mãos do Juca, achou que aquilo podia ser mais um presente mágico e perguntou:

- Que bastão bonito, seu Juca! O quê que é isso?

- Eu ganhei esse bastão da Serpente do Rio. É só a gente falar: “bastão, faça o seu trabalho.” E o bastão arruma um monte de ouro pra gente.

Então é melhor guardar esse bastão bem guardado! Deixe comigo que eu guardo e amanhã devolvo para o senhor. E o Juca assim fez. Entregou o bastão para o dono da estalagem e foi dormir. Mas no meio da noite ele escutou os gritos:

- Ai! Ai! Ai!

E o dono da pousada apareceu desesperado:

- Seu Juca, socorro! O bastão está me batendo!

- Diga pra mim o que aconteceu com os meus presentes?

- Eu troquei os seus presentes, mas eu devolvo!

- Ah! Então o senhor pegou os meus presentes. Dizia que era meu amigo do peito, mas só queria me roubar. Pois o bastão só vai parar de bater se o senhor me devolver meus presentes.

Desesperado e apanhando muito, o dono da estalagem devolveu o vaso e a caixa. E o Juca falou assim:

- Bastão, pare o seu trabalho!

O bastão parou de bater e o dono da estalagem ficou todo moído. O Juca pegou seus presentes e foi embora pra casa. Em casa mostrou os presentes verdadeiros a mãe e eles viveram felizes e tranqüilos pelo resto da vida. E acabou a história.

Conto popular adaptado por Augusto Pessôa

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