AUGUSTO PESSÔA - CONTADOR DE HISTÓRIAS - (BRASIL)

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Ator, Cenógrafo, Figurinista, Arte Educador Dramaturgo e Contador de Histórias. Bacharelado em Artes Cênicas (Habilitação em Interpretação e Habilitação em Cenografia) pela UNI-RIO - Universidade do Rio de Janeiro.

A PANQUECA FUGITIVA, O RESMUNGÃO E OUTROS CONTOS NÓRDICOS

A PANQUECA FUGITIVA, O RESMUNGÃO E OUTROS CONTOS NÓRDICOS

HISTÓRIAS DE NATAL

HISTÓRIAS DE NATAL
livro de contos populares adaptados e ilustrados por Augusto Pessõa - Ed. Escrita Fina (2010)

HISTÓRIAS DE BRUXAS - livro

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sábado, 14 de agosto de 2010

O HOMEM QUE BOTOU UM OVO - conto popular

Pois agora eu vou contar uma história pra vocês verem como esse negócio de fofoca é perigoso. Era uma vez um homem, chamado Osvaldo, que queria provar que sua mulher era a maior fofoqueira do pedaço. Ele pegou um ovo na geladeira e colocou dentro de uma meia sem a mulher ver. Quando foram dormir ele arrumou um jeito de deixar o ovo bem pertinho dele. E no dia seguinte o homem se fez de espantado e falou pra mulher:

- Olha, Maria, eu quero te contar uma coisa, mas você tem que me prometer que não vai contar nada pra ninguém.
- Mas o que foi homem! Fale logo!
- Mas você tem que jurar... Tem que prometer que não vai contar nada pra ninguém!
- Conta! Eu juro que não falo nada pra ninguém! Desembuche, homem!Você sabe que minha boca é um túmulo! Daqui não sai nada!
- Tá bom, Maria, eu vou contar: Eu pus um ovo!!
- O que? Um ovo? Mas como?
- Não sei, só sei que tá aqui.

O Osvaldo falou isso e mostrou o ovo ainda quentinho. A mulher arregalou os olhos e o marido continuou:

- Mas você jurou que não vai contar pra ninguém, lembra? Olha lá, Maria! Depois o povo pode até me botar apelido!

Dona Maria tranquilizou o marido:

- Claro, Osvaldo! Não se preocupe!

E D. Maria não contou mesmo nada pra ninguém enquanto estava em casa. Pois foi ela sair de casa e encontrou a prima Margarida. Afobada a mulher do Osvaldo falou com a prima:

- Margarida, minha prima!
- Quanto tempo, Maria!!
- Prima Margarida, eu tenho uma coisa para contar, mas eu não sei se conto, pois meu marido fez eu prometer que não contaria...
- Conta, boba! Nós somos primas. Não tem problema nenhum...
- Tudo bem, mas você promete que não conta pra ninguém? Se não o meu marido me mata...
- Conto não, prima! Diga logo... vai....
- O Osvaldo, sabe? Ele colocou dois ovos hoje de manhã!!
- O quê???? Dois ovos????
- É sim, mas não conta pra ninguém tá!!
- Claro, prima! Então... inté!

As duas se despediram. E a prima Margarida realmente não contou nada pra ninguém, pois não encontrou ninguém no seu caminho. Até que encontrou com a Comadre Florzinha...

- Comadre Flozinha!!
- Margarida!!
- Comadre, fiquei sabendo de uma coisa que minha prima me contou... que eu fiquei pasma. Mas não posso contar!
- Ó... minha amiga, conte sim. Não tem problema. Afinal, nós somos amigas!!
- Vou contar, mas não conte pra ninguém. Sabe o Osvaldo, marido da minha prima Maria, pois nessa manhã ele botou três ovos!!
- Mas o que você tá me contando.... Três ovos?
- Foi. Mas não conte pra ninguém!

E a Comadre Flozinha contou para outro, que contou para outro, que contou para mais outro, que passou para mais um... e antes de chegar 11 horas da manhã todo mundo só falava no famoso ZÉ GALINHA que todo dia botava 12 dúzias de ovos!!

Adaptação de Augusto Pessôa

NA CASA DO SEU PEDRÃO - conto popular

Era dia de festa na casa de seu Pedrão: o casamento da filha mais velha! Uma alegria danada!! E a festa estava sendo armada: seu Pedrão, junto com os empregados, arrumando o terreiro para o baile. A mulher dele, na cozinha junto com as empregadas, fazendo as comidas. Tudo estava muito bem até... que acabou a água. A mulher de seu Pedrão ficou desesperada e falou para uma das empregadas:

- Oh, Matilde, vai lá no poço pegar água!!

A Matilde pegou um balde e foi. Mas quando chegou no poço, ela viu um Beija-florzinho cantando pra se acabar. E cantava um sambinha tão gostoso... A Matilde esqueceu poço, esqueceu água, esqueceu tudo e começou a sambar. Sambava e sambava que era uma beleza. E lá na casa, a mulher de seu Pedrão esperando... esperando. Até que ela falou para a outra empregada:

- Oh, Dasdô, vai lá no poço vê o que aconteceu com a Matilde e me traz essa água!! Leva logo dois baldes!!

A Dasdô foi. Quando chegou no poço viu a amiga sambando e o Beija-florzinho cantando pra se acabar. A Matilde viu a Dasdô e cantou assim:

Parceira de minh’alma
Venha ver zizi cantar
Parceira de minh’alma
Venha ver zizi cantar
Quindaí !! Quindaí !!
Quindaí !! Quindá !!
Quindaí !! Quindaí !!
Quindaí !! Quindá !!

A Dasdô largou tudo e foi logo se requebrando... se rebolando... E lá na casa, a mulher de seu Pedrão esperando... esperando... até que ela chamou a filha mais nova e disse:

- Minha filha, vá ver o que essas empregadas estão fazendo no poço que não voltam com essa água! E leva três baldes!!

A mais nova foi. Quando chegou no poço viu as empregadas sambando e o Beija-florzinho cantando pra se acabar. As empregadas viram a mais nova e cantaram assim:

Sinhazinha de minh’alma
Venha ver zizi cantar
Sinhazinha de minh’alma
Venha ver zizi cantar
Quindaí !! Quindaí !!
Quindaí !! Quindá !!
Quindaí !! Quindaí !!
Quindaí !! Quindá !!

A mais nova esqueceu de tudo! Esqueceu a mãe, a água e começou a sambar junto com as empregadas. E lá na casa, a mulher de seu Pedrão esperando... esperando... até que ela chamou a filha mais velha, logo aquela que ia casar e disse assim:

- Minha filha, eu sei que é o dia do seu casamento. Mas sua irmã e as empregadas foram ao poço e não voltaram com a água. Vá ver o que aconteceu. E leva logo quatro baldes.

A mais velha foi. Vestida de noiva. Levou os baldes. Quando chegou no poço viu a irmã e as empregadas sambando e o Beija-florzinho cantando pra se acabar. A mais nova viu a irmã e cantou assim:

Maninha de minh’alma
Venha ver zizi cantar
Maninha de minh’alma
Venha ver zizi cantar
Quindaí !! Quindaí !!
Quindaí !! Quindá !!
Quindaí !! Quindaí !!
Quindaí !! Quindá !!

A mais velha esqueceu o casamento, esqueceu a água, esqueceu tudo... puxou o vestido até em cima e caiu no samba. E lá na casa, a mulher de seu Pedrão esperando... esperando... até que ela disse:

- Quem quer vai! Quem não quer manda!!

E foi ela mesma ver o que estava acontecendo levando cinco baldes. Quando chegou no poço viu as filhas e as empregadas sambando e o Beija-flor cantando pra se acabar. As filhas viram a mãe e cantaram assim:

Mãezinha de minh’alma
Venha ver zizi cantar
Mãezinha de minh’alma
Venha ver zizi cantar
Quindaí !! Quindaí !!
Quindaí !! Quindá !!
Quindaí !! Quindaí !!
Quindaí !! Quindá !!

A mulher de seu Pedrão esqueceu da água, do casamento, da festa, de tudo e começou a se rebolar toda e caiu no samba. E lá na casa, seu Pedrão acabou de arrumar o terreiro e foi até a cozinha ver a arrumação das comidas. Como não encontrou ninguém na cozinha, ficou preocupado. Tinha tanta comida ainda por fazer, tanta coisa para arrumar... e onde estão essas mulheres?! Seu Pedrão viu que faltava água e pensou em ir ao poço. Pegou um balde e o seu porrete, que ele chamava de “manguá”, e foi. Quando chegou no poço, viu sua mulher, suas filhas e as empregadas sambando e o Beija-florzinho cantando pra se acabar. A mulher de seu Pedrão quando viu o marido cantou assim:

Marido de minh’alma
Venha ver zizi cantar
Marido de minh’alma
Venha ver zizi cantar
Quindaí !! Quindaí !!
Quindaí !! Quindá !!
Quindaí !! Quindaí !!
Quindaí !! Quindá !!

Mas seu Pedrão não gostou nada daquela história: tinha comida para fazer, festa para arrumar ... e as mulheres sambando. Seu Pedrão sacudiu o porrete e cantou:

Mulherada de minh’alma
Provem lá desse manguá !!
Mulherada de minh’alma
Provem lá desse manguá !!
Quindaí !! Quindaí !!
Quindaí !! Quindá !!
Quindaí !! Quindaí !!
Quindaí !! Quindá !!

Seu Pedrão baixou o porrete em todo mundo. Na confusão, o Beija-florzinho bateu asas e voou. As mulheres voltaram correndo para casa, arrumaram tudo e o casamento aconteceu. Mas na festa, até o seu Pedrão caiu no samba cantando assim :

Minha gente de minh’alma
Vamos todos requebrá !!
Minha gente de minh’alma
Vamos todos requebrá !!
Quindaí !! Quindaí !!
Quindaí !! Quindá !!
Quindaí !! Quindaí !!
Quindaí !! Quindá !!

Adaptação de Augusto Pessôa do conto popular
“O Beija-florzinho”

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

NA FIGUEIRA DO INFERNO - conto popular

Diz por aí, que os diabinhos fazem reunião na figueira do inferno para contar suas maldades. O povo também chama essa árvore de gameleira.
E essa história é mais do que verdadeira e aconteceu com um sujeito que tinha o apelido de Zé Papudo e perdeu a alcunha por causa disso. O Zé não gostava de ser conhecido dessa forma mas não era chamado assim à toa, tinha um papo muito grande embaixo do queixo. Vivia andando pelas matas na sua carroça e vendendo suas mercadorias.
Pois bem, o Papudo vinha de uma viagem longa e passou por uma gameleira galhuda que dava uma sombra muito boa. O sol estava de lascar e o Zé estava cansado que doíam os ossos. Ele resolveu parar e tirar um cochilo embaixo da árvore. Isso aconteceu numa quinta-feira. Exato o dia que os diabinhos se juntam na galharia dessa árvore para cantar samba e contar suas maldades. Bom, foi o Zé Papudo deitar e fechar os olhos que deu, certinho, meio-dia. Ele começou a ouvir um barulho esquisito, eram os danados, assim como um bando de macacos, pulando de galho em galho, cantando, e, de vez em quando, fazendo uma parada para contar as suas maldades.
Na conversa deles cada um se vangloriava mais pelas maldades cometidas. Um dizia:

- Eu fiz um velho levar um tombo que deixou ele todo torto!

Outro se gabava:

- Eu sujei toda a roupa que a lavadeira tinha acabado de lavar!

E um terceiro continuava:

- E eu botei fogo no rancho de uma velha!

E todos iam falando e rindo de suas malvadezas. Entre uma história e outra cantavam um sambinha que era assim:

- É segunda feira, é terça feira, é quarta feira, é quinta feira, é sexta feira... É segunda feira, é terça feira, é quarta feira, é quinta feira, é sexta feira...

Era só isso a música. O sábado e o domingo eles não cantavam. Eles não gostam desses dias. Ninguém sabe direito porque.
E o Zé Papudo lá embaixo, meio dormindo, meio acordado, foi ouvindo a música e cantando também:

- É segunda feira, é terça feira, é quarta feira, é quinta feira, é sexta feira... É segunda feira, é terça feira, é quarta feira, é quinta feira, é sexta feira...

Bom, nessa conversaria e nessa cantoria, um deles deu com o pobre do Papudo deitado e falou para os outros malvadinhos:

- Olhem aquele cabra lá em baixo! Cantando igual à gente! Que maldade vamos fazer com ele?

Outro diabinho, respondeu logo:

- Ele está cantando direito, mas a gente tem que fazer uma maldade! O camarada é papudo! Deve gostar daquele papo! Vamos tirar o papo dele!

Todos concordaram. Nesse momento o viajante abriu os olhos e viu aquele monte de diabinhos em cima da árvore. Com muito medo, o pobre nem se mexia pra ver se os monstrinhos iam embora. E os sujinhos continuavam:

- Vamos arrancar esse papo dele!!

O coitado não teve tempo nem de piscar. Os diabinhos pularam em cima dele, arrancaram o papo do homem e plaft!. .. pregaram a bola no tronco da gameleira.
O Zé, que já não era mais papudo, ficou com tanto medo que desmaiou. Quando voltou a si não tinha mais nenhum diabinho na árvore. Só o papo grudado no tronco da gameleira comprovava o que tinha acontecido. Sem ser mais papudo, o Zé continuou sua viagem, feliz da vida.
Até que passou pela venda do sujeito que colocou o apelido nele. O tal homem tinha também um papo, mas era menor do que o do ex-papudo. Quando o comerciante viu o Zé ficou impressionado:

- Mas olhe seu Zé Papudo! Cadê o papo?

E o Zé respondeu:

- Zé Papudo não! Que eu não tenho mais papo!

E o outro, curioso, quis saber:

- E como isso aconteceu?

E o Zé contou toda história que tinha acontecido com ele: contou da árvore, dos diabinhos, da cantoria. Explicou tudo direitinho e foi embora na sua viagem.
O comerciante ficou com uma vontade danada de perder seu papo também e resolveu esperar a outra quinta-feira para ir lá na tal árvore.
E foi.
Estava lá deitado debaixo da figueira, quando ouviu a barulheira dos diabinhos. Exatamente como o Zé tinha contado. Daí a pouco, começou a cantoria:

- É segunda feira, é terça feira, é quarta feira, é quinta feira, é sexta feira... É segunda feira, é terça feira, é quarta feira, é quinta feira, é sexta feira...

O comerciante ficou tão animado com aquilo e, achando que estava ajudando, começou a cantar:

- E sábado e domingo também! E sábado e domingo também!!

Os danadinhos pararam de cantar e olharam para baixo. Ficaram com muita raiva e um deles falou assim:

- Olha lá! Outro papudo! Mas esse é abusado! Vem aqui cantar e atrapalhar a gente!! Fica cantando tudo errado!!O que é que vamos fazer com ele?

E um outro respondeu:

- Vamos lhe dar outro papo pra ver se ele aprende a cantar direito! Pega o papo do outro e gruda nesse desgraçado!

Foi uma gargalhada geral. Os diabinhos pularam em cima do comerciante, arrancaram o papo que estava colado na árvore e plaft! Colaram em cima do papo do infeliz.

- Toma safado! Aprende a não se meter onde não é chamado! Se não sabe cantar, não cante!

Falaram isso e foram embora. E o comerciante ficou com dois papos em vez de um.
 
Conto Popular adaptado por Augusto Pessôa

ENFIM UM INDIVÍDUO DE IDÉIAS ABERTAS

A coceira no ouvido atormentava.
Pegou o molho de chaves, enfiou a mais fininha na cavidade.
Coçou de leve o pavilhão, depois afundou no orifício encerado. E rodou, virou a pontinha da chave em beatitude, à procura daquele ponto exato em que cessaria a coceira.
Até que, traque, ouviu o leve estalo e, a chave enfim no seu encaixe, percebeu que a cabeça lentamente se abria.

Marina Colassanti
Contos e Amor Rasgados - Editora Rocco

A RÃ E O BOI - VÍDEO

A RÃ E O BOI - VÍDEO
Apresentação de Augusto Pessôa no Simpósio Internacional de Contadores de Histórias SESC RJ 2010. Clique na imagem e assista a história

A MENINA QUE FAZIA AZEITE DE DENDÊ

A MENINA QUE FAZIA AZEITE DE DENDÊ
Clique na imagem e assista a hitória

UMA APOSTA (VÍDEO)

UMA APOSTA (VÍDEO)
Conto de Artur Azevedo. CLIQUE NA IMAGEM E VEJA O VÍDEO

LIVROS LEGAIS

  • GRAMÁTICA DA FANTASIA de Gianni Rodari - Summus Editorial.
  • GUARDADOS DO CORAÇÃO – Memorial para Contadores de Histórias de Francisco Gregório Filho - Editora Amais.
  • FÁBULAS ITALIANAS de Ítalo Calvino - Editora Companhia das Letras
  • DICIONÁRIO DE FOLCLORE BRASILEIRO de Câmara Cascudo - Editora Itatiaia
  • VASOS SAGRADOS de Maria Inez do Espírito Santo - Ed Rocco
  • MEUS CONTOS AFRICANOS - seleção de Nelson Mandela - Ed Martins
  • LENDAS BRASILEIRAS de Camara Cascudo - Ediouro
  • CONTOS TRADICIONAIS DO BRASIL de Camara Cascudo - Ed Itatiaia
  • CONTOS POPULARES DO BRASIL de Silvio Romero - Ed Itatiaia

A MOURA TORTA

A MOURA TORTA
Clique na imagem e assista a um trecho do espetáculo

MARIA BORRALHEIRA (VÍDEO)

MARIA BORRALHEIRA (VÍDEO)
Peça teatral baseada no conto popular MARIA BORRALHEIRA com Augusto Pessôa e Rodrigo Lima. Direção Rubens Lima Junior. Clique na foto e assista a um trecho da peça.

FELIZES PARA SEMPRE (RESENHA)

FELIZES PARA SEMPRE (RESENHA)
Clique na imagem e veja a resenha do livro FELIZES PARA SEMPRE

QUANDO OS BICHOS AINDA FALAVAM

QUANDO OS BICHOS AINDA FALAVAM
Apresentação no Simpósio Internacional de Contadores de Histórias SESC RJ 2009

A MENINA QUE VIROU CORUJA (VÍDEO)

A MENINA QUE VIROU CORUJA (VÍDEO)
Conto Africano. Clique na imagem e assista ahistória

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)
Apresentação do Coral da Ciser - Joinville (2009). Cliuqe na imagem e assista a um trecho do espetáculo

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)
Apresentação do Coral da Ciser - Joinville (2009). Clique na imagem e assista a um trecho do espetáculo.

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)
Apresentação do Coral da Ciser - Joinville (2009). Clique na imagem e assita a um trecho do espetáculo

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES - SONHO DE MENINA

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES - SONHO DE MENINA
Apresentação no SESC Niterói - nov 2009 - Clique na imagem e assista a apresentação.

O MARIDO FIEL - VÍDEO

O MARIDO FIEL - VÍDEO
Conto de Nelson Rodrigues - adaptação e narração de Augusto Pessôa. Clique na imagem e assista a história.

O JABUTI E A FRUTA (VÍDEO)

O JABUTI E A FRUTA (VÍDEO)
conto popular adaptado por Augusto Pessôa. CLIQUE NA IMAGEM E ASSISTA AO VÍDEO

VOU BUSCAR O MEU AMOR (VÍDEO)

VOU BUSCAR O MEU AMOR (VÍDEO)
Cena do espetáculo A MOURA TORTA. Clique na foto e veja a cena

A MOURA TORTA

A MOURA TORTA
Clique na imagem e assista a um trecho do espetáculo em cartaz no teatro do Jockey - Gávea

JABUTI

JABUTI
Apresentação no Simpósio Internacional de contadores de Histórias - SESC RJ 2009. Clique na imagem e assista a um trecho da apresentação

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES - abertura da peça (VÍDEO)

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES - abertura da peça  (VÍDEO)
Apresentação no SESC Niterói - nov 2009 - Clique na imagem e assista a apresentação

A NOITE QUE A LUA SUMIU DO CÉU (VÍDEO)

A NOITE QUE A LUA SUMIU DO CÉU (VÍDEO)
Clique na imagem e veja um clipe do espetáculo

A DAMA DO LOTAÇÃO (VÍDEO)

A DAMA DO LOTAÇÃO (VÍDEO)
conto de Nelson Rodrigues. Adaptação e narração de Augusto Pessôa

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES (VÍDEO)

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES (VÍDEO)
Peça baseada no conto popular O REI DOENTE DO MAL DE AMORES (2003). Clique na foto e veja um trecho do espetáculo.

TOC, TOC, TOC, TOC (VÍDEO)

TOC, TOC, TOC, TOC (VÍDEO)
Conto de Arur Azevedo. CLIQUE NA IMAGEM E VEJA O VÍDEO

MALASARTES E O HOMEM ENGANADO DUAS VEZES (VÍDEO)

MALASARTES E O HOMEM ENGANADO DUAS VEZES (VÍDEO)
Contação de Histórias. Clique na imagem e assista a contação.

MENINA FACEIRA

MENINA FACEIRA
Apresentação de Augusto Pessôa e Rodrigo Lima no Instituto Moreira Salles - set 2009. Clique na imagem e veja a apresentação.

HISTÓRIA DE ANTANHO (VÍDEO)

HISTÓRIA DE ANTANHO (VÍDEO)
NA CASA DE SEU PEDRÃO. Apresentação de Augusto Pessôa e Rodrigo Lima no SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE CONTADORES DE HISTÓRIAS - SESC RJ (2008). Clique na imagem e veja a apresentação

MÚSICA - NA FEIRA DO TEM TEM (VÍDEO)

MÚSICA - NA FEIRA DO TEM TEM (VÍDEO)
O Rei Doente do Mal de Amores - apresentação no SESC Niterói 2009. Clique na imagem e assista a cena.

PARA SEMPRE FIEL (VÍDEO)

PARA SEMPRE FIEL (VÍDEO)
Conto de Nelson Rodrigues - adaptação e narração de Augusto Pessôa

SUSPIROS VÃO E VEM (VÍDEO)

SUSPIROS VÃO E VEM (VÍDEO)
Apresentação do espetáculo O REI DOENTE DO MALDE AMORES no SESC Niterói 2009. Clique na imagem e assista a apresentação

MALASARTES! (VÍDEO)

MALASARTES! (VÍDEO)
Peça baseada nas histórias de Pedro Malasartes. Clique na foto e veja um trecho do espetáculo

O JABUTI E A FRUTA

O JABUTI E A FRUTA
Apresentação no Simpósio Internacional de Contadores de Histórias - SESC RJ 2009. Clique na imagem e assista a história

A MOURA TORTA

A MOURA TORTA
Crítica do espetáculo publicada no JORNAL DO BRASIL

MARIA BORRALHEIRA - CRÍTICA (IMAGEM)

MARIA BORRALHEIRA - CRÍTICA (IMAGEM)
Clique na imagem e leia a crítica sobre o espetáculo

MALASARTES - CRÍTICA (IMAGEM)

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Clique na imagem e leia a crítica do espetáculo.

CRÍTICA DO ESPETÁCULO O REI DOENTE DO MAL DE AMORES

CRÍTICA DO ESPETÁCULO O REI DOENTE DO MAL DE AMORES

MALASARTES - Histórias de Um Camarada Chamado Pedro

MALASARTES - Histórias de Um Camarada Chamado Pedro
Livro de Augusto Pessôa publicado pela Editora ROCCO (2007)

FELIZES PARA SEMPRE

FELIZES PARA SEMPRE
Livro com adaptações de Augusto Pessôa - Editora ROCCO (2003)

CONTOS DE HUMOR

CONTOS DE HUMOR
Contos de Artur Azevedo - organização Augusto Pessôa - Editora ROCCO (2008)

CONTANDO HISTÓRIAS NA ABL

CONTANDO HISTÓRIAS NA ABL
CONTANDO HISTÓRIAS NA BIBLIOTECA DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS