AUGUSTO PESSÔA - CONTADOR DE HISTÓRIAS - (BRASIL)

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Ator, Cenógrafo, Figurinista, Arte Educador Dramaturgo e Contador de Histórias. Bacharelado em Artes Cênicas (Habilitação em Interpretação e Habilitação em Cenografia) pela UNI-RIO - Universidade do Rio de Janeiro.

A PANQUECA FUGITIVA, O RESMUNGÃO E OUTROS CONTOS NÓRDICOS

A PANQUECA FUGITIVA, O RESMUNGÃO E OUTROS CONTOS NÓRDICOS

HISTÓRIAS DE NATAL

HISTÓRIAS DE NATAL
livro de contos populares adaptados e ilustrados por Augusto Pessõa - Ed. Escrita Fina (2010)

HISTÓRIAS DE BRUXAS - livro

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Clique na imagem para conhecer o livro e a Editora LIVROS ILIMITADOS. Você pode adquir um exemplar do livro de Augusto Pessôa e conhecer outras publicações da editora.

domingo, 24 de outubro de 2010

SEI LÁ (CAUSO)

Era setembro. João, muito falador e brincalhão, com mais oito companheiros ajudava a preparar mais uma de suas pescarias para as barrancas do São Francisco.
Ficariam acampados por 15 dias às margens do rio, em uma fazenda próxima a Pirapora (aproximadamente 350 Km de Belo Horizonte), que por diversas vezes os havia acolhido.
A “jardineira” ficou lotada. Barcos, motores, iscas, muito sal para salgar os peixes, e todas as tralhas de cada um.
Dois dias de viagem, muitos pneus da “jardineira” furados e alguns problemas mecânicos, chegaram finalmente ao seu destino.
A recepção do grupo não poderia ser melhor. Vinham de Belo Horizonte, a capital, e os moradores da região logo apareciam no acampamento, pois traziam muitos presentes para eles, inclusive cobertores e alimentos. Para a molecada não havia coisa melhor.
No dia seguinte, ficaram por conta de montar acampamento, preparar os barcos, organizar toda a estrutura que trouxeram e descansar para começarem a pescar no próximo dia. À noite, fogueira, viola, e muita comida (sabiam que a molecada estaria ali para dividir com eles).
João, depois de umas e outras, resolveu amedrontar as crianças com uma história de arrepiar. Seus companheiros também ouviam e fingiam ser tudo verdade, evitando risos para não estragar a brincadeira.
Contava João que determinada vez saiu para pescar sozinho à noite. Noite de lua nova, rio silencioso e muita escuridão, uma pequena lanterna à mão, conseguiu apoitar embaixo de uma enorme árvore, uma ingazeira. Ouvia o barulho de alguns animais, provavelmente macacos Bugios, iscou seu anzol com um pedaço de minhocuçu, e sentou-se no barco. De repente, começou um vento forte, a água do rio encrespou, os galhos da árvore começaram a se curvar e o barco começou a balançar. A coisa começou a ficar complicada, com a ventania ficando ainda mais violenta e jogando água para dentro do barco. Resolveu ir embora, recolheu rapidamente a linha lançada ao rio e foi retirar a poita. Quando ligou a lanterna para pegar a corda da poita, viu uma enorme mão peluda segurando-se a ela. Era um caboclo d’água.
A molecada atenta e com os olhos arregalados, prestava atenção a tudo que João dizia e à forma como gesticulava.
Desesperado, pegou um facão e desfechou um golpe certeiro naquela coisa. Ouviu um imenso urro, a corda se partiu e um dos dedos peludos acabou caindo dentro do barco. Ligou rapidamente o motor, e com o coração disparado, livrou-se rapidamente daquela situação voltando para o rancho.
Os companheiros de João mal estavam conseguindo se conter em gargalhadas, mas a molecada ficou apavorada. Foram todos para suas casas e a turma de pescadores pode regozijar-se com mais uma do João.
A pescaria estava ótima. Muitos peixes e muita diversão.
Certo dia, já bem à tardinha, João resolveu sair sozinho com o barco.
Motor ligado, foi subindo o rio passando próximo à margem.
A escuridão já se fazia presente. Apoitou embaixo de uma árvore, iscou um anzol com um pedaço de minhocuçu, lançou a linha no rio e sentou-se no barco. Ouvia o barulho de animais. Um forte vento começou de uma hora para outra, o rio começou a ficar cheio de marolas e o barco começou a balançar. Foi neste instante que João começou a prestar atenção na situação que estava envolvido. Tudo que acontecia ao seu redor parecia exatamente como um filme da estória que havia inventado para a molecada. A árvore era uma ingazeira, o barulho era de Bugios e as demais circunstâncias eram coincidentes.
Recolheu rapidamente a linha lançada ao rio, puxou a poita, ligou o motor e saiu em disparada pensando: Eu hein!! Sei lá!

Causo do João narrado pelo pescador Carlinhos (Minas Gerais)

BAIANO (CAUSO)

Diz que era um casal de baianos com uma penca de filhos que resolveram tentar a sorte lá nas terras paulistas. No ônibus apinhado de gente, a mulher que era uma mulata sestrosa, foi dar o peito para o caçula de colo mamar. Mas o menino não pegava o peito de jeito nenhum. Só chorava. O homem encafifado reclamou:

- Dá leite pra esse menino!
- Ele não quer pegar o peito – respondeu a mulher.

Estavam nisso quando, do fundo do ônibus, uns estudantes começaram uma brincadeira fazendo assim:

- MIAU... MIAU... MIAU...

O baiano não teve dúvida. Pegou o facão e foi falando:

- XANIM... XANIM...

Passou.
Até que eles chegaram em São Paulo. Em baixo de um viaduto a mulher quis fazer um café. Mas não tinha coador. Mandou o marido comprar. O baiano juntou os trocados e foi numa lojinha. Pediu um coador. Mas, o paulista que o atendeu quis brincar com ele. Pegou um sutiã, embrulhou direitinho e deu para o baiano. O homem pegou o pacote e foi entregar para a mulher. Quando ela abriu deu com aquilo:

- Mas, homem, isso não é coador! É um sutiã!

O baiano voltou furioso a lojinha e pediu para trocar. O paulista, ainda querendo brincar com o outro, pegou uma luva, embrulhou direitinho e entregou para o baiano. Mas o outro falou assim:

- Agora você não me engana que eu vou abrir aqui!

E desembrulhou o pacote. Vendo a luva o baiano ficou furioso:

- Paulista danado! Primeiro você me dá um sutiã de mulher e agora me dá um sutiã de vaca!!!

Adaptação de Augusto Pessôa de causo
narrado por Zé Fineza em São Sebastião distrito de Vitória da Conquista (BA)

sábado, 9 de outubro de 2010

A MÃE D´ÁGUA - conto popular

Diz que tinha um pescador que morava numa choupana pobre. Um dia, ele estava andando pela praia quando ouviu um canto triste. Foi encantado por esse canto... procurou aqui e acolá... até que encontrou uma mulher linda que cantava sentada numa pedra. O homem quis saber:

- Quem é você?

- Sou a Mãe D´Água! - respondeu a mulher.

O homem ficou apaixonado por tanta beleza e quis casar com ela. Mas a Mãe D´Água disse:

- Caso com você! Mas tem uma condição: você não pode nunca mal dizer de mim e de todos os seres do mar!

O pescador aceitou e levou a Mãe D´Água para sua choupana pobre.
De uma hora para outra a vida do homem mudou. A riqueza entrou com força na vida do pescador. A choupana virou um palácio ricamente decorado. E a fortuna começou: roupas, comidas, bebidas, jóias, muitos criados. Uma beleza! E além disso tudo, a formosura da mulher que morava com ele. Os dois viviam numa eterna lua de mel.

O tempo passou.

O pescador estava cada dia mais rico. Vivia mais tempo na rua cuidando dos negócios do que em casa. A mulher cheia de filhos mantinha-se linda. Mas ela começou a cansar. Não tinha mais os carinhos e afagos do marido que estava sempre preocupado com seus trabalhos e negócios. E ela foi mudando: os cabelos ficaram brancos e ralos, o corpo ficou roliço e uma preguiça tomou conta de sua vontade. Passava os dias, deitada na cama, comendo e engordando. Tudo virou um caos: as crianças viviam sujas e famintas, os criados brigavam entre si e a casa desarrumada. O pescador se sentia melhor na rua do que em casa. A sua esposa não era, nem de longe, a bela mulher que ele encontrou na praia.
Um dia, o homem chegou em casa e encontrou os criados brigando com facas, as crianças chorando e uma bagunça que tomava todo o lugar. Foi ao quarto e encontrou a mulher deitada na cama comendo e engordando. O pescador se aborreceu e gritou:

- Que inferno!! Essa casa está uma desgraça e você ai deitada como uma porca! Mal digo de minha mulher e de todos os seres do mar!!

Foi ele dizer isso que a mulher voltou a ser linda. Mais deslumbrante do que quando o pescador a encontrou na praia. Ela se levantou. Estava vestida com um maravilhoso vestido feito com as águas do mar e disse:

- Mãe D´Água vai embora! Mãe D´Água vai partir!

A mulher foi saindo e tudo ia atrás dela: roupas, comidas, bebidas, jóias, criados, os filhos, o luxo e a casa. O pescador ainda gritou:

- Fica que eu ainda te amo!

Mas já era tarde. Tudo sumiu nas águas do mar e o pescador se viu novamente na sua pobre choupana.

Adaptação de Augusto Pessôa

A DOENÇA DO REI - causo

O Rei estava cansado das espertezas de Bocage. Ele queria mandar prender o espertalhão, mas não conseguia. Mandou chamar os sábios do reino para resolver o problema. E os sábios tiveram uma idéia:

- Majestade, vamos inventar que vossa excelência tem uma doença rara que faz o senhor não sentir cheiro de nada, não sentir gosto de nada e nem o deixa mentir! Mandamos Bocage curar a sua doença! Ele não vai conseguir e o senhor manda prendê-lo por isso!

O Rei achou a idéia excelente e mandou chamar o espertalhão. Bocage entrou nos aposentos reais e viu o monarca deitado na cama com cara de muito doente. Os sábios foram até ao malandro e disseram:

- Bocage, só você para salvar o nosso Rei! Ele está com uma doença muito estranha: não sente nem cheiro, nem gosto de nada! E nem pode mentir! Você sabe como curar isso?

O malandro logo percebeu que era uma armação, mas falou assim:

- Mas é claro que eu sei! Esperem aqui que vou buscar o remédio!

O espertalhão foi até o seu quarto e fez cocô numa bacia. Pegou umas cápsulas e encheu todas com aquela nojeira. Colocou tudo num vidrinho e voltou aos aposentos do Rei falando assim:

- Cá está o remédio que vai curar os seus males, Majestade!

Ninguém entendeu nada. E o Bocage pegou uma cápsula e entregou ao Rei.

- Abra e sinto o cheiro, Majestade!

O Rei abriu e deu uma cafungada naquilo. Sentiu aquele cheiro terrível e fez uma cara horrível. E o Bocage falou:

- Sentiu o cheiro! Já tá melhorando! Agora engula, Majestade!

E o malandro não deu tempo do Rei piscar. Pegou aquele troço e enfiou na boca do Monarca. O Soberano sentiu aquele gosto horroroso e falou:

- Tem gosto de COCÔ!

E o Bocage terminou:

- E é isso mesmo: sentiu cheiro, sentiu gosto e falou a verdade! Tá curado!!

Adaptação de Augusto Pessôa de causo
narrado por Zé Fineza em São Sebastião distrito de Vitória da Conquista (BA)

A RÃ E O BOI - VÍDEO

A RÃ E O BOI - VÍDEO
Apresentação de Augusto Pessôa no Simpósio Internacional de Contadores de Histórias SESC RJ 2010. Clique na imagem e assista a história

A MENINA QUE FAZIA AZEITE DE DENDÊ

A MENINA QUE FAZIA AZEITE DE DENDÊ
Clique na imagem e assista a hitória

UMA APOSTA (VÍDEO)

UMA APOSTA (VÍDEO)
Conto de Artur Azevedo. CLIQUE NA IMAGEM E VEJA O VÍDEO

LIVROS LEGAIS

  • GRAMÁTICA DA FANTASIA de Gianni Rodari - Summus Editorial.
  • GUARDADOS DO CORAÇÃO – Memorial para Contadores de Histórias de Francisco Gregório Filho - Editora Amais.
  • FÁBULAS ITALIANAS de Ítalo Calvino - Editora Companhia das Letras
  • DICIONÁRIO DE FOLCLORE BRASILEIRO de Câmara Cascudo - Editora Itatiaia
  • VASOS SAGRADOS de Maria Inez do Espírito Santo - Ed Rocco
  • MEUS CONTOS AFRICANOS - seleção de Nelson Mandela - Ed Martins
  • LENDAS BRASILEIRAS de Camara Cascudo - Ediouro
  • CONTOS TRADICIONAIS DO BRASIL de Camara Cascudo - Ed Itatiaia
  • CONTOS POPULARES DO BRASIL de Silvio Romero - Ed Itatiaia

A MOURA TORTA

A MOURA TORTA
Clique na imagem e assista a um trecho do espetáculo

MARIA BORRALHEIRA (VÍDEO)

MARIA BORRALHEIRA (VÍDEO)
Peça teatral baseada no conto popular MARIA BORRALHEIRA com Augusto Pessôa e Rodrigo Lima. Direção Rubens Lima Junior. Clique na foto e assista a um trecho da peça.

FELIZES PARA SEMPRE (RESENHA)

FELIZES PARA SEMPRE (RESENHA)
Clique na imagem e veja a resenha do livro FELIZES PARA SEMPRE

QUANDO OS BICHOS AINDA FALAVAM

QUANDO OS BICHOS AINDA FALAVAM
Apresentação no Simpósio Internacional de Contadores de Histórias SESC RJ 2009

A MENINA QUE VIROU CORUJA (VÍDEO)

A MENINA QUE VIROU CORUJA (VÍDEO)
Conto Africano. Clique na imagem e assista ahistória

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)
Apresentação do Coral da Ciser - Joinville (2009). Cliuqe na imagem e assista a um trecho do espetáculo

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)
Apresentação do Coral da Ciser - Joinville (2009). Clique na imagem e assista a um trecho do espetáculo.

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)
Apresentação do Coral da Ciser - Joinville (2009). Clique na imagem e assita a um trecho do espetáculo

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES - SONHO DE MENINA

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES - SONHO DE MENINA
Apresentação no SESC Niterói - nov 2009 - Clique na imagem e assista a apresentação.

O MARIDO FIEL - VÍDEO

O MARIDO FIEL - VÍDEO
Conto de Nelson Rodrigues - adaptação e narração de Augusto Pessôa. Clique na imagem e assista a história.

O JABUTI E A FRUTA (VÍDEO)

O JABUTI E A FRUTA (VÍDEO)
conto popular adaptado por Augusto Pessôa. CLIQUE NA IMAGEM E ASSISTA AO VÍDEO

VOU BUSCAR O MEU AMOR (VÍDEO)

VOU BUSCAR O MEU AMOR (VÍDEO)
Cena do espetáculo A MOURA TORTA. Clique na foto e veja a cena

A MOURA TORTA

A MOURA TORTA
Clique na imagem e assista a um trecho do espetáculo em cartaz no teatro do Jockey - Gávea

JABUTI

JABUTI
Apresentação no Simpósio Internacional de contadores de Histórias - SESC RJ 2009. Clique na imagem e assista a um trecho da apresentação

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES - abertura da peça (VÍDEO)

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES - abertura da peça  (VÍDEO)
Apresentação no SESC Niterói - nov 2009 - Clique na imagem e assista a apresentação

A NOITE QUE A LUA SUMIU DO CÉU (VÍDEO)

A NOITE QUE A LUA SUMIU DO CÉU (VÍDEO)
Clique na imagem e veja um clipe do espetáculo

A DAMA DO LOTAÇÃO (VÍDEO)

A DAMA DO LOTAÇÃO (VÍDEO)
conto de Nelson Rodrigues. Adaptação e narração de Augusto Pessôa

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES (VÍDEO)

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES (VÍDEO)
Peça baseada no conto popular O REI DOENTE DO MAL DE AMORES (2003). Clique na foto e veja um trecho do espetáculo.

TOC, TOC, TOC, TOC (VÍDEO)

TOC, TOC, TOC, TOC (VÍDEO)
Conto de Arur Azevedo. CLIQUE NA IMAGEM E VEJA O VÍDEO

MALASARTES E O HOMEM ENGANADO DUAS VEZES (VÍDEO)

MALASARTES E O HOMEM ENGANADO DUAS VEZES (VÍDEO)
Contação de Histórias. Clique na imagem e assista a contação.

MENINA FACEIRA

MENINA FACEIRA
Apresentação de Augusto Pessôa e Rodrigo Lima no Instituto Moreira Salles - set 2009. Clique na imagem e veja a apresentação.

HISTÓRIA DE ANTANHO (VÍDEO)

HISTÓRIA DE ANTANHO (VÍDEO)
NA CASA DE SEU PEDRÃO. Apresentação de Augusto Pessôa e Rodrigo Lima no SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE CONTADORES DE HISTÓRIAS - SESC RJ (2008). Clique na imagem e veja a apresentação

MÚSICA - NA FEIRA DO TEM TEM (VÍDEO)

MÚSICA - NA FEIRA DO TEM TEM (VÍDEO)
O Rei Doente do Mal de Amores - apresentação no SESC Niterói 2009. Clique na imagem e assista a cena.

PARA SEMPRE FIEL (VÍDEO)

PARA SEMPRE FIEL (VÍDEO)
Conto de Nelson Rodrigues - adaptação e narração de Augusto Pessôa

SUSPIROS VÃO E VEM (VÍDEO)

SUSPIROS VÃO E VEM (VÍDEO)
Apresentação do espetáculo O REI DOENTE DO MALDE AMORES no SESC Niterói 2009. Clique na imagem e assista a apresentação

MALASARTES! (VÍDEO)

MALASARTES! (VÍDEO)
Peça baseada nas histórias de Pedro Malasartes. Clique na foto e veja um trecho do espetáculo

O JABUTI E A FRUTA

O JABUTI E A FRUTA
Apresentação no Simpósio Internacional de Contadores de Histórias - SESC RJ 2009. Clique na imagem e assista a história

A MOURA TORTA

A MOURA TORTA
Crítica do espetáculo publicada no JORNAL DO BRASIL

MARIA BORRALHEIRA - CRÍTICA (IMAGEM)

MARIA BORRALHEIRA - CRÍTICA (IMAGEM)
Clique na imagem e leia a crítica sobre o espetáculo

MALASARTES - CRÍTICA (IMAGEM)

MALASARTES - CRÍTICA (IMAGEM)
Clique na imagem e leia a crítica do espetáculo.

CRÍTICA DO ESPETÁCULO O REI DOENTE DO MAL DE AMORES

CRÍTICA DO ESPETÁCULO O REI DOENTE DO MAL DE AMORES

MALASARTES - Histórias de Um Camarada Chamado Pedro

MALASARTES - Histórias de Um Camarada Chamado Pedro
Livro de Augusto Pessôa publicado pela Editora ROCCO (2007)

FELIZES PARA SEMPRE

FELIZES PARA SEMPRE
Livro com adaptações de Augusto Pessôa - Editora ROCCO (2003)

CONTOS DE HUMOR

CONTOS DE HUMOR
Contos de Artur Azevedo - organização Augusto Pessôa - Editora ROCCO (2008)

CONTANDO HISTÓRIAS NA ABL

CONTANDO HISTÓRIAS NA ABL
CONTANDO HISTÓRIAS NA BIBLIOTECA DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS