AUGUSTO PESSÔA - CONTADOR DE HISTÓRIAS - (BRASIL)

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Ator, Cenógrafo, Figurinista, Arte Educador Dramaturgo e Contador de Histórias. Bacharelado em Artes Cênicas (Habilitação em Interpretação e Habilitação em Cenografia) pela UNI-RIO - Universidade do Rio de Janeiro.

A PANQUECA FUGITIVA, O RESMUNGÃO E OUTROS CONTOS NÓRDICOS

A PANQUECA FUGITIVA, O RESMUNGÃO E OUTROS CONTOS NÓRDICOS

HISTÓRIAS DE NATAL

HISTÓRIAS DE NATAL
livro de contos populares adaptados e ilustrados por Augusto Pessõa - Ed. Escrita Fina (2010)

HISTÓRIAS DE BRUXAS - livro

HISTÓRIAS DE BRUXAS - livro
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sábado, 5 de fevereiro de 2011

A RAPOSA E O URSO (conto popular)

O grande urso gabava-se de ser muito esperto. Ele convenceu todos os animais da floresta que, só ele e mais ninguém, tinha o direito de ter o título de animal mais esperto do mundo. A raposa, que sempre teve essa fama, quis acabar com essa história do urso. Muita matreira ela convenceu o grandalhão a comprarem juntos um pote de manteiga. De posse da iguaria, resolveram guardá-la no oco de uma grande árvore. E a raposa falou:

- Bom, amigo urso, vamos descansar e depois poderemos saborear essa delícia!

O urso concordou e os dois foram se deitar. Quando o urso já dormia a sono solto, a raposa se levantou, sacudiu-se e correu ao oco da árvore. Comeu toda a sua parte da manteiga e voltou para se deitar. Mas quando ela chegou, o urso abriu os olhos e perguntou:

- Onde você foi?

E a espertalhona respondeu:

- Amigo, você não imagina o sonho que eu tive: sonhei que fui convidada para ir a uma grande festa de batizado! E o sonho era tão real que eu levantei e foi correndo para a festa!
- E você encontrou a festa? - quis saber o urso.
- Que nada! Mas eu sei o nome da criança!
- E qual é?
- O menino chama: “Comi-a-minha-parte”! Não é estranho?
- Muito!
- Mas é coisa de sonho! Vamos dormir que é melhor!

Então eles se deitaram e voltaram a dormir. Em pouco tempo a raposa se levantou, sacudiu-se de novo e correu ao oco da árvore. Comeu um pedaço da parte do dorminhoco e voltou para se deitar. Mas quando ela chegou, o urso abriu os olhos novamente e perguntou:

- Você saiu de novo? Pra onde você foi?

E a matreira respondeu:

- Amigo, tive o sonho de novo! Fui convidada para ir a outra uma festa de batizado! E o sonho, igual ao outro, era tão real que eu levantei e foi correndo para a festa!
- E dessa vez você encontrou a festa? - quis saber o urso.
- Que nada! Mas, como da outra vez, eu também descobri o nome da criança!
- E qual é?
- O menino chama: “Comi-um-pedaço”! Não é estranho?
- Muito!
- Mas é coisa de sonho! Vamos dormir que é melhor!

Então eles se deitaram e voltaram a dormir. O urso demorou para dormir. Pensava nos estranhos nomes das crianças dos sonhos da raposa. Mas, embalado por esses pensamentos, logo caiu num sono profundo. Em pouco tempo a raposa se levantou, sacudiu-se mais uma vez e correu ao oco da árvore. Comeu quase toda a manteiga do pote deixando só um pouquinho. Tirou esse pequeno pedaço, guardou em outro lugar e deixou o pote limpo. A esperta voltou correndo para se deitar. Mas quando ela chegou, o urso abriu mais uma vez os olhos e perguntou:

- Você não tem sossego, amiga? Saiu de novo? Pra onde você foi dessa vez?

E a danada respondeu:

- Amigo, não aguento mais esses sonhos que me atormentam!

E o urso quis saber:

- Você sonhou de novo? Foi com uma festa?

E a esperta raposa respondeu fingindo desespero:

- Sonhei, amigo! Sonhei de novo que fui novamente convidada para ir a uma outra festa de batizado! E o sonho, igual aos outros, era tão real que eu levantei e foi correndo para a festa!
- Mas dessa vez você encontrou a festa, né?
- Que nada! Mas, como das outras vezes, eu também descobri o nome da criança!
- E qual é?
- É o nome mais estranho todos! O menino chama: “Guardei- um-restinho”! Não é esquisito?
- Muito!
- Mas só pode ser coisa de sonho! Vamos dormir que é melhor!

Então eles se deitaram e voltaram a dormir. Dessa vez os dois dormiram a sono solto. Quando acordaram a raposa propôs:

- Amigo urso, vamos comer nossa manteiga?

O urso lambeu os beiços:

- Vamos!

Os dois foram até ao oco da árvore e quando lá chegaram encontraram o pote vazio. Limpo como se tivesse sido lavado. Sem um pedacinho de manteiga. O urso ficou espantado:

- O que aconteceu com a nossa manteiga, amiga?

A raposa, fingindo indignação, começou a acusar o urso:

- Será mesmo que o amigo não sabe? Enquanto eu estava sonhando com as festas de batizado, será que o amigo não veio aqui e comeu toda a manteiga?
- Eu, amiga?
- O senhor, sim!
- Mas eu estava dormindo!
- É! Mas toda às vezes que eu voltei do meu desespero... da minha procura pelas festas que apareciam nos meus sonhos... o amigo estava com os olhos bem abertos! E olho aberto não é olho de quem está dormindo!

O urso tentava se explicar:

- Mas não fui eu, amiga!!

E a raposa foi definitiva:

- Eu quero acreditar no senhor, mas só tem um jeito da gente descobrir a verdade!
- Qual é?
- O senhor vai se deitar no sol quente por duas horas!
- Mas como isso vai provar que eu não comi a manteiga?
- Ah... o sol é um grande juiz! Ele vai esquentar a sua pança e se a manteiga estiver lá dentro vai sair! Se no final dessas duas horas a sua boca e seus bigodes estiverem sujos de manteiga foi o senhor o ladrão! Se estiver tudo limpo não foi o senhor e teremos que procurar o bandido! O amigo aceita?

O urso, que tinha a certeza que não tinha comido a manteiga, aceitou imediatamente. Os dois foram para um descampado. O sol estava a pino, o grandalhão se deitou e a raposa disse:

- Amigo, vamos esperar as duas horas pra gente ter a certeza que não foi você! E pra não termos nenhuma dúvida eu também vou deitar!
- Pra quê, amiga?
- Para o senhor não ter dúvida que não fui eu que roubei!

A raposa deitou. O sol estava muito gostoso. Com aquele calorzinho que dava uma moleza! A raposa sabia que logo o urso iria dormir. E não demorou muito para o grandalhão cair num sono profundo. Com muito cuidado, a danada foi até o lugar onde tinha guardado o restinho de manteiga. Voltou e lambuzou os bigodes e a boca do urso. Depois deitou e ficou esperando.
Passaram as duas horas e quando o urso abriu os olhos viu a raposa com uma cara zangada.

- Então, senhor urso, não foi o senhor que comeu toda a manteiga?

O grandalhão lambeu os beiços e sentiu o gosto da manteiga que lambuzava todo o seu focinho. E a raposa continuou fingindo estar indignada:

- O senhor não tem vergonha? Como pode fazer isso com uma amiga? E agora fiquei sem a minha manteiga! Isso é um absurdo!

O urso, sem entender nada, ficou muito envergonhado. Comprou um novo pote de manteiga e deu para a “amiga”. E a raposa mostrou quem realmente merecia a fama de esperta.

Conto popular recontado por Augusto Pessôa 

TRÊS CABRAS (conto popular)

Era uma vez três cabras que buscavam um lugar para pastar. Estavam nisso, quando viram de longe um morro com uma pastagem verde e farta. No caminho para o lugar tinha uma ponte de madeira. Um duende muito feio, com olhos grandes como pires e um nariz pontudo morava embaixo dessa ponte.
A primeira cabra que chegou na ponte foi a mais nova. Começou a atravessar para o outro lado batendo os cacos nas madeiras da ponte. E esse bater fazia um barulhinho assim:

“Trip, trap!”

Embaixo o duende não gostou:

- Quem é que está passando na minha ponte?

E a jovem cabra respondeu:

- Sou eu, a cabra mais nova do rebanho! Estou indo até o monte para pastar e ficar bem gordinha!

E o duende rugiu:

- Não vai porque eu vou comer você!
- Oh, não! Não me coma! - disse a cabra - Eu sou muito pequena e magrinha! Espere um pouco que minha irmã do meio está vindo aí! Ela é muito maior!

O duende ficou com água na boca imaginando a outra cabra.

- Está bem! Você é muito magrinha mesmo! Vou esperar sua irmã! Passa daqui!!
A jovem cabra passou correndo. Não demorou muito apareceu a cabra do meio. Ela começou a atravessar a ponte batendo os cascos na madeira. E o barulho que fazia era assim:

“Trip, trap! Trip, trap! Trip, trap!”

E o duende não gostou:

- Quem é que está passando na minha ponte?

E a cabra respondeu:

- Sou eu, a cabra do meio do meu rebanho! Estou indo até o monte para comer e engordar bastante!

E o duende rugiu:

- Não vai porque eu vou comer você!
- Oh, não! - disse a cabra do meio - Não faça isso! Eu sou muito magrinha! Não vou matar sua fome! Espere um pouco até que minha irmã mais velha passe por aqui! Ela é muito maior do que eu!

O duende ficou com água na boca imaginando a cabra mais velha.

- Está bem! Você é muito magrinha mesmo! Vai embora daqui!

A cabra do meio saiu correndo. Não demorou muito chegou a cabra mais velha e começou a atravessar a ponte. Ela era muito grande, pesada e seus cascos batiam na madeira fazendo assim:

"Trip, trap! Trip, trap! Trip, trap! Trip, trap! Trip, trap!”

O duende embaixo da ponte não gostou:

- Quem é que está passando na minha ponte com esse peso tão grande?

E a cabra mais velha respondeu com uma voz grossa:

- Sou eu, a cabra mais velha do meu rebanho! Estou indo até o monte para comer e engordar bastante!

E o duende rugiu:

- Não vai porque eu vou comer você!

E a cabra deu uma risada:
- Isso é que nós vamos ver! Não tenho medo de você!

O duende saiu de baixo da ponte e foi pra cima da cabra. Mas ela era grande e deu uma chifrada no malvado que o atirou longe. O duende quis fugir, mas a cabra foi rápida e deu mais duas chifradas no narigudo. Foi tamanha a força das pancadas que o danado saiu correndo como um foguete. Nunca mais ninguém ouviu falar desse duende. A cabra mais velha subiu no monte e encontrou suas irmãs. Ficaram as três vivendo ali comendo e engordando. E acabou a história.

Conto popular recontado por Augusto Pessôa

FITA VERDE NO CABELO

Havia uma aldeia em algum lugar, nem maior nem menor, com velhos e velhas que velhavam, homens e mulheres que esperavam, e meninos e meninas que nasciam e cresciam. Todos com juízo, suficientemente, menos uma meninazinha, a que por enquanto. Aquela. um dia, saiu de lá, com uma fita verde inventada no cabelo.
Sua mãe mandara-a, com um cesto e um pote, à avó, que a amava, a uma outra e quase igualzinha aldeia. Fita-Verde partiu, sobre logo, ela a linda, tudo era uma vez. O pote continha um doce em calda, e o cesto estava vazio, que para buscar framboesas,
Daí, que, indo, no atravessar o bosque, viu só os lenhadores, que por lá lenhavam; mas o 1obo nenhum, desconhecido nem peludo. Pois os lenhadores tinham exterminado o lobo. Então, ela, mesma, era quem se dizia:
- Vou à vovó, com cesto e pote, e a fita verde no cabelo, o tanto que a mamãe me mandou!

A aldeia e a casa esperando-a acolá, depois daquele moinho, que a gente pensa que vê, e das horas, que a gente não vê que não são. E ela mesma resolveu escolher tomar este caminho de cá, louco e longo, e não o outro, encurtoso. Saiu, atrás de suas asas ligeiras, sua sombra também vindo-lhe correndo, em pós. Divertia-se com ver as avelãs do chão não voarem, com inalcançar essas borboletas nunca em buquê nem cm botão, e com ignorar se cada uma em seu lugar as plebeínhas flores, princesinhas e incomuns, quando a gente tanto por elas passa. Vinha sobejadamcnte.
Demorou. para dar com a avó em casa, que assim lhe respondeu, quando ela. toque, toque, bateu:

- Quem é?
- Sou eu... – e Fita-Verde descansou a voz. - Sou sua linda netinha, com cesto e pote, com a fita verde no cabelo, que a mamãe me mandou.

Vai, a avó, difícil disse:

- Puxa o ferrolho de pau da porta, entra e abre. Deus te abençoe.

Fita-Verde assim fez, e entrou e olhou.
A avó estava na cama, rebuçada e só. Devia, para falar apagado e fraco e rouco, assim, de ter apanhado um ruim defluxo. Dizendo:

- Depõe o pote e o cesto na arca, e vem para. perto de mim, enquanto é tempo.

Mas agora Fita-Verde se espantava, além de entristecer-se de ver que perdera em caminho sua grande fita verde no cabelo atada; e estava suada, com enorme fome de almoço. Ela perguntou:

- Vovózinha que braços tão magros os seus, e que mãos tão trementes!
- É porque não vou poder nunca mais te abraçar, minha neta - a avó murmurou.
- Vovózinha, mas que lábios, ai, tão arroxeados!
- É porque não vou nunca mais poder te beijar, minha neta... - a avó suspirou.
- Vovózinha, e que olhos tão fundos e parados, nesse rosto encovado, pálido?
- É porque já não te estou vendo, nunca mais, minha netinha... - a avó ainda gemeu.

Fita-Verde mais se assustou, como se fosse ter juízo pela primeira vez.
Gritou:

- Vovózinha, eu tenho medo do Lobo!

Mas a avó não estava mais lá, sendo que demasiado ausente, a não ser pelo frio, triste e tão repentino corpo.

GUIMARÃES ROSA

A RÃ E O BOI - VÍDEO

A RÃ E O BOI - VÍDEO
Apresentação de Augusto Pessôa no Simpósio Internacional de Contadores de Histórias SESC RJ 2010. Clique na imagem e assista a história

A MENINA QUE FAZIA AZEITE DE DENDÊ

A MENINA QUE FAZIA AZEITE DE DENDÊ
Clique na imagem e assista a hitória

UMA APOSTA (VÍDEO)

UMA APOSTA (VÍDEO)
Conto de Artur Azevedo. CLIQUE NA IMAGEM E VEJA O VÍDEO

LIVROS LEGAIS

  • GRAMÁTICA DA FANTASIA de Gianni Rodari - Summus Editorial.
  • GUARDADOS DO CORAÇÃO – Memorial para Contadores de Histórias de Francisco Gregório Filho - Editora Amais.
  • FÁBULAS ITALIANAS de Ítalo Calvino - Editora Companhia das Letras
  • DICIONÁRIO DE FOLCLORE BRASILEIRO de Câmara Cascudo - Editora Itatiaia
  • VASOS SAGRADOS de Maria Inez do Espírito Santo - Ed Rocco
  • MEUS CONTOS AFRICANOS - seleção de Nelson Mandela - Ed Martins
  • LENDAS BRASILEIRAS de Camara Cascudo - Ediouro
  • CONTOS TRADICIONAIS DO BRASIL de Camara Cascudo - Ed Itatiaia
  • CONTOS POPULARES DO BRASIL de Silvio Romero - Ed Itatiaia

A MOURA TORTA

A MOURA TORTA
Clique na imagem e assista a um trecho do espetáculo

MARIA BORRALHEIRA (VÍDEO)

MARIA BORRALHEIRA (VÍDEO)
Peça teatral baseada no conto popular MARIA BORRALHEIRA com Augusto Pessôa e Rodrigo Lima. Direção Rubens Lima Junior. Clique na foto e assista a um trecho da peça.

FELIZES PARA SEMPRE (RESENHA)

FELIZES PARA SEMPRE (RESENHA)
Clique na imagem e veja a resenha do livro FELIZES PARA SEMPRE

QUANDO OS BICHOS AINDA FALAVAM

QUANDO OS BICHOS AINDA FALAVAM
Apresentação no Simpósio Internacional de Contadores de Histórias SESC RJ 2009

A MENINA QUE VIROU CORUJA (VÍDEO)

A MENINA QUE VIROU CORUJA (VÍDEO)
Conto Africano. Clique na imagem e assista ahistória

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)
Apresentação do Coral da Ciser - Joinville (2009). Cliuqe na imagem e assista a um trecho do espetáculo

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)
Apresentação do Coral da Ciser - Joinville (2009). Clique na imagem e assista a um trecho do espetáculo.

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)
Apresentação do Coral da Ciser - Joinville (2009). Clique na imagem e assita a um trecho do espetáculo

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES - SONHO DE MENINA

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES - SONHO DE MENINA
Apresentação no SESC Niterói - nov 2009 - Clique na imagem e assista a apresentação.

O MARIDO FIEL - VÍDEO

O MARIDO FIEL - VÍDEO
Conto de Nelson Rodrigues - adaptação e narração de Augusto Pessôa. Clique na imagem e assista a história.

O JABUTI E A FRUTA (VÍDEO)

O JABUTI E A FRUTA (VÍDEO)
conto popular adaptado por Augusto Pessôa. CLIQUE NA IMAGEM E ASSISTA AO VÍDEO

VOU BUSCAR O MEU AMOR (VÍDEO)

VOU BUSCAR O MEU AMOR (VÍDEO)
Cena do espetáculo A MOURA TORTA. Clique na foto e veja a cena

A MOURA TORTA

A MOURA TORTA
Clique na imagem e assista a um trecho do espetáculo em cartaz no teatro do Jockey - Gávea

JABUTI

JABUTI
Apresentação no Simpósio Internacional de contadores de Histórias - SESC RJ 2009. Clique na imagem e assista a um trecho da apresentação

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES - abertura da peça (VÍDEO)

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES - abertura da peça  (VÍDEO)
Apresentação no SESC Niterói - nov 2009 - Clique na imagem e assista a apresentação

A NOITE QUE A LUA SUMIU DO CÉU (VÍDEO)

A NOITE QUE A LUA SUMIU DO CÉU (VÍDEO)
Clique na imagem e veja um clipe do espetáculo

A DAMA DO LOTAÇÃO (VÍDEO)

A DAMA DO LOTAÇÃO (VÍDEO)
conto de Nelson Rodrigues. Adaptação e narração de Augusto Pessôa

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES (VÍDEO)

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES (VÍDEO)
Peça baseada no conto popular O REI DOENTE DO MAL DE AMORES (2003). Clique na foto e veja um trecho do espetáculo.

TOC, TOC, TOC, TOC (VÍDEO)

TOC, TOC, TOC, TOC (VÍDEO)
Conto de Arur Azevedo. CLIQUE NA IMAGEM E VEJA O VÍDEO

MALASARTES E O HOMEM ENGANADO DUAS VEZES (VÍDEO)

MALASARTES E O HOMEM ENGANADO DUAS VEZES (VÍDEO)
Contação de Histórias. Clique na imagem e assista a contação.

MENINA FACEIRA

MENINA FACEIRA
Apresentação de Augusto Pessôa e Rodrigo Lima no Instituto Moreira Salles - set 2009. Clique na imagem e veja a apresentação.

HISTÓRIA DE ANTANHO (VÍDEO)

HISTÓRIA DE ANTANHO (VÍDEO)
NA CASA DE SEU PEDRÃO. Apresentação de Augusto Pessôa e Rodrigo Lima no SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE CONTADORES DE HISTÓRIAS - SESC RJ (2008). Clique na imagem e veja a apresentação

MÚSICA - NA FEIRA DO TEM TEM (VÍDEO)

MÚSICA - NA FEIRA DO TEM TEM (VÍDEO)
O Rei Doente do Mal de Amores - apresentação no SESC Niterói 2009. Clique na imagem e assista a cena.

PARA SEMPRE FIEL (VÍDEO)

PARA SEMPRE FIEL (VÍDEO)
Conto de Nelson Rodrigues - adaptação e narração de Augusto Pessôa

SUSPIROS VÃO E VEM (VÍDEO)

SUSPIROS VÃO E VEM (VÍDEO)
Apresentação do espetáculo O REI DOENTE DO MALDE AMORES no SESC Niterói 2009. Clique na imagem e assista a apresentação

MALASARTES! (VÍDEO)

MALASARTES! (VÍDEO)
Peça baseada nas histórias de Pedro Malasartes. Clique na foto e veja um trecho do espetáculo

O JABUTI E A FRUTA

O JABUTI E A FRUTA
Apresentação no Simpósio Internacional de Contadores de Histórias - SESC RJ 2009. Clique na imagem e assista a história

A MOURA TORTA

A MOURA TORTA
Crítica do espetáculo publicada no JORNAL DO BRASIL

MARIA BORRALHEIRA - CRÍTICA (IMAGEM)

MARIA BORRALHEIRA - CRÍTICA (IMAGEM)
Clique na imagem e leia a crítica sobre o espetáculo

MALASARTES - CRÍTICA (IMAGEM)

MALASARTES - CRÍTICA (IMAGEM)
Clique na imagem e leia a crítica do espetáculo.

CRÍTICA DO ESPETÁCULO O REI DOENTE DO MAL DE AMORES

CRÍTICA DO ESPETÁCULO O REI DOENTE DO MAL DE AMORES

MALASARTES - Histórias de Um Camarada Chamado Pedro

MALASARTES - Histórias de Um Camarada Chamado Pedro
Livro de Augusto Pessôa publicado pela Editora ROCCO (2007)

FELIZES PARA SEMPRE

FELIZES PARA SEMPRE
Livro com adaptações de Augusto Pessôa - Editora ROCCO (2003)

CONTOS DE HUMOR

CONTOS DE HUMOR
Contos de Artur Azevedo - organização Augusto Pessôa - Editora ROCCO (2008)

CONTANDO HISTÓRIAS NA ABL

CONTANDO HISTÓRIAS NA ABL
CONTANDO HISTÓRIAS NA BIBLIOTECA DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS