AUGUSTO PESSÔA - CONTADOR DE HISTÓRIAS - (BRASIL)

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Ator, Cenógrafo, Figurinista, Arte Educador Dramaturgo e Contador de Histórias. Bacharelado em Artes Cênicas (Habilitação em Interpretação e Habilitação em Cenografia) pela UNI-RIO - Universidade do Rio de Janeiro.

A PANQUECA FUGITIVA, O RESMUNGÃO E OUTROS CONTOS NÓRDICOS

A PANQUECA FUGITIVA, O RESMUNGÃO E OUTROS CONTOS NÓRDICOS

HISTÓRIAS DE NATAL

HISTÓRIAS DE NATAL
livro de contos populares adaptados e ilustrados por Augusto Pessõa - Ed. Escrita Fina (2010)

HISTÓRIAS DE BRUXAS - livro

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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

A TERRA ONDE NINGUÉM MORRERÁ - conto popular

Uma vez um jovem, que morava numa aldeia, sentou para descansar na sombra de uma árvore. Quando olhou para o lado viu uma figura toda vestida de preto. Mas o moço não teve medo e puxou assunto com a tal figura. Durante a conversa ficou sabendo que aquela figura era a Morte. O rapaz ficou em pé e com uma faca na mão, gritou:
- Se veio pra me levar vai ter briga! Não quero morrer de jeito nenhum! Tenho muita vida pela frente!
A Morte, muito calma, sorriu:
- Calma, amigo. Que nervoso é esse! Só estou aqui descansando. Sua hora ainda está longe
de chegar. Um dia eu pego você, mas não vai ser por agora!
Disse isso e desapareceu numa nuvem de fumaça. O jovem ficou pensando. Não queria morrer nem quando ficasse velho. Para ele, a morte era uma injustiça. Decidiu que não iria morrer. Ia procurar um lugar quase impossível. Uma terra... Uma “terra onde ninguém morrerá”.
- Deve existir um lugar assim! Eu só tenho que encontrar!
O jovem abandonou sua aldeia e foi pelo mundo afora em busca da “terra onde ninguém morrerá”.
Anda, anda que anda! Anda, vai procurar!
Anda, procura e encontra
A terra onde ninguém morrerá!
Pois ele andava e perguntava, para todos que encontrava, sobre a tal terra. Mas ninguém nunca tinha ouvido falar no tal lugar. O jovem teimoso foi em frente. Um dia encontrou um homem velho puxando uma carroça velha. A carroça estava cheia de pedras.
- O senhor sabe onde fica a “terra onde ninguém morrerá”?
- Se não quer morrer - respondeu o homem velho – me ajude.
E apontou o dedo para longe.
- Está vendo aquela montanha? Enquanto não transportar toda aquela montanha com minha carroça, pedra por pedra, terra por terra, eu... e quem me ajudar não morrerá!
- Mas por quanto tempo vai durar isso?
- Mais ou menos cem anos!
- É pouco! Quero viver bem mais! – disse o rapaz.
Despediu-se e foi embora.
Anda, anda que anda! Anda, vai procurar!
Anda, procura e encontra
A terra onde ninguém morrerá!
Até que encontrou um homem muito velho, muito mais velho que o primeiro, com um machado na mão.
- O senhor sabe onde fica a “terra onde ninguém morrerá”?
- Se não quer morrer - respondeu o homem muito velho – me ajude.
E apontou o dedo para longe.
- Está vendo aquela floresta? Enquanto não cortar toda aquela floresta, tronco por tronco, galho por galho, eu... e quem me ajudar não morrerá!
- Mas por quanto tempo vai durar isso?
- Mais ou menos duzentos anos!
- É pouco! Quero viver bem mais! – disse o rapaz.
Despediu-se e foi embora.
Anda, anda que anda! Anda, vai procurar!
Anda, procura e encontra
A terra onde ninguém morrerá!
Até que encontrou um homem muito, muito velho. Muito mais velho que os outros dois juntos. O velho carregava um balde muito, muito velho, cheio de água.
- O senhor sabe onde fica a “terra onde ninguém morrerá”?
- Se não quer morrer - respondeu o homem muito... muito velho – me ajude.
E apontou o dedo para longe.
- Está vendo aquele mar? Enquanto não transportar todo aquele mar com meu balde, pingo por pingo, gota por gota, eu... e quem me ajudar não morrerá!
- Mas por quanto tempo vai durar isso?
- Mais ou menos trezentos anos!
- É pouco! Quero viver bem mais! – disse o rapaz.
Despediu-se e foi embora.
Anda, anda que anda! Anda, vai procurar!
Anda, procura e encontra
A terra onde ninguém morrerá!
E dessa vez ele andou muito. Andou muito mais do que das outras vezes. Até que viu um castelo branco todo enfeitado. O moço foi até lá. Chegou no castelo e bateu na porta. Silêncio. Bateu de novo. Ninguém atendeu. Ele andou pelo jardim do castelo e, perto de uma fonte, encontrou uma moça que o chamou pelo nome. A jovem era linda. A moça mais linda que o rapaz já tinha visto.
- Por favor - disse ele - Por acaso sabe onde fica a “terra onde ninguém morrerá”?
A moça sorriu:
- É aqui! Aqui é a “terra onde ninguém morrerá”! Fique para sempre comigo. Enquanto estiver aqui você vai viver!
- Mas por quanto tempo? – quis saber o rapaz.
- O tempo que você desejar!
Era tudo que ele queria ouvir. A partir daquela manhã passou a morar com a moça no castelo. E era tudo maravilhoso: comida farta e da melhor qualidade, roupas finas e elegantes, as bebidas mais inebriantes, música suave e encantadora. E a noite, o rapaz dormia com a bela moça numa cama macia como uma nuvem. Com lençóis perfumados de alecrim. E o rapaz lembrava da Morte.
- Enganei a bandida!
Mas o tempo é bicho danado. E corre depressa acabando com tudo.
E o rapaz começou a sentir uma coisa engraçada. Uma saudade da família, dos amigos e da sua aldeia. Teve tanta saudade que falou para moça:
- Quero visitar meus parentes... meus amigos... Estou com saudades!
- Por quê? - perguntou ela. - Somos tão felizes!
- Mas eu sinto saudade - explicou o rapaz.
A moça bem que tentou convencer o rapaz, mas não teve jeito. Ela viu que estava na hora de revelar a verdade. E falou bem manso para o rapaz:
- Não sei se você vai encontrar seus parentes e amigos, pois você já está morando aqui comigo há mais de quinhentos anos.
O rapaz arregalou os olhos. Não queria acreditar, mas a moça explicou com tanta verdade que ele se convenceu. Mas era teimoso e insistiu:
- Mesmo assim quero voltar para, pelo menos, rever minha aldeia. Quem sabe não encontro por lá um parente?
A moça apenas disse:
- Está bem! Se você assim quer... vá!
Ela deu ao rapaz um cavalo branco e explicou:
- Esse cavalo é mágico. É capaz de galopar mais rápido do que o vento. Mas agora preste muita atenção: nunca desmonte do cavalo e, principalmente, nunca, de jeito nenhum, coma qualquer coisa enquanto estiver fora da “terra onde ninguém morrerá”. Entendeu?
O rapaz entendeu. Pegou o cavalo e partiu. Foi viajando e quanto mais viajava mais espantado ficava. O mundo estava completamente diferente! Onde antes existia uma imensa montanha agora era uma cidade. Onde antes tinha uma floresta agora era uma planície. Onde antes existia um mar, o chão estava tão seco que até rachava. Chegando à pequena aldeia onde morava, encontrou uma metrópole grande e muito movimentada. Falou seu nome. Ninguém conhecia. Perguntou sobre sua família. Ninguém mais lembrava. Procurou sua antiga casa. Não existia mais. Desconsolado, o rapaz achou melhor voltar para a moça do castelo na “terra onde ninguém morrerá”. Foi andando, mas sentiu o corpo fraco. Estava cansado, com saudade e com fome. No caminho, encontrou um homem vendendo maçãs. A fome apertou na barriga do rapaz e ele, esquecendo o que dissera a moça, perguntou ao vendedor:
- Dá pra me vender umas maçãs?
- Quantas? - quis saber o sujeito.
- Uma ou duas.
- Só isso? Pode pegar. Não vai custar nada. É por conta da casa.
O rapaz desmontou do cavalo, escolheu uma maçã e mordeu. Foi quando uma mão fria e forte agarrou sua nuca.
- Agora você não me escapa!
O vendedor era a Morte! O rapaz sentiu o corpo amolecer e a escuridão tomar conta de tudo.
Adaptação de Augusto Pessôa


A TARTARUGA E AS GARÇAS - conto popular

Era uma vez duas garças e uma pequena tartaruga que viviam à beira de um bonito lago. Eram muito amigas e brincavam, nadavam, tomavam sol na areia, sempre juntas. Nunca se separavam e eram realmente felizes. Mas aconteceu uma desgraça. Uma seca terrível assolou toda a região. Durante meses nem uma única gota de chuva caiu. Todos os rios deixavam ver o fundo dos seus leitos. Os campos queimados pelo sol abriam-se em grandes fendas. E o pequeno lago não tinha melhor sorte: secava sem perdão. As três amigas não sabiam o que fazer. Andavam tristes e suspiravam ao longo do dia sem encontrar uma saída. Um dia, as duas garças resolveram voar para ver como é que as coisas estavam por outros lados, e, à noite, voltaram dizendo:

- Amiga tartaruga, todos estão se mudando para o Lago Celeste, até mesmo as toupeiras! Pensamos que é preciso partir também o mais depressa possível! Ficar aqui é morrer de sede e de fome!

A tartaruga fechou os seus pequeninos olhos e desatou a chorar.

- Vocês podem voar tão depressa quanto queiram e ir para o Lago Celeste, mas eu não posso nem voar nem andar depressa. Em menos de três dias de marcha ficarei assada nesse sol terrível. Mas podem ir! Vão! Vão! Nunca pensei que apesar da nossa amizade, vocês me abandonariam um dia!

E magoada, chorava tanto que as garças tiveram pena e resolveram ficar por mais alguns dias para ver se as coisas melhoravam.
Passaram os dias e nada mudou. A seca continuava terrível. Implacável. E o pequeno lago logo estaria seco. De novo as garças pensaram em viajar para o Lago Celeste. A tartaruga sabendo que não podia mais prender as amigos, suplicou:

- Somos tão boas amigas, por favor, tentem encontrar um meio para que eu vá com vocês!

As três pensaram muito para encontrar uma solução. Até que uma das garças teve uma ideia:

- Encontrei a solução! Uma ideia maravilhosa! Vamos procurar um pau. Nós duas agarramos pelas pontas com o bico e a tartaruga agarra com a boca pelo meio. Depois, voamos levando com a gente a nossa amiga tartaruga!

A tartaruga ficou tão contente que pulava de alegria.

- Que ideia maravilhosa! Vamos! Podemos partir logo!

As garças também estavam muito contentes, mas recomendaram para a tartaruga:

- Olha... você tem que enfiar isso na sua cabeça: por coisa nenhuma desse mundo você pode abrir a boca durante o caminho! Qualquer distração é o suficiente para cair lá do céu!

E a tartaruga respondeu:

- Claro! Com certeza! Nem com uma faca alguém me fará abrir a boca!

As garças pegaram um pau comprido. Uma segurou com o bico numa ponta e a outra na outra ponta. A tartaruga mordeu no meio e as três saíram voando. Voaram... voaram... Passaram por cima de florestas e montanhas. Até que começaram a passar por aldeias. Embaixo, na terra, algumas pessoas olhavam para o céu e diziam:

- Olhem como a tartaruga é esperta! Ela segura um pau pelo meio e faz com que as garças a levem!

As garças continuavam no seu voar elegante sem prestar nenhuma atenção ao que diziam. Mas a tartaruga ficava com o coração pulando de alegria ao ouvir os elogios. E as três foram voando por cima de plantações, de estradas... e os elogios continuavam:

- Nossa como a tartaruga é inteligente! Ela obriga as garças a levarem como se fossem suas criadas!

E feliz da vida a tartaruga pensava: “Como eu sou inteligente! Que ideia eu tive!”
E a viagem continuava e mais elogios a tartaruga ouvia. E cada vez mais se achava importante, inteligente e esperta.

Até que...

Mais ao longe, sobre uma grande colina, um pequeno pastor viu as três amigas voando e gritou bem alto:

- Olhem! Olhem depressa! Como aquelas duas garças são inteligentes! Levam um pau no bico e carregam a tartaruga com elas!

As garças mais uma vez não prestaram atenção. Mas a tartaruga ficou muito ofendida. E pensou com ela mesma: "Imbecil! Dizendo que são as garças que me carregam? Porquê? Fui eu que pensei nesse plano. Preciso dizer a ele quem é que é inteligente!"

A tartaruga furiosa juntou toda as forças e gritou bem alto para o pequeno pastor:

- Fui eu!...

A tartaruga não conseguiu acabar a frase. Abriu a boca e caiu direto na grande colina, cabeça na terra e patas para o ar.

A RÃ E O BOI - VÍDEO

A RÃ E O BOI - VÍDEO
Apresentação de Augusto Pessôa no Simpósio Internacional de Contadores de Histórias SESC RJ 2010. Clique na imagem e assista a história

A MENINA QUE FAZIA AZEITE DE DENDÊ

A MENINA QUE FAZIA AZEITE DE DENDÊ
Clique na imagem e assista a hitória

UMA APOSTA (VÍDEO)

UMA APOSTA (VÍDEO)
Conto de Artur Azevedo. CLIQUE NA IMAGEM E VEJA O VÍDEO

LIVROS LEGAIS

  • GRAMÁTICA DA FANTASIA de Gianni Rodari - Summus Editorial.
  • GUARDADOS DO CORAÇÃO – Memorial para Contadores de Histórias de Francisco Gregório Filho - Editora Amais.
  • FÁBULAS ITALIANAS de Ítalo Calvino - Editora Companhia das Letras
  • DICIONÁRIO DE FOLCLORE BRASILEIRO de Câmara Cascudo - Editora Itatiaia
  • VASOS SAGRADOS de Maria Inez do Espírito Santo - Ed Rocco
  • MEUS CONTOS AFRICANOS - seleção de Nelson Mandela - Ed Martins
  • LENDAS BRASILEIRAS de Camara Cascudo - Ediouro
  • CONTOS TRADICIONAIS DO BRASIL de Camara Cascudo - Ed Itatiaia
  • CONTOS POPULARES DO BRASIL de Silvio Romero - Ed Itatiaia

A MOURA TORTA

A MOURA TORTA
Clique na imagem e assista a um trecho do espetáculo

MARIA BORRALHEIRA (VÍDEO)

MARIA BORRALHEIRA (VÍDEO)
Peça teatral baseada no conto popular MARIA BORRALHEIRA com Augusto Pessôa e Rodrigo Lima. Direção Rubens Lima Junior. Clique na foto e assista a um trecho da peça.

FELIZES PARA SEMPRE (RESENHA)

FELIZES PARA SEMPRE (RESENHA)
Clique na imagem e veja a resenha do livro FELIZES PARA SEMPRE

QUANDO OS BICHOS AINDA FALAVAM

QUANDO OS BICHOS AINDA FALAVAM
Apresentação no Simpósio Internacional de Contadores de Histórias SESC RJ 2009

A MENINA QUE VIROU CORUJA (VÍDEO)

A MENINA QUE VIROU CORUJA (VÍDEO)
Conto Africano. Clique na imagem e assista ahistória

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)
Apresentação do Coral da Ciser - Joinville (2009). Cliuqe na imagem e assista a um trecho do espetáculo

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)
Apresentação do Coral da Ciser - Joinville (2009). Clique na imagem e assista a um trecho do espetáculo.

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)
Apresentação do Coral da Ciser - Joinville (2009). Clique na imagem e assita a um trecho do espetáculo

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES - SONHO DE MENINA

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES - SONHO DE MENINA
Apresentação no SESC Niterói - nov 2009 - Clique na imagem e assista a apresentação.

O MARIDO FIEL - VÍDEO

O MARIDO FIEL - VÍDEO
Conto de Nelson Rodrigues - adaptação e narração de Augusto Pessôa. Clique na imagem e assista a história.

O JABUTI E A FRUTA (VÍDEO)

O JABUTI E A FRUTA (VÍDEO)
conto popular adaptado por Augusto Pessôa. CLIQUE NA IMAGEM E ASSISTA AO VÍDEO

VOU BUSCAR O MEU AMOR (VÍDEO)

VOU BUSCAR O MEU AMOR (VÍDEO)
Cena do espetáculo A MOURA TORTA. Clique na foto e veja a cena

A MOURA TORTA

A MOURA TORTA
Clique na imagem e assista a um trecho do espetáculo em cartaz no teatro do Jockey - Gávea

JABUTI

JABUTI
Apresentação no Simpósio Internacional de contadores de Histórias - SESC RJ 2009. Clique na imagem e assista a um trecho da apresentação

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES - abertura da peça (VÍDEO)

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES - abertura da peça  (VÍDEO)
Apresentação no SESC Niterói - nov 2009 - Clique na imagem e assista a apresentação

A NOITE QUE A LUA SUMIU DO CÉU (VÍDEO)

A NOITE QUE A LUA SUMIU DO CÉU (VÍDEO)
Clique na imagem e veja um clipe do espetáculo

A DAMA DO LOTAÇÃO (VÍDEO)

A DAMA DO LOTAÇÃO (VÍDEO)
conto de Nelson Rodrigues. Adaptação e narração de Augusto Pessôa

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES (VÍDEO)

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES (VÍDEO)
Peça baseada no conto popular O REI DOENTE DO MAL DE AMORES (2003). Clique na foto e veja um trecho do espetáculo.

TOC, TOC, TOC, TOC (VÍDEO)

TOC, TOC, TOC, TOC (VÍDEO)
Conto de Arur Azevedo. CLIQUE NA IMAGEM E VEJA O VÍDEO

MALASARTES E O HOMEM ENGANADO DUAS VEZES (VÍDEO)

MALASARTES E O HOMEM ENGANADO DUAS VEZES (VÍDEO)
Contação de Histórias. Clique na imagem e assista a contação.

MENINA FACEIRA

MENINA FACEIRA
Apresentação de Augusto Pessôa e Rodrigo Lima no Instituto Moreira Salles - set 2009. Clique na imagem e veja a apresentação.

HISTÓRIA DE ANTANHO (VÍDEO)

HISTÓRIA DE ANTANHO (VÍDEO)
NA CASA DE SEU PEDRÃO. Apresentação de Augusto Pessôa e Rodrigo Lima no SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE CONTADORES DE HISTÓRIAS - SESC RJ (2008). Clique na imagem e veja a apresentação

MÚSICA - NA FEIRA DO TEM TEM (VÍDEO)

MÚSICA - NA FEIRA DO TEM TEM (VÍDEO)
O Rei Doente do Mal de Amores - apresentação no SESC Niterói 2009. Clique na imagem e assista a cena.

PARA SEMPRE FIEL (VÍDEO)

PARA SEMPRE FIEL (VÍDEO)
Conto de Nelson Rodrigues - adaptação e narração de Augusto Pessôa

SUSPIROS VÃO E VEM (VÍDEO)

SUSPIROS VÃO E VEM (VÍDEO)
Apresentação do espetáculo O REI DOENTE DO MALDE AMORES no SESC Niterói 2009. Clique na imagem e assista a apresentação

MALASARTES! (VÍDEO)

MALASARTES! (VÍDEO)
Peça baseada nas histórias de Pedro Malasartes. Clique na foto e veja um trecho do espetáculo

O JABUTI E A FRUTA

O JABUTI E A FRUTA
Apresentação no Simpósio Internacional de Contadores de Histórias - SESC RJ 2009. Clique na imagem e assista a história

A MOURA TORTA

A MOURA TORTA
Crítica do espetáculo publicada no JORNAL DO BRASIL

MARIA BORRALHEIRA - CRÍTICA (IMAGEM)

MARIA BORRALHEIRA - CRÍTICA (IMAGEM)
Clique na imagem e leia a crítica sobre o espetáculo

MALASARTES - CRÍTICA (IMAGEM)

MALASARTES - CRÍTICA (IMAGEM)
Clique na imagem e leia a crítica do espetáculo.

CRÍTICA DO ESPETÁCULO O REI DOENTE DO MAL DE AMORES

CRÍTICA DO ESPETÁCULO O REI DOENTE DO MAL DE AMORES

MALASARTES - Histórias de Um Camarada Chamado Pedro

MALASARTES - Histórias de Um Camarada Chamado Pedro
Livro de Augusto Pessôa publicado pela Editora ROCCO (2007)

FELIZES PARA SEMPRE

FELIZES PARA SEMPRE
Livro com adaptações de Augusto Pessôa - Editora ROCCO (2003)

CONTOS DE HUMOR

CONTOS DE HUMOR
Contos de Artur Azevedo - organização Augusto Pessôa - Editora ROCCO (2008)

CONTANDO HISTÓRIAS NA ABL

CONTANDO HISTÓRIAS NA ABL
CONTANDO HISTÓRIAS NA BIBLIOTECA DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS