AUGUSTO PESSÔA - CONTADOR DE HISTÓRIAS - (BRASIL)

Minha foto
Ator, Cenógrafo, Figurinista, Arte Educador Dramaturgo e Contador de Histórias. Bacharelado em Artes Cênicas (Habilitação em Interpretação e Habilitação em Cenografia) pela UNI-RIO - Universidade do Rio de Janeiro.

A PANQUECA FUGITIVA, O RESMUNGÃO E OUTROS CONTOS NÓRDICOS

A PANQUECA FUGITIVA, O RESMUNGÃO E OUTROS CONTOS NÓRDICOS

HISTÓRIAS DE NATAL

HISTÓRIAS DE NATAL
livro de contos populares adaptados e ilustrados por Augusto Pessõa - Ed. Escrita Fina (2010)

HISTÓRIAS DE BRUXAS - livro

HISTÓRIAS DE BRUXAS - livro
Clique na imagem para conhecer o livro e a Editora LIVROS ILIMITADOS. Você pode adquir um exemplar do livro de Augusto Pessôa e conhecer outras publicações da editora.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

COMO SURGIU A NOITE

Num tempo já esquecido, o dia não tinha fim. O sol ficava o tempo todo iluminando a floresta. Os índios eram obrigados a dormir no claro. Estavam cansados disso e desejavam um pouco de escuridão para conseguirem dormir melhor.
Mas o sol não deixava de iluminar o eterno dia.
Foi quando um velho, que veio de muito longe, contou que tinha visto um monstro que guardava dois grandes potes. Os potes eram pretos e estavam cheios de escuridão.
Os índios imaginaram que a noite tão desejada poderia estar trancada nesses potes. E resolveram ir pegar a noite.
No dia seguinte um grupo saiu para ir ao local indicado pelo velho. Andaram bastante até que viram o mostro dormindo ao lado dos potes. Quando se aproximaram viram  escutaram o barulho que vinha de dentro daquelas vasilhas: o som das corujas, dos macacos noturnos, dos grilos, das rãs e dos sapos do brejo e de todos os seres que vivem na noite. O grupo de índios usando arco e flechas conseguiram quebrar o pote menor. De dentro daquela vasilha saiu a noite com todos os seu bichos. Os índios saíram correndo. Chegaram nas ocas e aproveitaram a escuridão para dormir um pouco. Mas a noite que saiu do pote pequeno não durou muito. Era curta. Não dava para descansar quase nada.
Os índios resolveram voltar e quebrar o pote maior. Dois índios foram incumbidos de realizar a tarefa, pois eram grandes arqueiros. Os dois jovens convidaram o Urutau para acompanha-los. Mas aconselharam ao pássaro que corresse bem depressa porque essa noite era maior e podia pegá-los de jeito. Os três chegaram ao local onde o monstro ainda dormia e com a habilidade dos arcos quebraram o pote maior. Saiu de lá uma noite que não tinha mais fim. Os três fugiram em disparada. Mas Urutau tropeçou num cipó e caiu. Foi logo alcançado pela imensa escuridão. Por isso, até hoje, o Urutau é uma ave noturna.
E foi assim que surgiu a noite.


CONTO INDÍGENA ADAPTADO POR AUGUSTO PESSÔA

COMO NASCERAM OS RIOS

Dizem que antigamente era tudo seco. Não tinha rio, não tinha água, não tinha nada. A Juriti era a dona da água e  guardava tudo em três grandes tambores.
Os três filhos do pajé estavam com muita sede e foram pedir água para o passarinho. Mas a Juriti não deu e ainda disse:

- O pai de vocês é Pajé poderoso! Porque não dá água para vocês? Ele que arrume água para seus filhos!

Os meninos voltaram para casa chorando muito. O pajé perguntou por que estavam chorando, os pequenos contaram e o índio disse:

- Não quero vocês andando naqueles lados. É muito perigoso! Tem peixe grande dentro dos tambores.

Mas eles não ouviram o pai e foram de novo até a casa da Juriti. Quando chegaram lá quebraram os tambores e saíram jogando água para tudo que é lado. A Juriti ficou com raiva e mandou o peixe grande atrás dos meninos. Os irmãos correram, mas o peixe engoliu um dos índios. O coitado ficou só com as pernas fora da boca do peixe.
Os outros dois corriam e jogavam água. Com isso foram formando rios e cachoeiras. O peixe grande foi atrás também levando água e fez o rio Xingu.
Correram muito até chegar ao Amazonas. Lá os meninos conseguiram tirar o irmão da boca do peixe. Cortaram suas pernas, pegaram o sangue e sopraram. O índio voltou a viver. Depois eles jogaram toda água que sobrou no Amazonas e o rio ficou muito largo.
Os índios voltaram para casa e contaram ao pai que tinham quebrado os tambores.
E foi assim que os rios se formaram.


Conto indígena adaptado por Augusto Pessôa

domingo, 13 de outubro de 2013

COMO SURGIU A VITÓRIA RÉGIA


Quem já viu uma vitória-régia não esquece a sua majestosa beleza. Nos lagos e nos remansos dos rios ela flutua leve e encantada. Muitos dizem que esses lugares são os espelhos onde a vaidosa lua – a Iaci – reflete a sua beleza sedutora.
Algumas índias olham esse reflexo de Iaci como a grande inspiração para o amor. Elas sobem em árvores, vão ao alto de montanhas para esperar o aparecimento de Iaci. Elas sonham com os primeiros raios de luz que irá encanta-las trazendo os brilhos do amor e transformando-as em estrelas
Contam que uma dessas índias, a mais linda de todas, estava apaixonada pela ideia de se transformar em estrela. Subiu nos mais altos montes, colinas e serras com o desejo de ver seu sonho realizado. Esperando aquele momento de magia e encantamento. Mas não conseguia alcançar seu desejo.
Numa noite de luar intenso, quando as estrelas parecem que piscam com mais força, a linda jovem estava na busca de seu sonho quando passou por um lago. Nas águas o brilho do luar era tão majestoso que parecia que Iaci estava ali se banhando. A índia atirou-se nas águas querendo tocar em Iaci. Mas desapareceu no fundo do lago. A lua ficou com pena da índia. Era uma mulher tão linda e encantadora que merecia um presente que iria imortalizar a sua beleza. Como não podia levar a jovem para o céu transformou a índia em vitória-régia que é a estrela das águas. Formosa e encantadora como as estrelas do céu. O seu aroma inebriante é o próprio perfume do amor.
Até hoje vemos nas águas o presente de luz que Iaci deu à índia transformando a na estrela das águas.

CONTO INDÍGENA ADAPTADO POR AUGUSTO PESSÔA

COMO SURGIU O GUARANÁ


Era uma vez, há muito tempo atrás, uma tribo que era invejada por todas as outras. Seus guerreiros eram os mais fortes e corajosos e venciam todas as guerras. As colheitas eram fartas. A pesca e a caça eram abundantes e era muito difícil algum índio ficar doente.
Toda essa felicidade vinha de um curumim que nascera na tribo. Os índios acreditavam que esse menino emanava uma energia poderosa que dava força a toda aldeia. Por isso, eles tinham a maior atenção e cuidados com o pequeno índio. Quando ia nadar no rio, os mais fortes guerreiros o acompanhavam para que nada de mal acontecesse. Se ia pescar, os mais hábeis pescadores estavam ao seu lado. Ao entrar na mata, os mais experientes caçadores o afastavam de qualquer perigo. O menino era protegido de dia e de noite.
Mas, um dia, índios de uma tribo rival invocaram Jurupaí, o gênio do mal, e pediram:

- Jurupaí, espírito do mal! Venha até nós! Precisamos de sua ajuda!

O gênio do mal apareceu e quis saber:

- Porque me chamam? O que querem de mim?

E os invejosos índios explicaram:

- Queremos que acabe com a felicidade daquela aldeia inimiga! Mate o curumim que os protege!

Jurupaí transformou-se em uma cobra e procurou o menino. Num momento que o curumim estava sozinho, sem ninguém para protegê-lo, o gênio do mal deu o bote certeiro e envenenou o pequeno.
Quando os índios da aldeia o encontraram ele já estava morto.
A aldeia chorou muito a morte de seu protetor. Durante horas, dias inteiros, o choro e as lamentações se espalharam por toda floresta.
Tupã ouviu as lamentações da aldeia e de uma maneira mágica disse aos índios:

- Tirem os olhos da criança e plantem em terra firme. Com suas lágrimas reguem a terra. Dela nascerá a planta da vida que vai fortalecer os jovens e revigorar os velhos.

Assim foi dito, assim foi feito. Os pajés tiraram os olhos do curumim e plantaram em terra firme. Durante quatro dias e quatro noites, os índios velaram e regaram a terra com lágrimas. Uma nova planta nasceu. Como os curumins ela parecia brincar subindo pelas árvores próximas. Os frutos eram negros envolvidos por um alo branco dentro de uma redoma vermelha. Pareciam os olhos do curumim multiplicados.
E aquela frutinha trouxe a sorte de volta a aldeia, como falou Tupã, fortalecendo os fracos, conservando os jovens, rejuvenescendo os velhos.
Era o guaraná.

CONTO INDÍGENA ADAPTADO POR AUGUSTO PESSÔA

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

COMO O CÉU SE AFASTOU DA TERRA



Num tempo muito antigo, o céu ficava tão pertinho da Terra que os índios e os bichos andavam no meio das nuvens e das estrelas. Os curumins brincavam no algodão das nuvens e os namorados trocavam juras de amor ao lado da lua.
Estava todo mundo satisfeito com esse céu tão pertinho da terra.
Menos os passarinhos. Eles queriam voar livremente, subir muito alto e do jeito que estava só podiam dar voos curtos. Fizeram uma reunião para resolver o problema. O morcego também foi convidado.
No dia da reunião os passarinhos estavam em festa. Veio pássaro de todos os lados e de tudo que é tipo: juriti, urubu, sabiá, papagaio e muito mais. A discussão estava animada até que veio do papagaio a ideia:

- Porque a gente não se junta e levanta o céu?

Houve um espanto pela proposta e um grande silêncio se formou. Logo em seguida os pássaros começaram a gritar festejando a proposta. Só o morcego não gostou:

- Não quero participar disso. Vou continuar a dormir de cabeça para baixo.

No dia marcado todos os pássaros se reuniram e num esforço conjunto começaram a empurrar o céu para cima. E o azul celeste foi subindo, foi subindo. Junto com ele as nuvens, o sol, a lua, as estrelas e todos os corpos celestes. O céu ficou tão alto que ninguém conseguia pegar no sol e nem brincar com as estrelas. Podiam subir na mais alta árvore e no pico da maior montanha que não alcançavam mais o céu.
Os pássaros em festa voavam em todas as direções. Os homens é que não gostaram muito. Eles apreciavam ter os corpos celestes por perto. Ficaram mesmo zangados. E é por isso que, até hoje, homens e pássaros não se dão muito bem.
E o morcego?
O morcego continua a dormir pendurado pelos pés, de cabeça para baixo.

Conto Indígena adaptado por Augusto Pessôa

COMO SURGIU A LUA

Num tempo de outro tempo não existiam estrelas ou lua. A noite era tão escura que todos tinham medo de sair. Ficavam nas ocas com pavor da noite escura. Na tribo, uma índia não tinha medo. Ela era linda e tinha a pele muito clara diferente das outras mulheres da tribo. Por causa dessa diferença o povo da aldeia olhava para ela com desconfiança. Os índios não queriam namora-la e as índias nem conversavam com ela. A índia vivia numa solidão terrível. Sentindo-se muito só, começou a andar pela noite escura. Todos da tribo ficavam espantados. Principalmente quando ela voltava de seus passeios e dizia que não havia perigo. Não havia o que temer. Nessa mesma aldeia tinha outra índia. Uma criatura feia e estranha que tinha muita inveja da índia clara. Com raiva da outra, resolveu sair a noite também. Mas não conseguia enxergar naquela escuridão e terminou cortando os pés nas pedras e espinhos. Ficou com mais raiva da outra. Cheia de rancor e inveja ela foi conversar com a cascavel:

- Cascavel, quero que me faça um favor. Você conhece aquela índia clara?

E a cobra respondeu enrolada em um galho:

- Aquela que anda pela noite?
- Essa mesmo! – respondeu a índia – Quero que você morda os seus pés para que ela fique feia e velha!

Por pura maldade a cascavel aceitou o pedido. Ficou de tocaia esperando o passeio da índia clara. Quando ela passou, deu o bote. Mas a cobra não sabia que a índia tinha os pés calçados com duas conchas. A cascavel mordeu as conchas e seus dentes se quebraram. A cobra ficou com muita dor e começou a gritar e a xingar muito. E a índia clara perguntou:

- O que está acontecendo? Por que quis me morder?
E a cascavel respondeu com raiva:

- Porque uma índia me pediu. Ela não gosta de você e quer que você fique feia e velha como ela. Ninguém gosta de você!

A índia clara ficou muito triste. Não queria viver junto de pessoas que não gostassem dela. E não aguentava mais ser diferente dos outros. Querendo resolver essa situação ela fez uma escada com cipós trançados. Depois pediu para sua amiga coruja que voasse muito alto e amarasse a ponta da escada no céu. A ave fez como a índia pediu. A mulher começou a subir. Subiu muito até chegar ao alto da escada. Chegando ao céu estava tão exausta que dormiu numa nuvem. Num passe de mágica a índia se transformou num dos mais belos astros. Redonda, clara e iluminada. Era a lua que encheu de luz a noite escura. A índia feia olhou para o raio de luar e ficou cega. Ficou com tanta vergonha que foi se esconder com a cascavel em um buraco. Os índios se arrependeram de desprezar a índia. Eles passaram a adorar a lua que enchia de luz a noite. Alguns apaixonados sonhavam em construir outra escada de cipós para poder ir ao céu encontrar a bela índia.

Conto indígena adaptado por Augusto Pessôa

A RÃ E O BOI - VÍDEO

A RÃ E O BOI - VÍDEO
Apresentação de Augusto Pessôa no Simpósio Internacional de Contadores de Histórias SESC RJ 2010. Clique na imagem e assista a história

A MENINA QUE FAZIA AZEITE DE DENDÊ

A MENINA QUE FAZIA AZEITE DE DENDÊ
Clique na imagem e assista a hitória

UMA APOSTA (VÍDEO)

UMA APOSTA (VÍDEO)
Conto de Artur Azevedo. CLIQUE NA IMAGEM E VEJA O VÍDEO

LIVROS LEGAIS

  • GRAMÁTICA DA FANTASIA de Gianni Rodari - Summus Editorial.
  • GUARDADOS DO CORAÇÃO – Memorial para Contadores de Histórias de Francisco Gregório Filho - Editora Amais.
  • FÁBULAS ITALIANAS de Ítalo Calvino - Editora Companhia das Letras
  • DICIONÁRIO DE FOLCLORE BRASILEIRO de Câmara Cascudo - Editora Itatiaia
  • VASOS SAGRADOS de Maria Inez do Espírito Santo - Ed Rocco
  • MEUS CONTOS AFRICANOS - seleção de Nelson Mandela - Ed Martins
  • LENDAS BRASILEIRAS de Camara Cascudo - Ediouro
  • CONTOS TRADICIONAIS DO BRASIL de Camara Cascudo - Ed Itatiaia
  • CONTOS POPULARES DO BRASIL de Silvio Romero - Ed Itatiaia

A MOURA TORTA

A MOURA TORTA
Clique na imagem e assista a um trecho do espetáculo

MARIA BORRALHEIRA (VÍDEO)

MARIA BORRALHEIRA (VÍDEO)
Peça teatral baseada no conto popular MARIA BORRALHEIRA com Augusto Pessôa e Rodrigo Lima. Direção Rubens Lima Junior. Clique na foto e assista a um trecho da peça.

FELIZES PARA SEMPRE (RESENHA)

FELIZES PARA SEMPRE (RESENHA)
Clique na imagem e veja a resenha do livro FELIZES PARA SEMPRE

QUANDO OS BICHOS AINDA FALAVAM

QUANDO OS BICHOS AINDA FALAVAM
Apresentação no Simpósio Internacional de Contadores de Histórias SESC RJ 2009

A MENINA QUE VIROU CORUJA (VÍDEO)

A MENINA QUE VIROU CORUJA (VÍDEO)
Conto Africano. Clique na imagem e assista ahistória

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)
Apresentação do Coral da Ciser - Joinville (2009). Cliuqe na imagem e assista a um trecho do espetáculo

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)
Apresentação do Coral da Ciser - Joinville (2009). Clique na imagem e assista a um trecho do espetáculo.

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)
Apresentação do Coral da Ciser - Joinville (2009). Clique na imagem e assita a um trecho do espetáculo

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES - SONHO DE MENINA

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES - SONHO DE MENINA
Apresentação no SESC Niterói - nov 2009 - Clique na imagem e assista a apresentação.

O MARIDO FIEL - VÍDEO

O MARIDO FIEL - VÍDEO
Conto de Nelson Rodrigues - adaptação e narração de Augusto Pessôa. Clique na imagem e assista a história.

O JABUTI E A FRUTA (VÍDEO)

O JABUTI E A FRUTA (VÍDEO)
conto popular adaptado por Augusto Pessôa. CLIQUE NA IMAGEM E ASSISTA AO VÍDEO

VOU BUSCAR O MEU AMOR (VÍDEO)

VOU BUSCAR O MEU AMOR (VÍDEO)
Cena do espetáculo A MOURA TORTA. Clique na foto e veja a cena

A MOURA TORTA

A MOURA TORTA
Clique na imagem e assista a um trecho do espetáculo em cartaz no teatro do Jockey - Gávea

JABUTI

JABUTI
Apresentação no Simpósio Internacional de contadores de Histórias - SESC RJ 2009. Clique na imagem e assista a um trecho da apresentação

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES - abertura da peça (VÍDEO)

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES - abertura da peça  (VÍDEO)
Apresentação no SESC Niterói - nov 2009 - Clique na imagem e assista a apresentação

A NOITE QUE A LUA SUMIU DO CÉU (VÍDEO)

A NOITE QUE A LUA SUMIU DO CÉU (VÍDEO)
Clique na imagem e veja um clipe do espetáculo

A DAMA DO LOTAÇÃO (VÍDEO)

A DAMA DO LOTAÇÃO (VÍDEO)
conto de Nelson Rodrigues. Adaptação e narração de Augusto Pessôa

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES (VÍDEO)

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES (VÍDEO)
Peça baseada no conto popular O REI DOENTE DO MAL DE AMORES (2003). Clique na foto e veja um trecho do espetáculo.

TOC, TOC, TOC, TOC (VÍDEO)

TOC, TOC, TOC, TOC (VÍDEO)
Conto de Arur Azevedo. CLIQUE NA IMAGEM E VEJA O VÍDEO

MALASARTES E O HOMEM ENGANADO DUAS VEZES (VÍDEO)

MALASARTES E O HOMEM ENGANADO DUAS VEZES (VÍDEO)
Contação de Histórias. Clique na imagem e assista a contação.

MENINA FACEIRA

MENINA FACEIRA
Apresentação de Augusto Pessôa e Rodrigo Lima no Instituto Moreira Salles - set 2009. Clique na imagem e veja a apresentação.

HISTÓRIA DE ANTANHO (VÍDEO)

HISTÓRIA DE ANTANHO (VÍDEO)
NA CASA DE SEU PEDRÃO. Apresentação de Augusto Pessôa e Rodrigo Lima no SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE CONTADORES DE HISTÓRIAS - SESC RJ (2008). Clique na imagem e veja a apresentação

MÚSICA - NA FEIRA DO TEM TEM (VÍDEO)

MÚSICA - NA FEIRA DO TEM TEM (VÍDEO)
O Rei Doente do Mal de Amores - apresentação no SESC Niterói 2009. Clique na imagem e assista a cena.

PARA SEMPRE FIEL (VÍDEO)

PARA SEMPRE FIEL (VÍDEO)
Conto de Nelson Rodrigues - adaptação e narração de Augusto Pessôa

SUSPIROS VÃO E VEM (VÍDEO)

SUSPIROS VÃO E VEM (VÍDEO)
Apresentação do espetáculo O REI DOENTE DO MALDE AMORES no SESC Niterói 2009. Clique na imagem e assista a apresentação

MALASARTES! (VÍDEO)

MALASARTES! (VÍDEO)
Peça baseada nas histórias de Pedro Malasartes. Clique na foto e veja um trecho do espetáculo

O JABUTI E A FRUTA

O JABUTI E A FRUTA
Apresentação no Simpósio Internacional de Contadores de Histórias - SESC RJ 2009. Clique na imagem e assista a história

A MOURA TORTA

A MOURA TORTA
Crítica do espetáculo publicada no JORNAL DO BRASIL

MARIA BORRALHEIRA - CRÍTICA (IMAGEM)

MARIA BORRALHEIRA - CRÍTICA (IMAGEM)
Clique na imagem e leia a crítica sobre o espetáculo

MALASARTES - CRÍTICA (IMAGEM)

MALASARTES - CRÍTICA (IMAGEM)
Clique na imagem e leia a crítica do espetáculo.

CRÍTICA DO ESPETÁCULO O REI DOENTE DO MAL DE AMORES

CRÍTICA DO ESPETÁCULO O REI DOENTE DO MAL DE AMORES

MALASARTES - Histórias de Um Camarada Chamado Pedro

MALASARTES - Histórias de Um Camarada Chamado Pedro
Livro de Augusto Pessôa publicado pela Editora ROCCO (2007)

FELIZES PARA SEMPRE

FELIZES PARA SEMPRE
Livro com adaptações de Augusto Pessôa - Editora ROCCO (2003)

CONTOS DE HUMOR

CONTOS DE HUMOR
Contos de Artur Azevedo - organização Augusto Pessôa - Editora ROCCO (2008)

CONTANDO HISTÓRIAS NA ABL

CONTANDO HISTÓRIAS NA ABL
CONTANDO HISTÓRIAS NA BIBLIOTECA DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS