AUGUSTO PESSÔA - CONTADOR DE HISTÓRIAS - (BRASIL)

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Ator, Cenógrafo, Figurinista, Arte Educador Dramaturgo e Contador de Histórias. Bacharelado em Artes Cênicas (Habilitação em Interpretação e Habilitação em Cenografia) pela UNI-RIO - Universidade do Rio de Janeiro.

A PANQUECA FUGITIVA, O RESMUNGÃO E OUTROS CONTOS NÓRDICOS

A PANQUECA FUGITIVA, O RESMUNGÃO E OUTROS CONTOS NÓRDICOS

HISTÓRIAS DE NATAL

HISTÓRIAS DE NATAL
livro de contos populares adaptados e ilustrados por Augusto Pessõa - Ed. Escrita Fina (2010)

HISTÓRIAS DE BRUXAS - livro

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terça-feira, 29 de abril de 2014

CORRE! CORRE, BICICLETINHA!

Era uma vez uma velhinha que vivia só, na sua casa. Certo dia recebeu uma carta da sua neta, que morava numa terra distante. A carta trazia uma grande alegria – a neta ia casar e convidava a avó para assistir ao seu casamento.
Tão contente ficou que imediatamente se pôs a caminho para não chegar atrasada.
Depois de ter andado bastante, surgiu à sua frente um grande lobo que lhe disse numa voz rouca:

- Eu vou devorar você, velhinha!

E a pobre respondeu:

- Ai, não me devore que eu estou muito magrinha. Vou ao casamento da minha neta e, quando de lá voltar, já venho mais gordinha!
- Está bem! Na volta te espero! - respondeu o lobo e deixou-a seguir caminho.

Lá mais adiante, surgiu na sua frente um urso que mostrou as garras e disse:

- Eu vou devorar você, velhinha!

E a pobre respondeu:

- Ai, não me devore que eu estou muito magrinha. Vou ao casamento da minha neta e, quando de lá voltar, já venho mais gordinha!

Como o lobo, o urso achou que a velhinha tinha razão e deixou-a seguir viagem, dizendo:

- Está bem! Na volta te espero!

 Já quase no fim da viagem, uma terceira fera surgiu à velhinha – era um leão.

- Eu vou devorar você, velhinha!

E a pobre respondeu:

- Ai, não me devore que eu estou muito magrinha. Vou ao casamento da minha neta e, quando de lá voltar, já venho mais gordinha!

O leão também achou que era melhor esperar que ela voltasse mais gordinha. Então disse:

- Está bem! Na volta te espero!

Muito assustada a velhinha continuou o seu caminho até que chegou à casa da neta. Contou tudo o que aconteceu e a neta acalmou a avô dizendo que não haveria problema nenhum. O casamento foi muito bonito e a velhinha estava muito feliz.
Mas, quando se decidiu a voltar para sua casa, começou a ficar com muito medo. A neta correu ao quintal, pegou uma bicicletinha nova em folha, um chapelão e um casacão. Vestiu o chapéu e o casaco na avó e disse:

- A senhora vai correr o mais que puder e nenhum bicho vai lhe pegar!

Disfarçada a velhinha montou na bicicleta e começou a viagem de volta. Pedalava com força. A certa altura passaram pelo leão, que perguntou:

- Oh, chapelão, não viu por aí uma velhinha?

A velhinha pedalou com mais força e respondeu:

- Não vi velhinha!
Sou chapelão!
Corre, corre bicicletinha!
Corre, corre desse bobão!

O leão não entendeu nada.
A velhinha continuou pedalando pela estrada fora. Um pouco mais à frente estava o urso, esperando. Ele resolveu perguntar:

- Oh, chapelão, não viu por aí uma velhinha?

A velhinha pedalou com mais força ainda e respondeu:

- Não vi velhinha!
Sou chapelão!
Corre, corre bicicletinha!
Corre, corre desse bobão!

O urso não entendeu nada… Mais perto de casa estava o lobo esfomeado. Ao ver aquela figura na bicicleta perguntou:
 
- Oh, chapelão, não viu por aí uma velhinha?

A velhinha pedalou com toda força que podia e respondeu:

- Não vi velhinha!
Sou chapelão!
Corre, corre bicicletinha!
Corre, corre desse bobão!

O lobo ficou chupando dedo.
Finalmente a nossa velhinha chegou à sua casa. Não tinha mais nenhum perigo. Pela estrada foram ficando, enganados, os seus três inimigos.
A bicicletinha salvou sua vida.
E acabou a história.


Adaptação de Augusto Pessôa

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

A PRINCESA QUE TUDO VIA


Era uma vez uma princesa que conseguia ver tudo o que queria. É que no alto da torre mais antiga de seu palácio havia uma sala circundada por doze janelas mágicas. Através delas, a princesa podia ver qualquer coisa que se passasse no seu reino e até mesmo nos reinos do além mar. Bastava pensar no que queria ver e olhar por umas das janelas; se a primeira delas não lhe mostrasse nada é porque o que procurava estava muito longe ou muito bem escondido. Mas logo na segunda ou na terceira janela aparecia a imagem desejada. As janelas revelavam desde as alturas intangíveis das nuvens às profundezas da terra e do mar. Nada escapava à princesa: ninguém saía do seu reino sem que ela soubesse, nenhum inimigo se aproximava sem que ela estivesse prevenida. Assim, era natural que seu poder se tornasse cada vez maior e que muitos príncipes pretendessem se casar com ela.
A princesa, todavia, não encontrava nenhum pretendente a sua altura. É bom dizer que com tanto poder, se tornara um pouco arrogante, cheia de si. Decidiu, então, lançar um desafio: aquele que conseguisse se esconder dela ao menos uma vez, se tornaria o seu príncipe consorte. Os príncipes e outros nobres foram os primeiros a se apresentar. A princesa dava a todos três
chances. A cada dia podiam tentar um esconderijo diferente. Somente no final do dia, ao por do sol, a princesa subia à torre e consultava as janelas.
Depois dos nobres vieram os plebeus. Cada um inventava um esconderijo mais extravagante, porém poucas vezes a princesa precisou chegar até a segunda janela para descobri-lo. Um a um os pretendentes foram sendo dispensados.
Um dia, um jovem e bravo soldado que voltava de uma guerra num país distante, ouviu falar da princesa. Atraído pelo desafio, decidiu ir até o palácio tentar sua sorte.
No meio do caminho deparou-se o soldado com um carneirinho que balia desesperado, preso nos arames farpados de uma cerca. O rapaz desembaraçou-o com cuidado. Vendo-se livre, agradecido o animal assim lhe falou:

- Eu sou o príncipe dos carneiros e gostaria de recompensá-lo por sua bondade. Tome aqui este pedaço de lá e quando precisar de mim esfregue-o, chamando-me.

O soldado ficou maravilhado com o que ouviu, guardou a lã e seguiu em frente. Logo adiante, encontrou uma águia que tentava se livrar de uma armadilha. Cuidadosamente ele a soltou e ouviu dela o seguinte:

- Eu sou a rainha das águias e você me salvou. Se um dia precisar de ajuda, esfregue esta pena e chame por mim.

O jovem agradeceu o presente e continuou seu caminho. Logo antes de chegar ao palácio, sua atenção foi atraída por uma formiga que se debatia numa poça d´água. Salvando o bichinho de morrer afogado, mais uma vez ele ouviu:

- Eu sou a rainha das formigas. Guarde esta folha e, se precisar de algo, esfregue-a e chame por mim.

O soldado guardou também a folha com cuidado.
Logo chegou ao palácio e pediu para ser apresentado à princesa. No dia seguinte, começou a procurar um lugar para se esconder, porém todos os esconderijos pareciam óbvios. Lembrou-se então do carneirinho. Esfregou o bocado de lã e pediu ajuda para se esconder. Na mesma hora apareceu um rebanho de carneiros. O próprio soldado maravilhado viu-se transformado em um carneiro e misturado ao grupo. Ao por do sol a princesa subiu à torre. Olhou pela primeira janela e nada viu. A segunda janela porem mostrou-lhe um carneiro e a princesa então soube que ele era o pretendente.
Na manhã seguinte, retomando a forma humana, o soldado se apresentou a princesa que lhe disse:

- Entre os carneiros, tu eras o que ficava perto do pequeno.

O rapaz, reconhecendo que fora descoberto, saiu do palácio, dirigiu-se a orla da floresta e, esfregando a pena mágica, chamou pela águia. Imediatamente a rainha das águias apareceu e o transformou em um redondo ovo, agarrando-o com sua garra e levando-o a montanha mais alta. Ali, colocou o ovo entre os outros ovos de seu ninho e deitou sobre todos, deixando a noite chegar.
Naquela tarde, quando a princesa consultou as janelas, nada viu na primeira, e tampouco na segunda, mas a terceira mostrou-lhe o ninho. No dia seguinte, o soldado apresentando-se a ela ouviu:

- Entre todos os ovos da águia, tu eras o que ficava no centro.

Vencido mais uma vez o jovem saiu do palácio, procurou um lugar isolado, e, esfregando a folha, sua última esperança, chamou a rainha das formigas.

- Desta vez - dise ele, depois de lhe contar a historia - você tem que pensar num esconderijo muito, muito especial. Nada escapa aos olhos da princesa!
-Nada? - duvidou a formiga. - pois eu sei de algo que ela não vê!

E tranformando o rapaz numa formiguinha, levou-o até os aposentos da princesa.

- Dê um jeito de esconder-se dentro do seu vestido - aconselhou a formiga e desapareceu.

O soldado, agora formiga, observou bem a princesa e suas sete pesadas saias. Achou melhor subir pelo vestido e escorregar pelo decote. Ali dentro do corpete da princesa, bem juntinho do seu coração, ele ficou quietinho esperando o dia passar.
Quando a tarde chegou, a princesa subiu à torre. Olhou pela primeira janela e nada pode vislumbrar. Olhou pela segunda e também nada viu. Tampouco a terceira mostrou-lhe alguma coisa e a princesa, já inquieta, passou à quarta janela. E assim foi, de janela em janela, até chegar a decima segunda. Entretanto, por mais que olhasse, ela não conseguia enxergar o que queria.
A noite toda ela passou a consultar janelas. Em vão. Quando os primeiros raios de sol iluminaram a torre, a princesa irritada gritou:

- Desisto! Pode aparecer que eu me caso com você!

O rapaz saiu, então, de dentro do vestido dela, desceu ao chão e, retomando a sua forma humana, confessou à princesa:

- Eu estava dentro de você, onde você não pode ver.
 
E os dois se casaram e viveram felizes para sempre.




A CASA DOS ESPELHOS

Há muitos e muitos anos, morava num pequeno vilarejo um menino muito feliz. Ele brincava com todo mundo e estava sempre de bom humor. Todos da aldeia gostavam dele. Naquele lugarejo todos falavam sobre uma casa que ficava um pouco distante e era chamada Casa de Espelhos. Como naquela aldeia não existiam espelhos, ninguém sabia direito o que poderia ter naquela casa. O menino ouviu tanto essa história que quis saber o que tinha naquela casa. Com toda sua alegria ele foi até o lugar. Andou bastante, brincando pelo caminho, até que viu a distância uma casa enorme e muito bonita. Com janelas enormes e um jardim fantástico. Cheio de curiosidade o menino foi andando na ponta do pé até uma das janelas. Ele enfiou a cara na janela e viu lá dentro um monte de meninos sorrindo como ele. O rapazinho acenou e todos os meninos dentro da casa também acenaram. Ele não conseguiu falar com nenhum deles, mas voltou mais feliz ainda para sua aldeia. Ao chegar lá, abriu um grande sorriso e contou para todo mundo:

- Fui até a Casa de Espelhos! É um lugar maravilhoso. Uma casa bonita com um jardim fantástico. Dentro da casa muitos meninos felizes. É um paraíso!

Todos ficaram encantados. Só outro menino que vivia com a cara emburrada é que não gostou. Ele estava sempre de mau humor. Não brincava, não sorria e brigava com todo mundo. O menino zangado não acreditou no outro:

- Duvido que seja assim! Só vendo para crer!

E o menino foi com todo seu mau humor até a Casa dos Espelhos. Foi pelo caminho brigando com todo mundo que encontrava e reclamando o tempo todo. Quando chegou ao lugar ele viu a grande casa e resmungou:

- A casa nem é tão bonita assim. E esse monte de janelas deve dar um trabalho imenso para limpar.

O zangado foi na ponta do pé e olhou para dentro da casa por uma das janelas. Lá dentro ele viu um monte de meninos com cara de poucos amigos. O menino zangado não gostou e fez uma careta para eles. E todos os meninos fizeram caretas também. Eram tantas as caretas que o garoto saiu correndo assustado. Ao chegar na aldeia foi logo reclamando com o outro:
- Mentiroso! Naquela casa só tem gente feia e que faz careta! Não gostei mesmo!

Um velho, que conhecia o poder de um espelho, disse baixinho do alto da sua sabedoria:

- A casa dos espelhos é como a vida que olha para gente do jeito que a gente olha para ela.


Conto popular japonês adaptado por Augusto Pessôa 

A RÃ E O BOI - VÍDEO

A RÃ E O BOI - VÍDEO
Apresentação de Augusto Pessôa no Simpósio Internacional de Contadores de Histórias SESC RJ 2010. Clique na imagem e assista a história

A MENINA QUE FAZIA AZEITE DE DENDÊ

A MENINA QUE FAZIA AZEITE DE DENDÊ
Clique na imagem e assista a hitória

UMA APOSTA (VÍDEO)

UMA APOSTA (VÍDEO)
Conto de Artur Azevedo. CLIQUE NA IMAGEM E VEJA O VÍDEO

LIVROS LEGAIS

  • GRAMÁTICA DA FANTASIA de Gianni Rodari - Summus Editorial.
  • GUARDADOS DO CORAÇÃO – Memorial para Contadores de Histórias de Francisco Gregório Filho - Editora Amais.
  • FÁBULAS ITALIANAS de Ítalo Calvino - Editora Companhia das Letras
  • DICIONÁRIO DE FOLCLORE BRASILEIRO de Câmara Cascudo - Editora Itatiaia
  • VASOS SAGRADOS de Maria Inez do Espírito Santo - Ed Rocco
  • MEUS CONTOS AFRICANOS - seleção de Nelson Mandela - Ed Martins
  • LENDAS BRASILEIRAS de Camara Cascudo - Ediouro
  • CONTOS TRADICIONAIS DO BRASIL de Camara Cascudo - Ed Itatiaia
  • CONTOS POPULARES DO BRASIL de Silvio Romero - Ed Itatiaia

A MOURA TORTA

A MOURA TORTA
Clique na imagem e assista a um trecho do espetáculo

MARIA BORRALHEIRA (VÍDEO)

MARIA BORRALHEIRA (VÍDEO)
Peça teatral baseada no conto popular MARIA BORRALHEIRA com Augusto Pessôa e Rodrigo Lima. Direção Rubens Lima Junior. Clique na foto e assista a um trecho da peça.

FELIZES PARA SEMPRE (RESENHA)

FELIZES PARA SEMPRE (RESENHA)
Clique na imagem e veja a resenha do livro FELIZES PARA SEMPRE

QUANDO OS BICHOS AINDA FALAVAM

QUANDO OS BICHOS AINDA FALAVAM
Apresentação no Simpósio Internacional de Contadores de Histórias SESC RJ 2009

A MENINA QUE VIROU CORUJA (VÍDEO)

A MENINA QUE VIROU CORUJA (VÍDEO)
Conto Africano. Clique na imagem e assista ahistória

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)
Apresentação do Coral da Ciser - Joinville (2009). Cliuqe na imagem e assista a um trecho do espetáculo

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)
Apresentação do Coral da Ciser - Joinville (2009). Clique na imagem e assista a um trecho do espetáculo.

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)

ERA VIDRO E SE QUEBROU (VÍDEO)
Apresentação do Coral da Ciser - Joinville (2009). Clique na imagem e assita a um trecho do espetáculo

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES - SONHO DE MENINA

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES - SONHO DE MENINA
Apresentação no SESC Niterói - nov 2009 - Clique na imagem e assista a apresentação.

O MARIDO FIEL - VÍDEO

O MARIDO FIEL - VÍDEO
Conto de Nelson Rodrigues - adaptação e narração de Augusto Pessôa. Clique na imagem e assista a história.

O JABUTI E A FRUTA (VÍDEO)

O JABUTI E A FRUTA (VÍDEO)
conto popular adaptado por Augusto Pessôa. CLIQUE NA IMAGEM E ASSISTA AO VÍDEO

VOU BUSCAR O MEU AMOR (VÍDEO)

VOU BUSCAR O MEU AMOR (VÍDEO)
Cena do espetáculo A MOURA TORTA. Clique na foto e veja a cena

A MOURA TORTA

A MOURA TORTA
Clique na imagem e assista a um trecho do espetáculo em cartaz no teatro do Jockey - Gávea

JABUTI

JABUTI
Apresentação no Simpósio Internacional de contadores de Histórias - SESC RJ 2009. Clique na imagem e assista a um trecho da apresentação

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES - abertura da peça (VÍDEO)

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES - abertura da peça  (VÍDEO)
Apresentação no SESC Niterói - nov 2009 - Clique na imagem e assista a apresentação

A NOITE QUE A LUA SUMIU DO CÉU (VÍDEO)

A NOITE QUE A LUA SUMIU DO CÉU (VÍDEO)
Clique na imagem e veja um clipe do espetáculo

A DAMA DO LOTAÇÃO (VÍDEO)

A DAMA DO LOTAÇÃO (VÍDEO)
conto de Nelson Rodrigues. Adaptação e narração de Augusto Pessôa

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES (VÍDEO)

O REI DOENTE DO MAL DE AMORES (VÍDEO)
Peça baseada no conto popular O REI DOENTE DO MAL DE AMORES (2003). Clique na foto e veja um trecho do espetáculo.

TOC, TOC, TOC, TOC (VÍDEO)

TOC, TOC, TOC, TOC (VÍDEO)
Conto de Arur Azevedo. CLIQUE NA IMAGEM E VEJA O VÍDEO

MALASARTES E O HOMEM ENGANADO DUAS VEZES (VÍDEO)

MALASARTES E O HOMEM ENGANADO DUAS VEZES (VÍDEO)
Contação de Histórias. Clique na imagem e assista a contação.

MENINA FACEIRA

MENINA FACEIRA
Apresentação de Augusto Pessôa e Rodrigo Lima no Instituto Moreira Salles - set 2009. Clique na imagem e veja a apresentação.

HISTÓRIA DE ANTANHO (VÍDEO)

HISTÓRIA DE ANTANHO (VÍDEO)
NA CASA DE SEU PEDRÃO. Apresentação de Augusto Pessôa e Rodrigo Lima no SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE CONTADORES DE HISTÓRIAS - SESC RJ (2008). Clique na imagem e veja a apresentação

MÚSICA - NA FEIRA DO TEM TEM (VÍDEO)

MÚSICA - NA FEIRA DO TEM TEM (VÍDEO)
O Rei Doente do Mal de Amores - apresentação no SESC Niterói 2009. Clique na imagem e assista a cena.

PARA SEMPRE FIEL (VÍDEO)

PARA SEMPRE FIEL (VÍDEO)
Conto de Nelson Rodrigues - adaptação e narração de Augusto Pessôa

SUSPIROS VÃO E VEM (VÍDEO)

SUSPIROS VÃO E VEM (VÍDEO)
Apresentação do espetáculo O REI DOENTE DO MALDE AMORES no SESC Niterói 2009. Clique na imagem e assista a apresentação

MALASARTES! (VÍDEO)

MALASARTES! (VÍDEO)
Peça baseada nas histórias de Pedro Malasartes. Clique na foto e veja um trecho do espetáculo

O JABUTI E A FRUTA

O JABUTI E A FRUTA
Apresentação no Simpósio Internacional de Contadores de Histórias - SESC RJ 2009. Clique na imagem e assista a história

A MOURA TORTA

A MOURA TORTA
Crítica do espetáculo publicada no JORNAL DO BRASIL

MARIA BORRALHEIRA - CRÍTICA (IMAGEM)

MARIA BORRALHEIRA - CRÍTICA (IMAGEM)
Clique na imagem e leia a crítica sobre o espetáculo

MALASARTES - CRÍTICA (IMAGEM)

MALASARTES - CRÍTICA (IMAGEM)
Clique na imagem e leia a crítica do espetáculo.

CRÍTICA DO ESPETÁCULO O REI DOENTE DO MAL DE AMORES

CRÍTICA DO ESPETÁCULO O REI DOENTE DO MAL DE AMORES

MALASARTES - Histórias de Um Camarada Chamado Pedro

MALASARTES - Histórias de Um Camarada Chamado Pedro
Livro de Augusto Pessôa publicado pela Editora ROCCO (2007)

FELIZES PARA SEMPRE

FELIZES PARA SEMPRE
Livro com adaptações de Augusto Pessôa - Editora ROCCO (2003)

CONTOS DE HUMOR

CONTOS DE HUMOR
Contos de Artur Azevedo - organização Augusto Pessôa - Editora ROCCO (2008)

CONTANDO HISTÓRIAS NA ABL

CONTANDO HISTÓRIAS NA ABL
CONTANDO HISTÓRIAS NA BIBLIOTECA DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS